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Gloria Reynolds Art Tradition Branco

40,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Gloria Reynolds Art & Tradition Branco 2021 é um branco do Alentejo que combina profundidade aromática, textura cremosa e frescura vibrante. Feito para quem aprecia vinhos brancos ricos, com carácter, equilíbrio entre fruta e mineralidade, e um final persistente, muito frontal e elegante.
04662

Ficha informativa

Colheita
2021
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Reynolds Wine Growers
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
10-12⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13.5

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Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região. Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
Um vinho extraordinariamente incrível. A sua cor muito escura e intensa, reflete o que de bom o Douro Vinhateiro consegue colocar numa garrafa. No nariz é frutado, rico em aromas a cerejas pretas, ameixa preta e chocolate, com as notas a carvalho bem integrado e discreto. Na boca revela uma belíssima estrutura, frescura e mineralidade, onde os taninos aveludados são longos, flexíveis e elegantes. Termina longo, persistente e cremoso. Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram
A Adega Cooperativa Regional de Monção foi fundada a 11 de Outubro de 1958, por iniciativa de 25 viticultores e situa-se em plena Região Demarcada dos Vinhos Verdes, na sub-região de Monção e Melgaço. Aqui a matéria-prima, aliada à cuidada seleção das uvas e tecnologias moderna de vinificação, são a garantia da qualidade dos seus produtos, reconhecidos não só em Portugal, como também em grande parte do países da Europa, África, América do Norte e do Sul.
Núcleo amarelo limão com nuances de cor verde flecks. Extraordinariamente intenso, complexo, com notas minerais de toranja e notas de carvalho bem integradas e de grande qualidade. Surpreendentemente amplo, cheio de volume, concentração e com boa acidez. O resultado é um perfil elegante, fresco e bem equilibrado. Final muito longo e persistente.
Este vinho é produzido a partir da casta Malvasia, casta típica da região e que permite ostentar a designação D.O.C. Colares. A vinha tem a particularidade de estar instalada em solos tradicionalmente designados "chão de areia". O clima é muito específico devido à proximidade do mar e da serra de Sintra. O vinho exprime toda essa especificidade climática e pedológica da região.
Presente em exclusivo nos vinhedos antigos da Serra da Estrela, e famosa pelos elevados níveis de acidez, esta casta era normalmente plantada na entrada das vinhas – não sendo definitivamente a melhor uva para comer. O seu nome diz tudo: Uva-Cão, a “uva que guarda a vinha”. Aos mais curiosos e aos mais sensíveis, um aviso: a acidez deste vinho é marcante!
O Esporão Reserva é um vinho tinto biológico produzido a partir de vinhas próprias com mais de 20 anos, situadas no coração do Alentejo. Elaborado com castas tradicionais da região, estagiou durante 12 meses em barricas, ganhando estrutura, elegância e complexidade. De cor rubi intensa, é um vinho rico e intenso, mas harmonioso. O aroma profundo e complexo é dominado por frutos vermelhos e notas de especiarias. Na boca é vivo, com taninos finos e vibrantes, onde predominam mais uma vez os frutos vermelhos e as especiarias, num final equilibrado e persistente. É um vinho tinto que expressa com autenticidade o carácter do terroir alentejano e o compromisso com a viticultura sustentável. A empresa Esporão nasceu no Alentejo da vontade incondicional de fazer os melhores vinhos. Esta motivaçã
Duas grandes enólogas juntaram-se para “costurar”, usaram as suas melhores “agulhas” e criaram uma obra-prima de grande caráter, a qual baptizaram com o nome de Crochet. Numa encosta típica e emblemática, as vinhas velhas da Quinta do Barão crescem e produzem em todo o seu esplendor as uvas selecionadas a dedo para participar nesta equipa como a linha utilizada pelas enólogas, na criação deste Crochet que de ponto em nó se revela um vinho de cor carregada, condensada, consistente. O potencial da matéria-prima aliado à experiência das enólogas Sandra Tavares e Susana Esteban, numa harmonia de aromas e sabores, que na complexidade do Douro, foi tricotada com mestria e elegância numa peça histórica.
Produzido a partir da casta Syrah, estagiou por 16 meses em barricas de carvalho francês e americano. Apresenta uma cor muito concentrada, notas quentes e intensas a frutos pretos e especiarias. Na boca é encorpado, equilibrado e com taninos bem presentes e redondos. A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Philip Mollet, atual proprietário e gestor da herdade revolucionou a estratégia da quinta e plantou vi
A Gloria Reynolds Cathedral é o vinho mais exclusivo deste produtor, lançado apenas em anos de colheitas excecionais e criado com as castas Alicante Bouschet e Trincadeira. Este vinho tinto revela uma cor vermelha muito escura e tem um aroma intenso e complexo com notas de chocolate preto, solo florestal, ameixa, café e cola, juntamente com nuances de frutos secos, menta e tabaco. Na boca, é encorpado e sedoso, com muita fruta preta e um final explosivo, complexo e muito persistente. A Reynolds Wine Growers tem raízes que remonta a 1820, quando Thomas Reynolds se estabeleceu em Estremoz, Portugal. Com 40 hectares de vinha em colinas, o patriarca Robert consolidou a produção de vinhos de qualidade. O cultivo ocorre em solo de xisto, proporcionando ótimo escoamento e luz solar. Próximo ao
Cor: Intensos tons de vermelho escuro. Aroma: Aroma complexo e intenso a Ameixas Negras e frutos silvestres, Flores de Esteva e a frescura do Eucalipto. Evidencia complexidade realçado pela extração minuciosa, um leve carácter seco típico do terroir de Dona Matilde. Sabor: Na boca é volumoso, com bastante exuberância de aromas e excelente acidez, mas muito elegante, resultando no equilíbrio perfeito e num final de boca longo e intenso.
Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto, foi fermentado parcialmente em barricas de carvalho francês e depósito de inox. A totalidade do lote passou depois por um estágio de 12 meses sobre borras finas com batonnage periódica, com um estágio final de 12 meses em garrafa. Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.