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Vinho Alvarinho Deu La Deu

7,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
A Adega Cooperativa Regional de Monção foi fundada a 11 de Outubro de 1958, por iniciativa de 25 viticultores e situa-se em plena Região Demarcada dos Vinhos Verdes, na sub-região de Monção e Melgaço. Aqui a matéria-prima, aliada à cuidada seleção das uvas e tecnologias moderna de vinificação, são a garantia da qualidade dos seus produtos, reconhecidos não só em Portugal, como também em grande parte do países da Europa, África, América do Norte e do Sul.
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Ficha informativa

Colheita
2024
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Adega Cooperativa Regional de Monção
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
7-14⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13.5

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Especiarias como canela e baunilha no nariz. Bastante complexo destacando aromas varietais assim como alguns frutos secos, avelã e amêndoa. Na boca permite uma acidez vibrante e os aromas estão bem presentes. Volume de boca, mineralidade e terminar longo. Toque da madeira permite estrutura de boca oferecendo elegância e equilíbrio.
Ferradosa é um vinho branco com fruta vibrante no nariz, com toques a pêssego, damasco e alguns frutos tropicais. A madeira está presente com algum aroma a baunilha e a fumados. Na boca, este vinho revela-se extremamente fresco, aparecendo uma mineralidade impressionante, que perfura os sabores da barrica, criando assim um vinho extremamente fresco, vibrante e equilibrado.
A CVD Companhia dos Vinhos do Douro é uma empresa que produz e comercializa vinhos provenientes da região do Douro de categoria DOC, de elevada qualidade e rigor técnico. Nesta jovem empresa está conjugado um profundo conhecimento da região com uma grande dose de profissionalismo e desenvolvimento, usando o melhor método enológico para obter vinhos modernos, grandiosos e capazes de despertar sensações agradáveis em prova. Atualmente com uma gama de produtos bastante mais diversificada, estes são fortes exemplos do que o terroir duriense tem para oferecer, que desde a simplicidade à sofisticação, podem ser apreciados em qualquer ocasião.
Cor aberta, de tom rosa avermelhado. Aromas discretos de fruta ácida, notas vegetais próprias da casta e predominância de especiarias resultantes da fermentação com engaço. Na boca, apresenta acidez média, mineralidade marcante e taninos muito finos.

Uvas frescas no seu ponto ideal de maturação, apanhadas à mão para caixas de 20 kg, são transportadas para a adega onde foram sujeitas a uma criteriosa escolha manual, desengace e suave esmagamento.

Vinho de cor citrina esverdeada, com aromas expressivos de fruta cítrica (Toranja) em perfeita sintonia com notas de tosta e florais. Na boca, tem muito volume e estrutura, suportadas por uma acidez viva e refrescante

100% Siria

Beira Interior

Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto plantadas nas vinhas da Fundação Eugénio de Almeida. Quando as uvas atingem o estado de maturação ideal são colhidas e transportadas para a adega, onde se inicia o processo tecnológico: desengace total e ligeiro esmagamento, prensagem, arrefecimento e clarificação do mosto. Uma parte do lote fermenta em depósito de aço inox, fermentando a outra parte em barricas de carvalho francês, à temperatura controlada de 16ºC. Após a fermentação segue-se um estágio, sobre borras finas com batonnage periódica, durante12 meses. Por fim, procede-se a filtrações, loteamentos, estabilização tartárica e proteica, filtração final e engarrafamento a que se segue um estágio final de 9 meses em garrafa.
Com uma cor granada fechada, este vinho impressiona pela sua intensidade e sofisticação. No nariz, revela uma exuberância de amora, groselha e um delicado toque de nata, perfeitamente harmonizadas com notas de madeira nobre seca e especiarias subtis. Em boca, destaca-se pela persistência física marcante, que envolve o paladar com profundidade e textura. O final é simultaneamente exigente e gentil, proporcionando um equilíbrio entre potência e conforto que encanta e convida a novas descobertas a cada gole. Um vinho de grande caráter e elegância, que promete momentos memoráveis.
Este vinho tem uma bela cor amarelo citrino. No nariz é elegante, fino, cheio e complexo. Na boca é muito fresco e frutado, com notas de pêra, marmelo e baunilha. Com a madeira bem integrada, quando está no copo, aromas de especiarias e nozes são liberados e torná-lo rico e muito interessante.
O Mirabilis branco é um vinho sublime feito com uvas provenientes de pequenas vinhas centenárias do Douro, onde predominam o Viosinho e o Gouveio. No paladar é suave e crocante, com extrema elegância e um equilíbrio perfeito entre frescura, estrutura e acidez. A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo é um local de extrema beleza, no coração do Douro, e propriedade da família Amorim desde 1999. A ligação da família ao vinho vem de longe, através da sua ligação às casas exportadoras de Vila Nova de Gaia, por via do negócio da cortiça, mas nessa data esta ligação resultou na concretização de um sonho e o projecto está hoje nas mãos da 4ª geração da família. Com uma história superior a 250 anos, a quinta exibe uma traça conservada e o edifício original da adega de 1764, após intervenções a car
De cor vermelha intensa com leves reflexos violáceos, tem um aroma intenso e elegante, em que sobressaem os frutos do bosque vermelhos e pretos, bem combinados com ligeiras notas florais e de especiarias que conferem complexidade. No paladar é um vinho encorpado com taninos finos e sedosos bem envolvidos pela fruta. Final persistente. Vinho de “terroir”.
Rubi profundo com centro completamente opaco. Aroma muito intenso de fruta preta tipo amoras e cassis, cedro, couro, fumo e tosta madeira. Muito encorpado, com taninos poeirentos, lembrando pó de giz. Acidez vibrante que se mantém durante toda a prova. Final muito longo.
Este Barcelo Fugitivo monovarietal é um vinho com um carácter distinto, delicadeza aromática e excelente estrutura, produzido segundo métodos de vinificação ancestrais com uvas de vinhas velhas. Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem. Nasceu assim a nova Casa da Passare
Principal Grande Reserva Branco Magnum junta as castas Chardonnay e Sauvignon Blanc num clima de influência Atlântica, produzindo um vinho com notas florais, para além de notas cítricas e tostadas, assim como de grande elegância e estrutura.
Existem vinhos eternos. São vinhos que nos contam histórias e que nos fazem parar no tempo. Videira a videira, lemos o nosso mundo, as rugas da vinha velha, muito velha, guardadoras de sonhos, encantos, promessas, um diário vivo de sabedoria e resiliência, a guardar a história de cada vindima.