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Anselmo Mendes Loureiro Private

31,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Aroma complexo, intenso e persistente. Delicadas notas florais com um toque de ervas aromáticas.
03773

Ficha informativa

Colheita
2020
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Anselmo Mendes
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
10-12⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
12

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É um vinho de aspeto límpido e brilhante de cor amarela esverdeada No aroma surge uma fruta tropical acompanhada de lima, marmelo e frutos secos Na boca tem boa acidez, é macio, complexo, com notas de caramelo, compota e baunilha, tudo integrado num conjunto fresco e equilibrado Ideal para acompanhar pratos de peixe e marisco.
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Produzido na Herdade das Assentes de Baixo, a partir de uvas criteriosamente selecionadas e vindimadas à mão.
Aragonez, Syrah e Alicante Bouschet. Aroma vinoso com amoras, fumo, e uma ligeira doçura especiada/salgada da madeira. Um sedutor malandro. Na boca fica mais sério pelos taninos visíveis, que pedem comida. Termina longo e com ligeiros amargos que convidam a explorar uma tábua de queijos.
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O Vinevinu Almanua F "Foudre" é uma expressão refinada e autêntica da influência atlântica no vinho branco português. Produzido com um olhar atento ao detalhe, este vinho revela-se como uma escolha sofisticada para os apreciadores mais exigentes.
O Mil Reis Grande Reserva Syrah, produzido apenas em anos de excelência, é um vinho monovarietal Syrah com estágio de 18 meses em barricas novas de carvalho francês e americano, seguido de 6 meses em garrafa. Produzido a partir da primeira parcela de Syrah da Herdade da Maroteira, plantada em 2000, este vinho apresenta um carácter robusto e profundo, com notas vivas e intensas de frutos vermelhos, estrutura firme, complexidade e notável persistência. A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca
A Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro, destaca-se pelo facto de ter sido das primeiras a engarrafar vinhos de marca própria. O nome desta Quinta já vem referenciado desde 17 de Abril de 1738, quando num documento datado surge que pela primeira vez a referência à Quinta “da Pacheca”, por ser sua proprietária D. Mariana Pacheco Pereira. Mas foi só em 1903 que D. José Freire de Serpa Pimentel decidiu desenvolver o seu crescente interesse pela enologia, comprando a propriedade com o objectivo de se dedicar à produção vitivinícola. Hoje, um século passado, a nova geração dos Serpa Pimentel assume a gestão da Quinta: Maria, Catarina e José são os jovens rostos desta empresa de cariz vincadamente familiar.
Com um profundo respeito pelo património, o Bibi Graetz produz vinhos a partir dos vinhedos de alta altitude e os mais emblemáticos da Toscana, onde se encontram velhas cepas de Sangiovese que produzem frutos de caráter e finesse notáveis.
Da sua deslumbrante adega em Fiesole, produz vinhos que refletem a alma de cada local através de viticultura sustentável, seleção cuidadosa das uvas e métodos tradicionais.

As fermentações são impulsionadas por leveduras indígenas, e o envelhecimento realiza-se em velhas barricas de carvalho, permitindo que a pureza da fruta e a expressão do terroir se destaquem.

Cada garrafa é uma homenagem à beleza timeless da Toscânia e ao seu legado vitivinícola.
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Este vinho do Douro é produzido com uvas provenientes de uma única vinha na Quinta da Água Alta, junto ao Rio Douro. Esta vinha encontra-se num vale fresco, virada a nascente o que a torna perfeita para a produção de uvas equilibradas para este vinho do Douro.
Nariz preenchido a aromas intensos e convidativos de frutos do bosque, cacau e tabaco. Encorpado e potente, taninos firmes e acidez equilibrada. Paladar volumoso e envolvente. -
ESGOTADO
O estágio de dois anos em carvalho francês (50% barricas novas), seguido de um repouso prolongado em garrafa, confere a este vinho a elegância e o equilíbrio necessários para ser apreciado ao longo de muitos anos.
A Vinha do Ujo foi plantada em 1930, em patamares horizontais pré-filoxéricos, sendo o solo suportado por pequenos muros de xisto. As suas mais de 25 castas traduzem uma diversidade só possível de encontrar em vinhas tão antigas. Cimentadas em pequenos socalcos expostos a Norte, entre altitudes que variam dos 180 aos 210 metros, são tratadas ano após ano pelas mãos experientes de quem vive o Douro dia após dia. A Quinta da Boavista é reconhecida desde a primeira demarcação da região vinícola do Douro, datada de 1756. Documentada está também a presença da Quinta da Boavista nos célebres mapas de Joseph James Forrester, do século XIX. Durante o século XX, a Quinta passou por períodos desafiantes, tendo estado nas mãos de vários proprietários que trouxeram o seu conhecimento e experiência à