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Vilarissa Valley Magnum

19,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Antes da constituição da Barão de Vilar, a família Van Zeller era proprietária da Quinta do Noval, uma das mais reputadas quintas do sector do Vinho do Porto, de onde é oriundo o mítico "Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos mundiais do século XX pela Wine Spectator. Atualmente, a Barão de Vilar passou a designar-se por Van Zeller Wine Collection, uma empresa que representa uma coleção de valores, ideias, histórias e vinhos.
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Ficha informativa

Colheita
2023
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Van Zeller Wine Collection
País
Portugal
Capacidade
1,5L
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13.5

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De cor vermelho cereja escuro com rebordo encarnado, limpo e intenso, tem um nariz de frutas vermelhas, minerais, coco, madeira e toques de especiarias, potente, espressivo e elegante e apresenta uma boca potente, frutado, tostados, intenso, com boa acidez e final comprido e ligeiramente fumado.
Cor amarelo limão. Aroma muito intenso e poderoso, muito fresco, dominado pela mineralidade tão característica do Viosinho, em equilíbrio com notas de frutos de polpa branca - como pêra e ameixa - e madeira muito bem integrada e de grande qualidade. Extraordinariamente elegante, com muito volume, fresco e muito bem equilibrado. Retrogosto excepcionalmente longo com notas florais e frutadas.
As uvas são desengaçadas, não esmagadas, e enviadas para “vinimatics”, onde permanecem durante 6 a 10 horas, a uma temperatura controlada que não ultrapassa os 12ºC. Depois são prensadas e enviadas para a câmara frigorífica, onde fermentam a temperatura controlada entre 13 e 15ºC. Estágio: 10 meses em barricas novas de carvalho Húngaro.
A cor é rubi profundo típico da casta. No nariz um ligeiro destaque de vegetais nuances que combinam com notas finas de frutos maduros e notas terciárias típicos da variedade, como café e especiarias, oferecendo um monte de complexidade e intensidade. Na boca mostra tem um perfil que permite que ser consumido enquanto jovem, no entanto, certamente vai premiar aqueles que escolhem para a evolução na garrafa.
O Alto dos Amores – provavelmente, a mais extraordinária paisagem do Dão – foi, desde sempre, o ponto de encontro dos casais apaixonados da Vila de Santar. Se, em tempos, a magia desta paisagem servia para conquistar corações, hoje, as uvas que ali nascem, servem para conquistar o gosto mais exigente dos apaixonados por vinho. É esta história de amor que serve, diariamente, de inspiração a todos os que trabalham para produzir este monocasta de Touriga Nacional da Casa de Santar.
Gloria Reynolds Art & Tradition Branco 2021 é um branco do Alentejo que combina profundidade aromática, textura cremosa e frescura vibrante. Feito para quem aprecia vinhos brancos ricos, com carácter, equilíbrio entre fruta e mineralidade, e um final persistente, muito frontal e elegante.
O Coche é o Branco mais cobiçado da Niepoort e que tem o perfil mais próximo de um grande Borgonha. Na definição do seu perfil, procuramos complementar o equilíbrio de fruta e com complexidade do estágio em carvalho francês, de primeiro ano e tosta baixa, da tanoaria François Frères. No nariz o estágio em madeira traduz-se em notas de mel, frutos secos e brioche que estão muito bem integradas com uma base aromática a alperce e citrinos e algumas de ervas aromáticas. Na boca tem a estrutura semelhante a um grande Borgonha: elegante, com álcool moderado e elevada complexidade aromática. O final é persistente e longo, complementado por uma excelente acidez que promete uma fantástica evolução em garrafa. No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa
Com Quintas no Douro Superior, em redor de Almendra, a Casa Agrícola Roboredo Madeira está ligada à viticultura na região, desde o final do século XIX. Atualmente, a vinha mais antiga remonta a 1966, e desde então, foram introduzidas novas castas tradicionais, reconvertidas a modo de produção biológica. Com a construção da adega, desde 2004 que se produz vinhos que são o reflexo da paixão pela terra e do respeito pela natureza, que cheiram e sabem à terra, ao xisto, à esteva, às flores e aos frutos silvestres.
Cor citrina com reflexos esverdeados e aspeto brilhante. Aroma fino de grande complexidade, sobressaindo futos de polpa branca como pêssego de vinha. Marcado pela mineralidade granítica do terroir. Na boca revela uma acidez fesca e intensa equilibrada pela estrutura e textura linear. Final de boca longo e persistente.
Cor palha. Bouquet elegante e fresco, com abundantes notas de tosta, frutos secos, misturando citrinos e minerais e com as notas suaves de barrica. Na boca muito bom corpo e acidez perfeita, surgindo no final com notas mais tostadas. Longo e persistente.
Um vinho de cor vermelha intensa e brilhante. Aromas a frutos vermelhos, com notas de especiarias, conferidas pela madeira. Sabor rico, com taninos sumarentos bem presentes, onde a Touriga Nacional oferece elegância, juntamente com as notas frutadas da Touriga Franca, e volume proporcionado pela Tinta Roriz, terminando persistente e saboroso. A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez que estes c