Este site contém informação sobre bebidas alcoólicas. Confirme que tem idade legal para consumir bebidas alcoólicas.

Vinho Casa de Mouraz Tinto

13,90 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Na Casa de Mouraz, todas as vinhas são cultivadas de forma ecológica, sem o uso de herbicidas ou agroquímicos sintéticos, certificadas pela ECOCERT desde 1996. O solo é fertilizado através da sementeira de plantas e adubos orgânicos. Os tratamentos das vinhas utilizam produtos naturais como cobre, enxofre, algas marinhas, argila e tisanas de plantas. A agricultura biológica na Casa de Mouraz é guiada pelo respeito ao solo, às plantas, ao ser humano e à vida em sua diversidade e integridade ecológica. Menos manipulado, o solo produz um vinho mais autêntico, refletindo fielmente o terroir e a vinha onde foi criado. Desde o final de 2006, a Casa de Mouraz também adota práticas biodinâmicas, buscando aprofundar a harmonia entre o solo, as plantas, os animais e o ser humano.
01664

Ficha informativa

Colheita
2021
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Casa de Mouraz
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13

16 outros produtos na mesma categoria:

Produzido a partir das castas Trincadeira e Aragonês, apresenta-se encorpado, complexo e elegante, com aroma a fruta passa e essências das madeiras de estágio. Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
Uma mistura elegante, muito mineral, de aroma intenso, com notas cítricas e frutos de cominho, ligeira especiaria, com boa integração da madeira. Vinho cheio de boca, fresco, com final longo e persistente. Excelente corpo e concentração devido ao amadurecimento das uvas na época da colheita.Cor cítrica, clara e clara. Intenso e volumoso, com uma acidez vibrante e bem integrada.
Um vinho com uma extrema complexidade, evidenciada pelos anos de estágio em garrafa, que lhe conferiram maturidade sensorial sem eliminar a frescura dos aromas, com uma suavidade o equilíbrio que só longos anos de estágio permitem alcançar.

Um alvarinho elegante com aromas típicos da
casta, predominando os aromas a frutos tropicais e
a estrutura suave conferido pela madeira de
carvalho francês durante 3 meses.

A harmonia e delicadeza do sabor frutado, pouca
acidez, fresco e estruturado, fazem deste vinho um
vinho singular no mundo dos vinhos.

O Château Coucy é macio, frutado e agradável ao paladar. É um vinho de mesa que harmoniza bem com pratos simples e até sobremesas. Recomendamos com carnes vermelhas (cordeiro) ou brancas (frango). Vinificação: fermentação alcoólica em cubas com temperatura controlada (a uma temperatura média de 28°C). Fermentação malolática em cubas, onde 1/3 da produção estagia em barricas de carvalho francês durante 12 meses para conferir ao vinho mais corpo e estrutura. O restante estagia em cubas de betão.
Ruby. É limpo, muito elegante e bastante frutado. Apresenta notas de Cereja e ameixa maduras, que misturadas com notas de cassis que lhe conferem a complexidade aromática que o torna um vinho muito rico e interessante. É frutado, fresco e saboroso. Revela-se expressivo pelas notas de cereja e ameixa bem madura, taninos suaves e a acidez equilibrada atribuem-lhe complexidade e um final longo.
Aroma apelativo com notas discretas de frutos tropicais frescos, complexadas com ligeiras nuances do balseiro onde fermentou e estagiou e um agradável enxofre vulcânico. Na boca tem uma acidez refrescante e mineralidade. Volume muito envolvente e persistente. Final salino.
Castas Escondidas é um vinho tinto produzido com variedades menos comuns no Douro, normalmente incluídas nos lotes de Vinho do Porto, que visa preservar a biodiversidade e revelar o terroir desta região através de vinhos únicos, distintos e inesquecíveis. A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inova
Proibido Déjà Vu é um vinho cativante, com um aroma intenso a frutos vermelhos maduros. Na boca, revela uma excelente estrutura e equilíbrio, com uma textura envolvente e um final longo e persistente, demonstrando um grande potencial de envelhecimento. Márcio Lopes nasceu no Porto, em 1983, e o seu gosto pela ruralidade cresceu na companhia dos seus avós, que sempre trabalharam na agricultura. Depois de ter tirado a licenciatura de Engenharia Agronómica, que terminou em 2006, começou a trabalhar com Anselmo Mendes já em 2005, em Melgaço. Depois em 2008 esteve na Austrália, onde realizou duas vindimas, em Rutherglen e na Ilha da Tasmânia. Em 2010, começou com dois projectos pessoais, Pequenos Rebentos e Proibido. Em 2017, abraçou um novo projeto na Ribeira Sacra, Espanha.
Um vinho que desafia convenções e celebra a união entre o passado e o presente. “Sátiro”, pela ousadia e ironia de combinar métodos separados por séculos, e “Clandestino”, pela diferença e irreverência no seu processo de produção. Produzido no Alentejo, este vinho resulta de uma filosofia única que conjuga os saberes ancestrais da região com as tecnologias mais inovadoras. A fermentação acontece num lote singular que junta talhas de barro tradicionais, inspiradas na prática romana, e modernos lagares de aço inox, com temperaturas controladas e pisadores automáticos. O Sátiro Clandestino Tinto é a expressão perfeita de um equilíbrio entre tradição e inovação, um convite a redescobrir a essência da produção alentejana com um toque de modernidade.
Com uma cor petróleo pouco convencional e ligeiramente nublada, este vinho revela no nariz uma exuberância intrigante, onde toques oxidativos se fundem com uma leve redução, lembrando pólvora. A fruta cristalizada surge subtilmente em segundo plano, acrescentando uma delicadeza que se equilibra com a intensidade do conjunto. Na boca, o vinho arranca de forma fina, ganhando um volume impressionante à medida que se desenvolve, terminando com uma presença dominante e marcante. De caráter original, é um vinho gastronómico que combina complexidade e força, perfeito para harmonizar com pratos desafiadores e para aqueles que buscam uma experiência única e memorável.
O Soalheiro Alvarinho tem uma cor amarelo-limão brilhante. Este vinho distingue-se pelo seu aroma fresco e elegante, revelando de imediato, no nariz, a extraordinária complexidade da casta Alvarinho. O sabor deste vinho, com intensas notas tropicais e minerais, está perfeitamente equilibrado com a acidez e com o seu moderado teor alcoólico.
O Calda Bordaleza é um vinho de cor rubi escura e aroma denso, elaborado a partir das castas Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot. Na boca apresenta uma boa estrutura e uma textura sedosa. É vivo, complexo e concentrado, mas fresco, com notas de frutos vermelhos, anis, balsâmico, ligeiro chocolate e tosta suave e elegante, com um final longo. Uma família que há várias gerações se dedica à cultura da vinha e à produção de vinho. Atualmente trabalham 170 hectares em duas propriedades no centro de Portugal: Quinta de São Mateus e Quinta de Vale de Azar. São produzidos vinhos apoiados num conceito enológico de máximo respeito pelas uvas, com uso praticamente exclusivo de gravidade em todo o ciclo de vinificação e com exclusão de quaisquer produtos enológicos.