O nome Mário Sérgio Alves Nuno poderá não dizer muito aos mais distraídos, mas não é nada menos que o grande mentor por detrás dos grandes vinhos da Quinta das Bágeiras. A história da Quinta das Bágeiras resume-se já ao trabalho de 3 gerações, no entanto apenas em 1989, e sob a alçada de Mário Sérgio, começou-se a engarrafar e a vender os vinhos Quinta das Bágeiras, tornando-se rapidamente uma referência nos vinhos da Bairrada e em Portugal.
Embora elaborados segundo os procedimentos das gerações anteriores, os vinhos da Quinta das Bágeiras não são vinhos de modas, mas que estão sempre na moda, revelando a cada colheita o caráter da região e das pessoas que os produzem.
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Vinho Qta do Regainho
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Cor: Vermelha profunda e consistente.
Aroma: Intenso a frutos pretos, amora, a par dos aromas florais, cassis, especiarias e floresta.
Boca: Encorpado com taninos robustos mas polidos com uma acidez e frescura marcantes
onde sobressai a fruta preta e o chocolate. Mostra-se um vinho cheio, concentrado e complexo com grande potencial de envelhecimento.
Final de Boca: Equilibrado, expressivo, longo e persistente.
A Quinta da Boavista é reconhecida desde a primeira demarcação da região vinícola do Douro, datada de 1756. Documentada está também a presença da Quinta da Boavista nos célebres mapas de Joseph James Forrester, do século XIX.
Durante o século XX, a Quinta passou por períodos desafiantes, tendo estado nas mãos de vários proprietários que trouxeram o seu conhecimento e experiência à produção vitícola dos vinhos da Boavista.
Localizada na sub-região do Cima-Corgo, perto do Pinhão, na margem direita do Douro, e com uma das melhores vistas sobre o rio, a Quinta da Boavista possui 36 hectares de vinhas de alta qualidade, algumas delas vinhas velhas plantadas com as castas nativas.
Em 2020, a Quinta foi adquirida pelo Grupo Sogevinus, um dos maiores grupos de vinhos do Douro, continuando a pro
O QM Patriam é um vinho único, produzido exclusivamente com uvas da casta Alvarinho da sub-região de Monção e Melgaço, através de um lote de quatro colheitas. De cor citrina intensa e aspeto límpido, apresenta aromas florais frescos com notas de frutos secos que lhe conferem alguma complexidade. Na boca é volumoso e muito macio, com muita frescura e notas frutadas, envolvido por uma excelente acidez, terminando longo e muito persistente.
A raridade da casta Alvarinho, a baixa produção e distinção leva a que estas uvas sejam as mais valiosas de Portugal.
A qualidade das uvas advém de razões naturais de solo e microclima, mas também de práticas culturais de quem trata delicadamente as vinhas e apura criteriosamente o melhor estado de maturação para as vindimar, fase capital para a definiçã
O 2160 Branco é um vinho que tem cor palha limão. Nariz fino e elegante. Muito frutado e fresco, com aromas a pêra e ameixa branca e nuances de ananás. Muito mineral e algum fruto tropical muito bem integrado. Intenso, repleto de notas aromáticas que recordam o sabor a frutos secos e fruta de caroço. Acidez equilibrada, complexo e com uma boa estrutura dada pela acidez. Comprova a mineralidade no nariz. Final longo e fino.
A testemunha da complexidade e grandiosidade de uma grande casta – Alvarinho. No solar da casta, Monção e Melgaço, exponenciaram a sua finura e riqueza neste Gran Vicious.
Tem uma cor muito profunda com ameixa carnuda, baga preta e groselha e camadas de alecrim, sálvia e minerais, um pouco de carvalho fumado também. Embora poderoso, possui um frescor adorável. Longo e persistente com taninos maduros e bem integrados.
H.O. Tinto 2019 é um vinho de cor rubi e intensidade média. No aroma, apresenta notas de fruta fresca com predominância na fruta vermelha e preta. Em segundo plano, é possível sentir a complexidade das especiarias provenientes do estágio em barrica. Na boca, apresenta-se fresco, com taninos polidos que conferem estrutura e volume ao conjunto final.
Vinedo Chadwick 2021 é considerado o melhor Vinedo Chadwick de Sempre com pela primeira vez na sua história, Triplos 100 pontos de Rober Parker, James Suckling e Tim Aktin
Os Douro Boys têm um objetivo claro: elevar os vinhos secos do Douro ao reconhecimento adequado da sua qualidade inerente e posicioná-los em pé de igualdade com o vinho do Porto. Com isto em mente, visam colocar o Vale do Douro no mapa do vinho mundial e, ao mesmo tempo, melhorar a imagem dos vinhos portugueses em geral. Esta jornada é uma prova do compromisso da região em produzir vinhos excecionais e diversificados, que vão além do famoso Vinho do Porto. O legado dos Douro Boys é uma contribuição importante para a indústria vinícola em Portugal e no mundo.
Os terrenos que viriam a ser Vega Silicia, foram disputados durante anos entre Peñafiel e o Mosteiro de Valbuena e foi em 1477 que os monges e o conselho chegariam a um acordo. Estes últimos teriam a jurisdição e as terras aráveis e os monges teriam a cobertura florestal. Mas foi em 1577 que o nome Vega de Sicilia apareceu pela primeira vez na história, quando se referia à propriedade.
Durante séculos a propriedade foi explorada e comprada ao Marquês de Valbuena, por Toribio Lecanda em 1848, onde o seu filho Eloy Lecanda, começa a produzir vinho de forma profissional na adega da propriedade. Assim, surge a necessidade de construir instalações, escritórios e armazéns de envelhecimento. O objetivo seria produzir vinho de qualidade igualável ao produzido em Bordéus. Em 1982, a família Álvare
As uvas do Redoma Branco são provenientes de vinhas velhas da margem direita do rio Douro, localizadas a uma altitude que varia entre os 400 e 600 metros. Nestas vinhas predominam maioritariamente as castas Rabigato, Códega do Larinho, Viosinho, Donzelinho e Gouveio. Os seus solos de micaxisto dão origem a vinhos com muita mineralidade, delicados e com grande frescura.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos, reconhecido como uma das
Cor amarelo dourado, aroma muito complexo e elegante a frutos secos, alperce, mel e flores silvestres. De boa harmonia na boca, com média doçura e boa acidez, mostra excelentes sabores a frutos brancos maduros e algum tostado da barrica.