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Anselmo Mendes Tempo

85,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Fermentado com as películas, tem cor dourada e aroma rico, com casca de laranja, flores de citrinos, especiarias exóticas. Cheio e sólido, com algum tanino, mas ao mesmo tempo leve, elegante, notas de laranja amarga, avelãs, marmelo. Imensa complexidade e carácter, notável frescura, enorme presença.
03772

Ficha informativa

Colheita
2020
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Anselmo Mendes
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
12-14⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
12

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Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem. Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Criar um vinho é uma arte que em Portugal fomos aperfeiçoando ao longo de séculos, hoje reforçada por um maior conhecimento e melhores meios. A experiência adquirida ao longo do tempo por João Portugal Ramos, leva-o a acreditar que um vinho reflete a natureza da terra que o viu nascer e é a expressão de quem o produz. O saber, a experiência e a tecnologia permitem aperfeiçoar com rigor os diversos fatores que influenciam a personalidade de um vinho.

O Barca Velha de 1991 tem uma intensa e brilhante cor rubi e uma grande harmonia de aromas complexos, com forte presença de frutos vermelhos bem maduros e uma excelente componente de especiarias. Na boca, revela-se volumoso, de acidez viva e bem integrada, com taninos macios e de excelente qualidade. O final é muito longo e complexo.

Barca Velha, símbolo inquestionável da qualidade mais alta dos vinhos do Douro. Clássico, intenso, complexo e elegante, são os adjetivos que descrevem o que foi, desde a sua criação em 1952, o vinho português mais célebre. O Barca Velha é a base sobre a qual a reputação de Casa Ferreirinha cresceu, sendo declarado em anos realmente excecionais.

DOURO

O vinho Palácio Palmeira Eminência branco, produzido a partir da casta Loureiro, irradia elegância e sofisticação, destacando-se pela fruta citrina de qualidade superior e pelos seus delicados toques florais. A sua textura untuosa e perfeitamente equilibrada em acidez, personifica a classe e distinção em cada gole.
Citrina com ligeiros laivos salmonados. Fruta vermelha fresca com ligeiras notas cítricas. Na boca fresco e elegante. Na boca crocante, elegante, realçando a fruta e a frescuradas castas.
ESGOTADO
Chryseia 2011 é um vinho extraordinariamente incrível. A sua cor muito escura e intensa, reflete o que de bom o Douro Vinhateiro consegue colocar numa garrafa. No nariz é frutado, rico em aromas a cerejas pretas, ameixa preta e chocolate, com as notas a carvalho bem integrado e discreto. Na boca revela uma belíssima estrutura, frescura e mineralidade, onde os taninos aveludados são longos, flexíveis e elegantes. Termina longo, persistente e cremoso. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a elegância e o equilíbrio, tendo profundidade sem ser pesad
Duas Quintas tinto é um vinho macio, frutado e fresco, com aroma concentrado e complexo a ameixas e cerejas. Na boca, é denso com taninos aveludados e final especiado e estruturado. Fundada por Adriano Ramos Pinto em 1880, a Casa Ramos Pinto depressa se fez notar pela sua estratégia de inovação e pioneirismo. Associada a vinhos engarrafados de qualidade e com uma estratégia de vanguarda, esta empresa apoia-se na modernização dos circuitos de seleção, lotagem e envelhecimento, na investigação vitivinícola constante e no especial cuidado que Adriano Ramos Pinto dedicou à embalagem e promoção dos seus vinhos. Os vinhos Ramos Pinto tornaram-se, assim, uma referência de qualidade.
Surpreendentemente fresco e jovem, mas aromaticamente complexo e profundamente expressivo do seu local de nascimento em solo de xisto vermelho, a mineralidade insistente do “Erdener Treppchen” é imediatamente aparente, mas perfeitamente entrelaçada na textura terrosa do vinho.
Nascido nas encostas vertiginosas do Mosel, Saturn surge de vinhas centenárias não enxertadas, fruto da visão audaciosa de Ernst Loosen. Com apenas algumas centenas de garrafas produzidas, é tão raro como o terroir que o moldou. Para quem procura algo verdadeiramente transcendental.

Branco:Aqui encontram-se, respetivamente, as castas Chardonnay e Sauvignon Blanc que, após fermentação em barricas de carvalho francês, dão origem a um vinho complexo e único, onde os aromas de fruta tropical, de lima e a mineralidade estão aliados às notas tostadas da barrica e à acidez fresca e persistente

Fresco e convidativo, carregado de aromas de fruta (citrinos e algum pêssego), folhas de louro, flores de tília, tenso e muito limpo. Boa carga mineral, directo, no palato a mostrar-se com fruta (citrinos, pêssego) e rebuçado, com uma acidez de belo efeito, refrescando o palato a cada trago com uma boa secura de fundo.