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Barca Velha 1991

890,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis

O Barca Velha de 1991 tem uma intensa e brilhante cor rubi e uma grande harmonia de aromas complexos, com forte presença de frutos vermelhos bem maduros e uma excelente componente de especiarias. Na boca, revela-se volumoso, de acidez viva e bem integrada, com taninos macios e de excelente qualidade. O final é muito longo e complexo.

Barca Velha, símbolo inquestionável da qualidade mais alta dos vinhos do Douro. Clássico, intenso, complexo e elegante, são os adjetivos que descrevem o que foi, desde a sua criação em 1952, o vinho português mais célebre. O Barca Velha é a base sobre a qual a reputação de Casa Ferreirinha cresceu, sendo declarado em anos realmente excecionais.

DOURO

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O Casal de Vale Pradinhos é uma exploração agrícola com 450 hectares, estabelecida em 1913 e propriedade da família Pinto de Azevedo desde então. Os vinhos aqui produzidos são uma combinação de castas indígenas como a Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Amarela e Malvasia Fina, e reputadas castas internacionais, nomeadamente Cabernet Sauvignon, Gewürztraminer e Riesling. Maria Antónia Pinto de Azevedo Mascarenhas, bisneta do fundador Manoel Pinto de Azevedo, é a atual proprietária do Casal de Vale Pradinhos. Tem vindo a implementar a sua visão nos vinhos que aqui se vinificam desde que assumiu o controlo da propriedade em 1994. A sua filha, Maria, será a 4ª geração de mulheres diretamente envolvidas na gestão da propriedade.

O Porto Quinta Vale D. Maria Colheita 1969 é uma relíquia histórica que celebra mais de cinco décadas de maturação lenta em cascos de carvalho na cave da Quinta Vale D. Maria, no Douro. Proveniente de uvas brancas cuidadosamente colhidas em 1969 — ano em que o mundo vivia mudanças marcantes — este Colheita resulta de um único lote, revelando o património e o savoir-faire da mais antiga tradição de Vinhos do Porto na região.

No copo, exibe um âmbar intenso com reflexos dourados. O aroma é convidativo, com notas de frutos secos — amêndoas torradas, avelãs — combinadas com nuances de mel silvestre, caramelo e um toque de casca de citrinos que oferece frescura. O final é longo e memorável, persistindo com um requinte que só vinhos tão antigos conseguem proporcionar.

A Barão de Vilar, Vinhos S.A. foi constituída em Janeiro de 1996, a partir de um stock de vinhos adquirido por Fernando Luiz Van Zeller, cedido aos seus dois filhos Fernando e Álvaro. A sua denominação social recupera um título nobiliárquico concedido por D. Maria II de Portugal a Cristiano Nicolau Kopke, o 1º Barão de Vilar, em 1836, que por descendência, se encontra na posse direta da família. Antes da constituição da Barão de Vilar, a família Van Zeller era proprietária da Quinta do Noval, uma das mais reputadas quintas do sector do Vinho do Porto, de onde é oriundo o mítico "Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos mundiais do século XX pela Wine Spectator. Atualmente, a Barão de Vilar passou a designar-se por Van Zeller Wine Collection, uma empresa que represe
Na sua cor tem um vermelho rubi bem forte e intenso. No aroma é intenso e persistente com notas de frutos vermelhas em compota, e breves notas de especiarias (pimenta). Na boca é encorpado e com taninos bem presentes, mas redondo, com boa acidez para equilibrar. No final fica na boca uma duradoura memória sensorial.
Herdade Papa Leite Religiosamente Guardado é um vinho tinto de edição limitada, obtido pelas castas Syrah, Alicante Bouschet, Merlot e Cabernet Sauvignon. Apresenta-se de cor granada e de aromas a fruta preta madura, como a ameixa. Destacam-se, igualmente, notas de especiaria fina e frutos secos. Na boca é muito equilibrado, incrivelmente fresco e volumoso. A Herdade Papa Leite, situada em Alter do Chão, em pleno coração do Alto Alentejo, remonta ao século XVII, podendo ainda hoje, se encontrar marcos dessa época. Depois de muitas famílias por ali passarem, foi Filipe Barreiros Cardoso, que apaixonado pela propriedade, adquiriu-a, concretizando com o apoio da sua família e equipa, um sonho antigo de produzir produtos de grande qualidade. Assim a herdade foi expandida e revitalizada, conta
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira, no Douro Superior, com 114 hectares de vinha. Com localização privilegiada na Região Demarcada do Douro, a Quinta do Crasto é propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século. Como costuma ser com as grandes Quintas do Douro, a origem da Quinta do Crasto remonta a tempos longínquos - o nome Crasto deriva do latim "castrum", que significa forte romano.
É um vinho de aspeto límpido e brilhante de cor amarela esverdeada No aroma surge uma fruta tropical acompanhada de lima, marmelo e frutos secos Na boca tem boa acidez, é macio, complexo, com notas de caramelo, compota e baunilha, tudo integrado num conjunto fresco e equilibrado Ideal para acompanhar pratos de peixe e marisco.
Este é um vinho complexo que combina a frescura típica dos brancos da Romaneira com uma profundidade de sabor e complexidade estrutural que o torna um magnífico exemplo do pleno potencial destas grandes castas de uva branca do Douro quando cultivadas no terroir vinícola de excelência como o de Pulga.
A marca Cartuxa é um dos principais ativos da Fundação Eugénio de Almeida e atual marca “umbrela” da Adega Cartuxa. A insígnia traduz a identidade dos vinhos Vinea, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e do mítico Pêra-Manca.