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Vega-Sicilia Valbuena 5º 2020

205,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Os terrenos que viriam a ser Vega Silicia, foram disputados durante anos entre Peñafiel e o Mosteiro de Valbuena e foi em 1477 que os monges e o conselho chegariam a um acordo. Estes últimos teriam a jurisdição e as terras aráveis e os monges teriam a cobertura florestal. Mas foi em 1577 que o nome Vega de Sicilia apareceu pela primeira vez na história, quando se referia à propriedade. Durante séculos a propriedade foi explorada e comprada ao Marquês de Valbuena, por Toribio Lecanda em 1848, onde o seu filho Eloy Lecanda, começa a produzir vinho de forma profissional na adega da propriedade. Assim, surge a necessidade de construir instalações, escritórios e armazéns de envelhecimento. O objetivo seria produzir vinho de qualidade igualável ao produzido em Bordéus. Em 1982, a família Álvare
04293

Ficha informativa

Colheita
2020
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Tempos Vega Sicilia
País
Espanha
Capacidade
75cl
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
14

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Porta da Ravessa, uma marca inspirada na icónica porta do secular Castelo de Redondo. Este vinho tinto Grande Reserva e é obtido pelas castas Touriga Nacional, Syrah, Cabernet Sauvignon e Touriga Franca e apresenta-se de cor rubi muito intensa e profunda, com aromas de fruta preta e bagas maduras bem integradas com nuances das barricas de carvalho francês, onde estagiou cerca de 12 meses. Na boca, apresenta-se denso, profundo e estruturado, com um final de grande persistência, conferindo um perfil distinto e cheio de carácter. Desde 1956 que a Adega Cooperativa de Redondo se dedica aos vinhos alentejanos. Após 65 anos, situada em pleno coração do Alentejo, tem-se vindo a modernizar, adaptando-se também às novas exigências do mercado. Os vinhos produzidos são oriundos das uvas de cerca de
De grande intensidade aromática, rico e complexo. Fruta madura, notas florais de grande carácter, revelando bem a origem do vinho e a tecnologia utilizada. O estágio em madeira confere a complexidade e o suporte para um grande vinho de guarda. Na boca é muito estruturado, com taninos de grande qualidade. Longo e persistente.
O Casal de Vale Pradinhos é uma exploração agrícola com 450 hectares, estabelecida em 1913 e propriedade da família Pinto de Azevedo desde então. Os vinhos aqui produzidos são uma combinação de castas indígenas como a Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Amarela e Malvasia Fina, e reputadas castas internacionais, nomeadamente Cabernet Sauvignon, Gewürztraminer e Riesling. Maria Antónia Pinto de Azevedo Mascarenhas, bisneta do fundador Manoel Pinto de Azevedo, é a atual proprietária do Casal de Vale Pradinhos. Tem vindo a implementar a sua visão nos vinhos que aqui se vinificam desde que assumiu o controlo da propriedade em 1994. A sua filha, Maria, será a 4ª geração de mulheres diretamente envolvidas na gestão da propriedade.
Cor aberta, de tom rosa avermelhado. Aromas discretos de fruta ácida, notas vegetais próprias da casta e predominância de especiarias resultantes da fermentação com engaço. Na boca, apresenta acidez média, mineralidade marcante e taninos muito finos.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal. Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro. Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos, reconhecido como uma das mais importantes personagens que trabalhou, e trabalha, em prol do vinho Português. Colaborou com várias dezenas de produtores, ajudou-os a melhorarem os seus vinhos e a compreenderem as suas vinhas, preparando, igualmente, o seu legado com quem está sempre a criar vinhos irreverentes. Hoje em dia, Dirk Niepoort colabora em muitos outros projectos, em praticamente todas
Regateiro é uma homenagem à família de mesmo nome e seus mais de 350 anos de ligação com o mundo do vinho, do qual o diretor-presidente da Lusovini, Casimiro Gomes, é o único descendente a prosseguir no negócio. Ícone da Lusovini na Bairrada, este single vineyard, elaborado unicamente a partir das vinhas velhas da Vinha do Forno, é cheio de sabor, fresco e apimentado. Monovarietal da variedade Baga, de produção limitada a 1500 garrafas, defende uma junção de estilos, tendo bom volume de boca mas mantendo o ataque clássico, mais seco e tânico, sem ser agressivo. Com muito potencial de guarda, mais de dez anos.
As uvas deste vinho são provenientes de um terroir com clima de influência atlântica, protegido pelas Serras do Caramulo e Buçaco, com vinhas plantadas em alta densidade (5555 pés por hectare) em suaves colinas de solos argilo-calcários, na famosa mancha de calcário da região da Bairrada. De cor rubi com centro opaco, tem aromas de fruta preta, cedro, couro e grafite. Um vinho encorpado, com taninos firmes, mas de arestas polidas. Acidez vibrante que se mantém durante toda a prova, terminando longo e mineral. Está pronto a beber, mas irá evoluir muito bem com o tempo em garrafa. Excelente para acompanhar assados de carne ou peixe, cabrito, rosbife e carnes maturadas.
O Soalheiro Terramatter é um vinho totalmente diferente dos outros vinhos da família Soalheiro. É, por um lado, o regresso às nossas origens e, por outro lado, é uma projeção no futuro. Produzido com a mínima intervenção na viticultura e na vinificação, Terramatter é a expressão genuína do nosso território. De cor intensa, aroma expressivo e paladar complexo, este vinho revela uma personalidade forte e um perfil muito distinto para os quais, a vindima precoce e a fermentação malolática parcial em barricas de castanho muito contribuem. Recomendamos que, antes de servir o vinho, este seja suavemente agitado na garrafa por forma a homogeneizar bem as borras finas e, assim, poder obter uma experiência de consumo totalmente diferente!
Região: Dão.
Cor: Ruby profunda. Aroma: Intenso, com notas silvestres, fruta escura, resina e pimenta preta. Boca: Na boca tem grande complexidade, com taninos maduros bem presentes e um final longo e persistente.
Castas: Camarate, bastardo e pilongo
Existe opção caixa com 2 garrfaas.

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