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Vinho Vallegre Tinto Colheita 1,5L

14,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Cor rubi fechada. Destaque principal para a combinação de frutos vermelhos, frutos silvestres, aromas de violetas com especiarias provenientes da madeira. Entrada cativante e suave, seguida de uma elegância fresca e cativante em combinação com alguma madeira fumada. Termina cremoso, intenso e com carácter.
03144

Ficha informativa

Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Vallegre
País
Portugal
Capacidade
1,5L
Servir a
13-15⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13

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O Quinta do Crasto Touriga Nacional é um vinho produzido apenas em anos verdadeiramente excecionais. Estagia durante 18 meses em barricas de carvalho francês com tosta ligeira, cuidadosamente concebidas para realçar a frescura e os aromas distintivos desta casta. Apresenta uma cor violeta viva e concentrada, com aromas primários intensos e expressivos, marcados por uma frescura notável, notas de frutos silvestres e nuances subtis de madeira. Na boca revela-se macio e envolvente, com grande elegância e presença, evoluindo para um vinho de excelente volume, estrutura firme e taninos frescos de textura fina. O final é longo, persistente, equilibrado e especiado, deixando agradáveis sensações de frescura. Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é
A Quinta da Boavista é reconhecida desde a primeira demarcação da região vinícola do Douro, datada de 1756. Documentada está também a presença da Quinta da Boavista nos célebres mapas de Joseph James Forrester, do século XIX. Durante o século XX, a Quinta passou por períodos desafiantes, tendo estado nas mãos de vários proprietários que trouxeram o seu conhecimento e experiência à produção vitícola dos vinhos da Boavista. Localizada na sub-região do Cima-Corgo, perto do Pinhão, na margem direita do Douro, e com uma das melhores vistas sobre o rio, a Quinta da Boavista possui 36 hectares de vinhas de alta qualidade, algumas delas vinhas velhas plantadas com as castas nativas. Em 2020, a Quinta foi adquirida pelo Grupo Sogevinus, um dos maiores grupos de vinhos do Douro, continuando a pro
Domingos Alves de Sousa dá vida aos seus vinhos, seguindo uma tradição familiar iniciada pelo seu avô e à qual hoje se juntam também os seus filhos. Vinificando exclusivamente as uvas das suas Quintas, terroirs verdadeiramente únicos, a qualidade e a singularidade dos seus vinhos são amplamente reconhecidas, com distinções e referências nas mais respeitadas publicações nacionais e internacionais. Com destaque especial para a atribuição do prémio "Produtor do ano” em 1999 e novamente em 2006 pela Revista de Vinhos, tornando-se o primeiro a receber por duas vezes a mais importante distinção para um produtor de vinhos em Portugal.
Profundo e fresco, o URTIGA 2018 é muito elegante e sedutor. Apresenta um final longo e estruturado, taninos maduros e uma frescura e uma vivacidade extraordinárias. O URTIGA é a expressão máxima do terroir único do Douro. Um legado da natureza na sua forma mais pura.
Cor: Rubi com boa intensidade. Aroma: Intenso e complexo lembrando frutos vermelhos maduros envolvidos pelas especiarias. Palato: Seco. Acidez equilibrada. Bom aroma de boca. Taninos muito macios que lhe conferem um final longo.
Vinho de intensidade média e rubi. No nariz intensidade média, amora, azeitona, ameixa, pimenta branca, bosque, leve terra e folhas secas. Na boca, Lufinha Herdade do Cebolal Tinto é seco, de acidez alta, álcool médio, tanino áspero, corpo médio, intensidade média, amora, azeitona, ameixa, pimenta branca e final longo.
O Chryseia foi produzido a partir das melhores uvas provenientes das duas vinhas do Vale do Douro da Prats & Symington, Quinta de Roriz e Quinta da Perdiz. Uma outra propriedade, a Quinta da Vila Velha, propriedade privada de um membro da família Symington, também contribuiu com algumas das suas melhores uvas, como acontece em todas as vindimas do Chryseia. O vinho estagiou em barricas de carvalho francês de 400 litros durante 15 meses. As uvas foram colhidas em excelentes condições, resultando num Chryseia de grande qualidade.

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Juliana Kelman, descendente de uma família portuguesa que emigra para o Brasil na década de 40, volta a Portugal com ideia de abraçar o mundo dos vinhos, sabendo que em território português a qualidade é primazia. Assim, em 2013 iniciou a sua produção na região do Dão, respeitando sempre o carácter da mesma, plantando as castas tradicionais Touriga Nacional e Encruzado. Hoje, combina as práticas ancestrais inteligentes com os modernos processos de produção, apresentando ao mundo vinhos autênticos, elegantes e gastronómicos.

93 pts Revista de Vinhos - Limão, com notas de mel. Frutado e vegetal, com aromas a fruta mais madura como maçã e marmelo. Nuances de pimenta branca. Muito mineral e explosivo. Intenso, denso e fresco. Dominam as notas vegetais secas, a pedra raspada e a fruta madura, que lhe dão um tom misterioso. Acidez bem vincada, complexo e muito vivo na boca.

Beira Interior / Martin Boutique Wines

100% Siria

Vol. 13%

As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Legado representa um tributo de Fernando Guedes e da sua equipa ao melhor que o Douro tem, uma singela homenagem às raízes da Sogrape. Este novo Legado representa um retrato autêntico do terroir da Quinta do Caêdo, mantendo-se fiel ao seu estilo de elegância, harmonia e longevidade.