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Religiosamente Guardado Herdade Papa Leite

240,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Herdade Papa Leite Religiosamente Guardado é um vinho tinto de edição limitada, obtido pelas castas Syrah, Alicante Bouschet, Merlot e Cabernet Sauvignon. Apresenta-se de cor granada e de aromas a fruta preta madura, como a ameixa. Destacam-se, igualmente, notas de especiaria fina e frutos secos. Na boca é muito equilibrado, incrivelmente fresco e volumoso. A Herdade Papa Leite, situada em Alter do Chão, em pleno coração do Alto Alentejo, remonta ao século XVII, podendo ainda hoje, se encontrar marcos dessa época. Depois de muitas famílias por ali passarem, foi Filipe Barreiros Cardoso, que apaixonado pela propriedade, adquiriu-a, concretizando com o apoio da sua família e equipa, um sonho antigo de produzir produtos de grande qualidade. Assim a herdade foi expandida e revitalizada, conta
03074

Ficha informativa

Colheita
2011
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Herdade Papa Leite
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
15

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O Barca Velha de 2000 tem uma intensa cor rubi e um aroma de grande complexidade, com presença de frutos vermelhos bem maduros, como a ameixa e a framboesa, e especiarias como o cravinho e a canela. Ligeiros aromas mentolados são encontrados nesta colheita, que se destaca pela sua excelente estrutura tanínica e equilíbrio em acidez. A Casa Ferreirinha, adquirida pela Sogrape Vinhos em 1987, e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII, pela mão de Bernardo Ferreira, que viu a fórmula refinada pelos descendentes, especialmente por sua neta Dona Antónia Adelaide Ferreira, que carinhosamente ficou conhecida por "Ferreirinha" ou "Ferreirinha-da-Régua" pelas gentes da sua terra. Pelas mãos de Dona Antónia, que duas vezes viúva se viu à
O Quinta da Foz Reserva Vinhas Velhas tinto é produzido a partir das castas Touriga Nacional, Tinta Roriz e Touriga Franca, prevenientes das vinhas velhas da propriedade. Com um estágio de 18 meses em barricas de carvalho francês, exibe uma deslumbrante cor vermelho cereja e aromas complexos e intensos, marcados por frutos vermelhos, ameixa preta e suaves notas florais. Também as nuances de chocolate negro e especiarias provenientes do carvalho francês, complementam os aromas deste vinho. No paladar revela-se encorpado, com notas de frutas frescas e taninos aveludados perfeitamente integrados, conferindo elegância e um final de boca agradável e persistente. A Quinta da Foz está localizada em pleno Douro Vinhateiro, na sub-região de Cima Corgo, na freguesia de Gouvães do Douro, Sabrosa, e
A Barão de Vilar, Vinhos S.A. foi constituída em Janeiro de 1996, a partir de um stock de vinhos adquirido por Fernando Luiz Van Zeller, cedido aos seus dois filhos Fernando e Álvaro. A sua denominação social recupera um título nobiliárquico concedido por D. Maria II de Portugal a Cristiano Nicolau Kopke, o 1º Barão de Vilar, em 1836, que por descendência, se encontra na posse direta da família. Antes da constituição da Barão de Vilar, a família Van Zeller era proprietária da Quinta do Noval, uma das mais reputadas quintas do sector do Vinho do Porto, de onde é oriundo o mítico "Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos mundiais do século XX pela Wine Spectator. Atualmente, a Barão de Vilar passou a designar-se por Van Zeller Wine Collection, uma empresa que represe
Castas: Bical e maria Gomes / bairrada
Vinificação do Vinho Quinta das Bageiras Pai Abel Branco: é um vinho de uvas adquiridas com cerca de 15 anos, as quais se reduz drasticamente a produção. Foi vinificado de bica aberta, sendo o mais colocado em pequenos decantadores de 1 m³, onde permaneceu entre 24 a 36 horas para fazer a decantação através da utilização natural. No final deste processo, fermenta em barricas usadas de carvalho francês e compra na região de Borgonha. Foi feita uma ligação e estagnada nas barricas até ficar completamente límpida, de forma natural. Engarrafado sem filtragem ou colagem.
Brilhante e límpido com uma leve cor citrina. Frutado e fresco. Aromas limpos e agradáveis adicionam um buquê rico e interessante. A maçã verde é a mais evidente. Apresenta-se com uma mineralidade suave, muito bem equilibrado e de estrutura média.
Produzido em homenagem a Dona Antónia Adelaide Ferreira. Um vinho único, pois é feito a partir de uma vinha no Rio Torto plantada maioritariamente na década de 1940, com um field blend de mais de 30 castas. Um vinho muito raro, só produzido em anos excepcionais, e em quantidades muito reduzidas (aproximadamente 4000 garrafas). O ADELAIDE provém de uma parcela de vinhas muito velhas (algumas com mais de cem anos), com uma mistura de mais de 30 castas diferentes, com : Touriga Franca, Rufete, Tinta Roriz, Tinta Amarela, Tinta Barrroca, Tinta Nascida, Malvasia Preta, Mourisco, Bastardo, Touriga Nacional, Tinta Bairrada, Tinta da Barca, Tinta Francisca, Tinta Carvalha, Moscatel de Hamburgo, Tinta Pomar, Piriquita, Moreto, entre outras.
Cor palha com reflexos dourados. Aroma de grande intensidade, elegância e complexidade, com notas de toranja, lima, zimbro, pão torrado e pedra de isqueiro. Na boca, grande sensação de frescura e untuosidade, muito profundo, tenso e longo!
Expressivo. Fresco. Refinado. O Post Scriptum é o vinho parceiro do Chryseia. Proveniente dos mesmos vinhedos, o seu perfil é semelhante, com fruta expressiva, fresca e concentrada, aliada a um equilíbrio e elegância exquisitos. É levemente amadeirado e mais acessível em tenra idade.