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Vinho Montalegre Vinhas Velhas Tinto

14,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
O Montalegre Vinhas Velhas Tinto é um vinho de destaque da região de Trás-os-Montes, reconhecido pela sua estrutura e frescura, características típicas do terroir de altitude desta zona do norte de Portugal.
02306

Ficha informativa

Colheita
2021
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Francisco A. Gomes Gonçalves Lda
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
16-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
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Este é o vinho mais emblemático da Herdade do Mouchão, criado maioritariamente com a casta Alicante Bouschet, que encontrou neste terroir caraterísticas únicas que lhe conferem um carácter distintivo. Após a fermentação em lagares de pedra, estagia em tonéis de carvalho português e mogno durante pelo menos quatro anos, reforçando a sua intensidade, carácter e robustez, passando depois por mais um estágio de pelo menos 18 meses em garrafa. De cor profunda e concentrada, é um vinho com um carácter marcado pelas especiarias, especialmente indicado para o envelhecimento, pois a sua estrutura, proporcionada pelos taninos, é única e ideal para o envelhecimento. No início do século XIX, Thomas Reynolds migrou para a região do Alentejo tendo como objetivo o negócio da cortiça. Três gerações dep
Criado com uvas da casta Baga plantada em solo argilo-calcário, em vinhedos com uma idade média de 40 anos. Vinificado em cubas de inox durante 10 dias, foi amadurecido em pipos usados (de 650l) durante 12 meses. Acompanha pratos com carne de caça bem como outros pratos de carnes vermelhas. Durará por mais de 15 anos.
Este vinho é produzido a partir da casta Malvasia, casta típica da região e que permite ostentar a designação D.O.C. Colares. A vinha tem a particularidade de estar instalada em solos tradicionalmente designados "chão de areia". O clima é muito específico devido à proximidade do mar e da serra de Sintra. O vinho exprime toda essa especificidade climática e pedológica da região.
Esta edição limitada, comemorativa dos 60 anos da Fundação Eugénio de Almeida, percorre a nossa história, através de uma seleção de oito vinhos e um azeite, todos exclusivos, numa tiragem de apenas 1.000 garrafas de cada. EDIÇÃO COMEMORATIVA DOS 60 ANOS DA FUNDAÇÃO EUGÉNIO DE ALMEIDA.
Tenuta San Guido é uma propriedade de 2500 hectares com cerca de uma centena de vinhas. Foi a primeira adega a produzir na década de 40 um vinho feito com Cabernet Sauvignon, graças às experiências e à visão do seu fundador, Marquês Mario Incisa della Rocchetta. A utilização desta casta particular e o envelhecimento do vinho em barricas, lançaram as bases do estilo Bolgheri. A adega é a única com direito à produção do DOC Bolgheri Sassicaia.
Cor violeta escuro concentrada com aroma concentrado de frutos vermelhos; notas subtis de mentol com fruta madura e taninos redondos. O final de boca é intenso e persistente.
Com o projeto HONORE, que comemora os 400 anos de história da Quinta do Crasto, presta-se homenagem aos homens e mulheres que, ao longo dos séculos, investiram na cultura da vinha e na criação de vinhos genuínos e únicos, desde há muito reconhecidos entre os melhores do mundo. Pela primeira vez e para celebrar o centenário de aquisição da Quinta do Crasto por Constantino de Almeida, foi preparado um lote singular. Da excelente colheita de 2015, ano em que a Quinta completou o seu quarto centenário (1615-2015), nasce o HONORE Douro DOC, um vinho único, que integra a junção das duas vinhas mais emblemáticas da Quinta do Crasto. Este blend excecional é composto por 71,2% de vinho proveniente da Vinha Maria Teresa 2015 e 28,8% da Vinha da Ponte 2015. Após um estágio de 20 meses em barricas de
Produzido a partir das castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinto Cão, este vinho duriense apresenta uma cor intensa exuberante. No nariz expressa-se pelos aromas de frutas silvestres, harmonizados com as notas de barrica bem integradas. Na boca é bem estruturado e com apetência gastronómica. A Quinta da Romaneira localiza-se em Cotas e é uma das maiores propriedades da região vitivinícola do Douro, com um total de 412 hectares e 3 quilómetros de área que percorrem as margens do rio Douro.
Vinho de cor profunda, com laivos violeta. Aroma complexo e intenso, onde se destacam os frutos negros maduros em conjunto com aromas balsâmicos e notas de especiarias provenientes do estágio em barrica. Na boca é firme e concentrado, com acidez equilibrada, possui taninos maduros bem envolvidos no seu corpo e volume. Final de boca longo e persistente. 1,5L
Château Lafite Rothschild é uma propriedade vinícola na região de Pauillac em Médoc, que produz um dos vinhos tintos mais procurados e caros do mundo. O Grand Vin é conhecido pelo seu perfume, elegância, requinte e harmonia, e as grandes colheitas podem envelhecer durante 50 ou mais anos.
O Soalheiro Oppaco tem cor rubi brilhante. No nariz, revela aromas de fruta vermelha fresca com notas de especiarias que enriquecem o aroma e despertam a curiosidade. Tem uma boca estruturada, fresca e elegante, com uma acidez bem vincada e taninos persistentes. O Soalheiro Oppaco tem o mesmo potencial de evolução em garrafa que os nossos vinhos brancos.
Produzido a partir da casta Viognier, cujas uvas foram colhidas manulamente, estagiou cerca de 12 meses em barricas de carvalho francês e americano. Apresenta-se de cor amarelo citrino, com notas de flor de laranjeira e frutos tropicais. Na boca envolve pela sua textura cremosa, resultando do longo estágio em madeira, conferindo-lhe um final longo e persistente. A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Phili
Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto, foi fermentado parcialmente em barricas de carvalho francês e depósito de inox. A totalidade do lote passou depois por um estágio de 12 meses sobre borras finas com batonnage periódica, com um estágio final de 12 meses em garrafa. Pera-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
A Barão de Vilar, Vinhos S.A. foi constituída em Janeiro de 1996, a partir de um stock de vinhos adquirido por Fernando Luiz Van Zeller, cedido aos seus dois filhos Fernando e Álvaro. A sua denominação social recupera um título nobiliárquico concedido por D. Maria II de Portugal a Cristiano Nicolau Kopke, o 1º Barão de Vilar, em 1836, que por descendência, se encontra na posse direta da família. Antes da constituição da Barão de Vilar, a família Van Zeller era proprietária da Quinta do Noval, uma das mais reputadas quintas do sector do Vinho do Porto, de onde é oriundo o mítico "Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos mundiais do século XX pela Wine Spectator. Atualmente, a Barão de Vilar passou a designar-se por Van Zeller Wine Collection, uma empresa que represe