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Arca Nova - Vinho Verde

6,85 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Brilhante e límpido com uma leve cor citrina. Frutado e fresco. Aromas limpos e agradáveis adicionam um buquê rico e interessante. A maçã verde é a mais evidente. Apresenta-se com uma mineralidade suave, muito bem equilibrado e de estrutura média.
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A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo é um local de extrema beleza, no coração do Douro, e propriedade da família Amorim desde 1999. A ligação da família ao vinho vem de longe, através da sua ligação às casas exportadoras de Vila Nova de Gaia, por via do negócio da cortiça, mas nessa data esta ligação resultou na concretização de um sonho e o projecto está hoje nas mãos da 4ª geração da família. Com uma história superior a 250 anos, a quinta exibe uma traça conservada e o edifício original da adega de 1764, após intervenções a cargo do Arquitecto Arnaldo Barbosa.

O Menin Reserva Branco nasce da combinação das castas Viosinho, Gouveio e Arinto, com parcelas localizadas em cotas que variam dos 450 aos 500m de altitude. Um vinho muito expressivo e complexo, com um perfil elegante, fresco e mineral.

Vinho de nariz muito fino e expressivo, com notas de manga fresca, leve tangerina, lavanda e pimenta branca. Muito elegante, fresco e mineral, mas simultaneamente pleno de fruta, com final levemente especiado e longo. Um vinho extremamente gastronómico, mas também capaz de belos momentos a solo.

Vol. 13%

60% Viosinho
20% Gouveio
15% Rabigato
5% Arinto
Ruby. É limpo, muito elegante e bastante frutado. Apresenta notas de Cereja e ameixa maduras, que misturadas com notas de cassis que lhe conferem a complexidade aromática que o torna um vinho muito rico e interessante. É frutado, fresco e saboroso. Revela-se expressivo pelas notas de cereja e ameixa bem madura, taninos suaves e a acidez equilibrada atribuem-lhe complexidade e um final longo.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Este vinho é produzido a partir da casta Malvasia, casta típica da região e que permite ostentar a designação D.O.C. Colares. A vinha tem a particularidade de estar instalada em solos tradicionalmente designados "chão de areia". O clima é muito específico devido à proximidade do mar e da serra de Sintra. O vinho exprime toda essa especificidade climática e pedológica da região.
Fermentado com as películas, tem cor dourada e aroma rico, com casca de laranja, flores de citrinos, especiarias exóticas. Cheio e sólido, com algum tanino, mas ao mesmo tempo leve, elegante, notas de laranja amarga, avelãs, marmelo. Imensa complexidade e carácter, notável frescura, enorme presença.
Criar um vinho é uma arte que em Portugal fomos aperfeiçoando ao longo de séculos, hoje reforçada por um maior conhecimento e melhores meios. A experiência adquirida ao longo do tempo por João Portugal Ramos, leva-o a acreditar que um vinho reflete a natureza da terra que o viu nascer e é a expressão de quem o produz. O saber, a experiência e a tecnologia permitem aperfeiçoar com rigor os diversos fatores que influenciam a personalidade de um vinho.
Os vinhos Almaviva são o resultado de uma parceria entre a Viña Concha y Toro, um dos maiores produtores de vinho chileno com prestígio histórico, e Château Mouton Rothschild. O objetivo desta parceria, seria criar um vinho Premium Franco-Chileno de qualidade excecional, que se viria a chamar Almaviva. O primeiro vinho a ser lançado com este conceito foi em 1998, e logo de seguida, ascenderam ao sucesso internacional. Este é um vinho produzido a partir das castas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Carménère dos 50 hectares de vinha que Concha y Toro possui em Puente Alto, seguindo a enologia clássica francesa. Nesta área, o terroir é excecional para produzir vinhos de grande caráter, prontos para competir com os melhores vinhos tintos do mundo.
Todas as vinhas que integram a CASA de MOURAZ são cultivadas de forma ecológica, sem herbicidas e agroquímicos de síntese, sendo certificadas pela ECOCERT desde 1996. As adubações dos solos são feitas com base nas sementeiras de plantas e adubos orgânicos. Os tratamentos baseiam-se na utilização de cobre, enxofre, algas marinhas, argila, tisanas de plantas e outros produtos naturais. A ideia definidora da agricultura biológica é o respeito pelo solo, pelas plantas, pelo Homem, pela vida, na sua diversidade e integridade física, fisico-química e, sobretudo, ecológica. Menos manipulado, um solo dará origem a um vinho mais autêntico, expressão máxima do terroir, do lugar, da vinha onde foi criado. No final de 2006 iniciou-se também o trabalho em biodinâmica, com o objectivo de levar ainda mai
Os terrenos que viriam a ser Vega Silicia, foram disputados durante anos entre Peñafiel e o Mosteiro de Valbuena e foi em 1477 que os monges e o conselho chegariam a um acordo. Estes últimos teriam a jurisdição e as terras aráveis e os monges teriam a cobertura florestal. Mas foi em 1577 que o nome Vega de Sicilia apareceu pela primeira vez na história, quando se referia à propriedade. Durante séculos a propriedade foi explorada e comprada ao Marquês de Valbuena, por Toribio Lecanda em 1848, onde o seu filho Eloy Lecanda, começa a produzir vinho de forma profissional na adega da propriedade. Assim, surge a necessidade de construir instalações, escritórios e armazéns de envelhecimento. O objetivo seria produzir vinho de qualidade igualável ao produzido em Bordéus. Em 1982, a família Álvare
Thomas Reynolds, marinheiro e comerciante inglês, chega a Portugal em 1820, atraído pelo negócio do vinho e tem dois filhos, Thomas e Robert. É a partir do Porto que abastece o seu armazém comercial em Londres com produtos ibéricos. Em 1838, introduzem-se na indústria corticeira em Espanha, expandindo-se até Portugal acabando por se fixar em Estremoz. Após a família ter partido para a Nova Zelândia Robert fica em Estremoz à frente dos negócios, que rapidamente desenvolve com a aquisição de novas terras e a produção de vinhos de qualidade, atividade esta que exercia com particular empenho e paixão. O Alentejo converte-se no berço definitivo dos Reynolds de Portugal e de Robert, o patriarca da família. Desse berço procedem o filho primogénito de Robert, Robert Rafael e, deste, Carlos. Carlos
No início do século XIX, nascia uma das mais interessantes páginas do Vinho Português, com o lançamento de um vinho que viria a tornar-se um ícone, alvo de cobiça, mas que sempre foi mantido, por vontade própria, fora das luzes da ribalta. O seu criador, Alexandre de Almeida, importou o conceito de aliar a hotelaria de luxo a uma adega e a um vinho próprio, criando desta forma, os raríssimos e históricos vinhos Buçaco, produzidos no belo Palácio do Bussaco, nas serras a norte de Coimbra. Estes são vinhos que não adotaram modernismos e que invocam um enorme potencial de guarda, podendo manter-se na garrafa por décadas.