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Ravasqueira Touriga Nacional

8,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Monte da ravasqueira, Alentejo.
04011

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Fresco e vibrante, o NatCool Branco 2024 abre com um subtil carácter fermentado que adiciona textura e complexidade. No nariz e no paladar, notas cítricas intensas e maçã verde crocante são protagonistas, apoiadas por uma acidez viva que traz grande tensão e frescor. O final é limpo e ligeiramente amargo, adicionando um toque agradável e refrescante a este branco de fácil degustação.
Uva
  • Touriga Nacional
  • Touriga Franca
  • Tinta Roriz
Apresenta boa estrutura, com taninos firmes e maduros, encorpado, com uma acidez bem equilibrada, tudo bem envolvido no seu corpo. Proporciona um final persistente, harmonioso e de grande elegância.
O Quinta Maria Izabel Sublime Tinto 2017 é um vinho topo de gama de perfil excecional e elegante da Região Demarcada do Douro. Desenhado em colaboração com o conceituado enólogo Dirk Niepoort, destaca-se por fugir ao perfil tradicionalmente pesado do Douro, assemelhando-se à fineza e frescura dos vinhos da Borgonha.
Fruta, frescura, equilíbrio complexadas por um ligeiro estágio em madeira são as principais características deste vinho. Aromas com notas de pêssego e final longo e mineral. Este vinho é um branco ideal para acompanhar peixes, mariscos, carnes brancas e saladas.

Uvas frescas no seu ponto ideal de maturação, apanhadas à mão para caixas de 20 kg, são transportadas para a adega onde foram sujeitas a uma criteriosa escolha manual, desengace e suave esmagamento.

Vinho de cor citrina esverdeada, com aromas expressivos de fruta cítrica (Toranja) em perfeita sintonia com notas de tosta e florais. Na boca, tem muito volume e estrutura, suportadas por uma acidez viva e refrescante

100% Siria

Beira Interior

Citrina com ligeiros laivos salmonados. Fruta vermelha fresca com ligeiras notas cítricas. Na boca fresco e elegante. Na boca crocante, elegante, realçando a fruta e a frescuradas castas.
ESGOTADO
A colheita de 2021 apresenta um Marqués de Murrieta com um carácter vibrante. No nariz, groselha e amora entrelaçam-se com alecrim e hortelã, sobre um fundo de cedro e especiarias. Na boca, destaca-se pela frescura estruturada, com uma acidez elegante e taninos suaves que se fundem num final de frutos silvestres e framboesa cremosa.
O Monte Meão branco provém de duas vinhas, Vinha do Rio e Vinha do Janeanes, plantadas em solos de aluvião e xisto com as castas Arinto e Rabigato, respetivamente. Este vinho estagiou durante 5 meses em barricas e estagiou mais 4 meses em tonel. É muito mineral, com madeira discreta e bem integrada, excelente volume de boca, notas citrinas e um final longo e complexo. As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as
Plantada na margem do Rio Torto, que corre no sopé da Quinta Vale D. Maria, existe uma vinha com menos de um hectare, cujas castas – 29 diferentes, com predominância da Tinta Barroca (50%) – estão dispostas num field blend típico das vinhas velhas do Douro. E esta é uma vinha verdadeiramente velha, com a idade média das cepas a rondar os 80 anos. Esta é a vinha do Rio, virada a sul, banhada pelo sol do meio-dia e abrigada da luz solar nos fins de tarde pela montanha que se ergue nas suas costas e lhe proporciona várias horas de sombra. Desde 1996 que daqui saem as uvas que, ao entrar na adega da quinta, a enchiam de aromas vivos e penetrantes.
A Barão de Vilar, Vinhos S.A. foi constituída em Janeiro de 1996, a partir de um stock de vinhos adquirido por Fernando Luiz Van Zeller, cedido aos seus dois filhos Fernando e Álvaro. A sua denominação social recupera um título nobiliárquico concedido por D. Maria II de Portugal a Cristiano Nicolau Kopke, o 1º Barão de Vilar, em 1836, que por descendência, se encontra na posse direta da família. Antes da constituição da Barão de Vilar, a família Van Zeller era proprietária da Quinta do Noval, uma das mais reputadas quintas do sector do Vinho do Porto, de onde é oriundo o mítico "Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos mundiais do século XX pela Wine Spectator. Atualmente, a Barão de Vilar passou a designar-se por Van Zeller Wine Collection, uma empresa que represe
O curtimento não se nota na cor citrina aberta, mas é muito evidente no aroma complexo, com muitas notas de casca, vegetal seco, laranja e citrinos maduros. Grande harmonia na boca, num registo cheio e profundo, mas com perfeito equilíbrio de acidez. Um vinho branco muito civilizado, elegante, vibrante e longo.