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Esta edição limitada, comemorativa dos 60 anos da Fundação Eugénio de Almeida, percorre a nossa história, através de uma seleção de oito vinhos e um azeite, todos exclusivos, numa tiragem de apenas 1.000 garrafas de cada. EDIÇÃO COMEMORATIVA DOS 60 ANOS DA FUNDAÇÃO EUGÉNIO DE ALMEIDA.
04321

Ficha informativa

Colheita
2021
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Fundação Eugénio de Almeida
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
16-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
15

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Este vinho branco é produzido a partir de uvas da casta Alvarinho, cuidadosamente selecionadas de uma única parcela. Resultante deste processo, o vinho revela a expressão mais pura e autêntica dessa casta. O perfil distinto do vinho procura destacar a elegância e complexidade como características fundamentais, proporcionando uma experiência que celebra as qualidades únicas da casta Alvarinho. O trabalho de Anselmo Mendes é reconhecido em Portugal e no estrangeiro não apenas pela excelência dos vinhos que produz mas pela forma surpreendente e consistente como inova. A fermentação de uvas Alvarinho em barricas de madeira ou o uso de técnicas de vinificação antigas, como a curtimenta, são alguns dos métodos que fazem com que estes vinhos sejam um caso à parte no mundo dos brancos.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Para a produção do vinho branco Tiro no Escuro foram utilizadas uvas provenientes de vinhas plantadas em solos de argila e xisto-calcários, com predominância da casta Viognier. De cor amarela dourada, apresenta aromas de média intensidade, com frutos citrinos que evoluem para frutos cozidos e compota, devido à sua evolução em barricas, onde estagiou durante 2 anos. Na boca apresenta alguma acidez, madeira bem integrada que lhe confere estrutura, notas de frutos secos e um final longo, revelando bom potencial de envelhecimento em garrafa. A Herdade Papa Leite, situada em Alter do Chão, em pleno coração do Alto Alentejo, remonta ao século XVII, podendo ainda hoje, se encontrar marcos dessa época. Depois de muitas famílias por ali passarem, foi Filipe Barreiros Cardoso, que apaixonado pela p
Titan of Douro Vale dos Mil rosé é produzido exclusivamente a partir da casta Mourisco, utilizando apenas o mosto de lágrima. A fermentação decorre em barricas de carvalho francês com leveduras indígenas, seguida de um envelhecimento de 12 meses. Apresenta uma cor leve de casca de cebola e aromas elegantes de flor de pessegueiro, cereja, framboesa e notas fumadas. Na boca, é sedutor, tenso e vibrante. Luís Leocádio é um enólogo duriense apaixonado pela autenticidade do vinho português. Com uma abordagem que alia tradição e inovação, criou a marca Titan, expressão da sua visão pessoal sobre a região do Douro, de Távora-Varosa e da Beira Interior. Produzidos a partir de vinhas velhas em altitude e com mínima intervenção, os vinhos Titan refletem frescura, elegância e identidade, revelando
LOUREIRO - Um Vinho Verde Harmonioso e Refrescante Experimente o equilíbrio perfeito com o nosso Gião Loureiro, um Vinho Verde harmonioso com delicadas notas florais e cítricas de toranja e limão. Cada gole revela um final de boca longo e intenso, onde se destacam a refrescância e a mineralidade distintas dos Vinhos Verdes.
QALT TINTA BARROCA é o primeiro vinho monocasta que apresentamos. A escolha da Tinta Barroca foi dar-lhe a importância que a casta exerce na região do Douro. No Terroir onde nasce tem vigor e qualidade. Altitude e solo que conferem uvas sadias dotadas de imenso potencial para se criar um vinho leve, fresco e alegre.
Cor: Salmão pálido. Aroma/Bouquet: No nariz, o vinho é vigoroso e intenso, com aromas de casca de laranja e groselha vermelha. Paladar: Um Côtes de Provence rosé incrivelmente elegante, com camadas de fruta equilibradas por uma acidez refrescante. O paladar tem uma suavidade redonda e um final apertado e firme.
H.O. Tinto 2019 é um vinho de cor rubi e intensidade média. No aroma, apresenta notas de fruta fresca com predominância na fruta vermelha e preta. Em segundo plano, é possível sentir a complexidade das especiarias provenientes do estágio em barrica. Na boca, apresenta-se fresco, com taninos polidos que conferem estrutura e volume ao conjunto final.
O Château Coucy é macio, frutado e agradável ao paladar. É um vinho de mesa que harmoniza bem com pratos simples e até sobremesas. Recomendamos com carnes vermelhas (cordeiro) ou brancas (frango). Vinificação: fermentação alcoólica em cubas com temperatura controlada (a uma temperatura média de 28°C). Fermentação malolática em cubas, onde 1/3 da produção estagia em barricas de carvalho francês durante 12 meses para conferir ao vinho mais corpo e estrutura. O restante estagia em cubas de betão.
Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto, foi fermentado parcialmente em barricas de carvalho francês e depósito de inox. A totalidade do lote passou depois por um estágio de 12 meses sobre borras finas com batonnage periódica, com um estágio final de 12 meses em garrafa. Pera-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
A Quinta da Romeira existe desde 1703 e na história deste carismático Solar que aqui se mantém com as suas janelas Manuelinas, chegou a repousar o Duque de Wellington e são referidos familiares do célebre Marquês de Pombal, famoso pelo apoio à vinha e ao incentivo à exportação. Hoje em dia, a Quinta tem 130 hectares, dos quais 75 estão afetos à plantação de vinha, na sua maioria Arinto sendo esta a maior mancha de plantação da casta do País. Para além da área de vinha, a Quinta da Romeira tem 50 hectares afetos à exploração florestal para além do Solar e dos seus jardins.