Aroma apelativo com notas discretas de frutos tropicais frescos, complexadas com ligeiras nuances do balseiro onde fermentou e estagiou e um agradável enxofre vulcânico.
Na boca tem uma acidez refrescante e mineralidade. Volume muito envolvente e persistente. Final salino.
O Quinta do Vesúvio tinto encanta com sedutores aromas florais, cravinho e nuances de fumo da madeira. No paladar, frutas ricas e acidez equilibrada destacam-se, enquanto os taninos finos conferem imponente estrutura, definindo a excelência característica da Quinta do Vesúvio.
A propriedade Quinta do Vesuvio remonta ao século XIX e pertence à família Symington, desde 1989.
Uma magnífica Quinta da região do Douro, totaliza cerca de 326 hectares, dos quais 133 são plantados com vinha.
O contraste entre as cotas da propriedade, proporciona aos vinhos estrutura, complexidade e potencial de envelhecimento inigualáveis, bem como a preservação dos métodos tradicionais de produção de vinho, que destacam a Quinta do Vesuvio como a única que continua ativamente a criar os seus vinhos com esta bas
A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo é um local de extrema beleza, no coração do Douro, e propriedade da família Amorim desde 1999. A ligação da família ao vinho vem de longe, através da sua ligação às casas exportadoras de Vila Nova de Gaia, por via do negócio da cortiça, mas nessa data esta ligação resultou na concretização de um sonho e o projecto está hoje nas mãos da 4ª geração da família. Com uma história superior a 250 anos, a quinta exibe uma traça conservada e o edifício original da adega de 1764, após intervenções a cargo do Arquitecto Arnaldo Barbosa.
A marca Cartuxa é um dos principais ativos da Fundação Eugénio de Almeida e atual marca “umbrela” da Adega Cartuxa. A insígnia traduz a identidade dos vinhos Vinea, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e do mítico Pêra-Manca. Excelência, qualidade e individualidade, num estilo muito próprio que marca a diferença e define um clássico do Alentejo. A aposta da Fundação Eugénio de Almeida na criação de produtos de excelência tem sido reconhecida ao longo dos últimos anos com diversos prémios.
Criar um vinho é uma arte que em Portugal fomos aperfeiçoando ao longo de séculos, hoje reforçada por um maior conhecimento e melhores meios.
A experiência adquirida ao longo do tempo por João Portugal Ramos, leva-o a acreditar que um vinho reflete a natureza da terra que o viu nascer e é a expressão de quem o produz. O saber, a experiência e a tecnologia permitem aperfeiçoar com rigor os diversos fatores que influenciam a personalidade de um vinho.
Cor granada com grande profundidade. O aroma mostra a exuberância da fruta madura e notas de feno fresco, terra molhada, baunilha e especiarias. Na boca, surpreende pela pujança, textura aveludada e riqueza aromática, num conjunto atraente e moderno.
Tenuta San Guido é uma propriedade de 2500 hectares com cerca de uma centena de vinhas. Foi a primeira adega a produzir na década de 40 um vinho feito com Cabernet Sauvignon, graças às experiências e à visão do seu fundador, Marquês Mario Incisa della Rocchetta. A utilização desta casta particular e o envelhecimento do vinho em barricas, lançaram as bases do estilo Bolgheri.
A adega é a única com direito à produção do DOC Bolgheri Sassicaia.
Produzido a partir das castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinto Cão, este vinho duriense apresenta uma cor intensa exuberante. No nariz expressa-se pelos aromas de frutas silvestres, harmonizados com as notas de barrica bem integradas. Na boca é bem estruturado e com apetência gastronómica.
A Quinta da Romaneira localiza-se em Cotas e é uma das maiores propriedades da região vitivinícola do Douro, com um total de 412 hectares e 3 quilómetros de área que percorrem as margens do rio Douro.
Fermentado com as películas, tem cor dourada e aroma rico, com casca de laranja, flores de citrinos, especiarias exóticas. Cheio e sólido, com algum tanino, mas ao mesmo tempo leve, elegante, notas de laranja amarga, avelãs, marmelo. Imensa complexidade e carácter, notável frescura, enorme presença.
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira, no Douro Superior, com 114 hectares de vinha.
Com localização privilegiada na Região Demarcada do Douro, a Quinta do Crasto é propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século. Como costuma ser com as grandes Quintas do Douro, a origem da Quinta do Crasto remonta a tempos longínquos - o nome Crasto deriva do latim "castrum", que significa forte romano.
Um dos vinhos mais prestigiados e emblemáticos da Austrália, esta colheita reflecte um equilíbrio excecional entre tradição, inovação e qualidade. De cor vermelho-púrpura com laivos negros, apresenta aromas poderosos e complexos de frutos pretos maduros (amora, ameixa), chocolate preto e alcaçuz, com notas subtis de especiarias doces, baunilha e carvalho tostado provenientes do seu envelhecimento em barris de carvalho americano. O bouquet evolui com o tempo, oferecendo nuances terrosas, couro, tabaco e, por vezes, violeta.
Poderoso vinho tinto no icônico estilo ultramarino, com 18 meses de estágio em barricas de carvalho pequeno; o Grange BIN 95 da Penfolds encanta com sua estrutura opulenta e profundidade luxuosa.
Duas Quintas tinto é um vinho macio, frutado e fresco, com aroma concentrado e complexo a ameixas e cerejas. Na boca, é denso com taninos aveludados e final especiado e estruturado.
Fundada por Adriano Ramos Pinto em 1880, a Casa Ramos Pinto depressa se fez notar pela sua estratégia de inovação e pioneirismo. Associada a vinhos engarrafados de qualidade e com uma estratégia de vanguarda, esta empresa apoia-se na modernização dos circuitos de seleção, lotagem e envelhecimento, na investigação vitivinícola constante e no especial cuidado que Adriano Ramos Pinto dedicou à embalagem e promoção dos seus vinhos. Os vinhos Ramos Pinto tornaram-se, assim, uma referência de qualidade.
Cor: Palha intensa com ligeiríssimos reflexos esverdeados.
Aroma: Aroma vivo, intenso, revelando já alguma profundidade. Sobressaem os frutos cítricos maduros, ligeiro tropical fresco, flores amarelas e brancas e uma nuance a um aroma apetrolado. Belíssimo conjunto suportado por suaves notas provenientes do estágio em barricas. Mineral.
Paladar: Ataque seco e ao mesmo tempo sedoso. Acidez muito equilibrada e que se prolonga até ao final. Textura densa e ao mesmo tempo elegante. Explosão cítrica e floral.
Final persistente e muito longo suportado pelas sensações de barrica. Muito
coerente.