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Legado 2017 1,5L

999,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Legado representa um tributo de Fernando Guedes e da sua equipa ao melhor que o Douro tem, uma singela homenagem às raízes da Sogrape. Este novo Legado representa um retrato autêntico do terroir da Quinta do Caêdo, mantendo-se fiel ao seu estilo de elegância, harmonia e longevidade.
03629

Ficha informativa

Colheita
2017
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Sogrape Vinhos
País
Portugal
Capacidade
1,5L
Servir a
16-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
14.5

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Com 70 hectares de vinha cuidadosamente cultivada, a Quinta de Bella Encosta é um projeto que alia tradição e respeito pela natureza, no coração da região do Dão. Na aldeia de Prime, a paixão pela terra e o saber acumulado ao longo de gerações permitiram valorizar um terroir único, onde se pratica uma viticultura sustentável, inspirada nas técnicas clássicas de Bordéus e Borgonha. O resultado são vinhos que refletem autenticidade, elegância e uma forte ligação à origem.
Os vinhos resultaram aromaticamente puros, de fruta exuberante e de enorme complexidade. Como consequência inequívoca da longa maturação, os vinhos da vindima de 2018 apresentam uma estrutura vertical, corpo opulento e uma textura sedosa, muito característica do lugar único das vinhas da Taboadella.
O Vieira de Sousa Tinta Francisca Tinto 2020 é produzido a partir da casta Tinta Francisca, de um talhão localizado a uma cota baixa numa das Quintas da Família. Com o objetivo de fazer um vinho diferente, com uma casta tradicional do Douro, optamos por fazer uma fermentação separada com pouca intervenção. Por sua vez foi armazenado em cubas em inox e engarrafado em 2021. Versátil na mesa, acompanhando pratos leves de carne ou peixe, ou simplesmente uma boa conversa. Vinho elegante, complexo e muito fresco.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Nos bastidores deste projeto estão Nuno Faria, madeirense e restaurateur (100 Maneiras ) e António Maçanita, considerado Enólogo do Ano 2018 e entusiasta de terroirs extremes, amigos há mais de 15 anos e que juntaram forças para explorar e celebrar o potencial destas ilhas encantadas numa garrafa de vinho.
Tem Aragonês e Tinta Grossa, de vinhas não regadas. Aroma vivo, com fruta madura e num registo com boa complexidade onde a fruta sobressai e a madeira se integra no conjunto. Boa prova de boca, envolvente, cheio e com barrica no ponto. Um vinho encorpado, mas com muito boa tensão e persistência.

100% da casta Moscatel Galego, uma casta com uma identidade muito própria, caracterizada pelos seus aromas florais e cítricos. Procurámos fazer um vinho leve, fresco e jovial, baseado na acidez e na expressão aromática da casta. Tal como o gato, é dócil mas com uma personalidade única e muito vincada.

Plantadas a mais de 500 metros de altitude na região de Alijó, as uvas de Moscatel Galego foram vindimadas em meados de Setembro e, em seguida, transportadas em frio para a adega da Quinta de Nápoles. 

O processo de fermentação alcoólica foi iniciado em cubas de inox e a baixa temperatura com as borras finas, sendo interrompido com frio, para posterior passagem para cuba isotérmica, assim se mantendo um teor equilibrado de açúcar e acidez.

Jorge é a 5ª geração de uma longa linhagem de produtores de vinho e proprietários de adegas. Assim, em 2009, Sandra e Jorge adquiriram a Quinta da Manoella, uma propriedade com uma história que remonta a 1838. As vinhas da Quinta da Manoella têm mais de cem anos, ladeadas de ambos os lados por vinhas mais jovens, sendo capazes de produzir vinhos com uma elevada frescura e delicadeza, e com uma concentração que os torna rapidamente reconhecidos como uns dos melhores vinhos do Douro. Fundada em 2001 pelo casal de enólogos Sandra Tavares da Silva e Jorge Serôdio Borges, a empresa Wine & Soul tem investido e comprado vinhas velhas e propriedades no vale do Rio Pinhão. O objectivo do casal passa por criar vinhos que expressem todo o carácter das vinhas velhas e castas indígenas do Douro, pro
Uma das Quintas com maior prestigio no Douro é a Quinta do Vallado, uma quinta que foi pertença da D. Antónia Adelaide Ferreira, a Ferreirinha, e que ainda hoje se mantém nas mãos de seus descendentes. Os vinhos Vallado injustamente andaram esquecidos e agora naturalmente recuperaram o tempo perdido. São vinhos de grande importância na história do Douroe que merecem estar nos lugares cimeiros. Construída em 1716, a Quinta do Vallado perfila-se com uma das mais antigas no Douro. Situa-se bem junto à Régua, nas margens do Rio Corgo. Os destinos desta emblemática Quinta estão nas mãos de João Alves Ribeiro e Francisco Ferreira, ambos descendentes da Ferreirinha, e responsáveis pela gestão da empresa e da Enologia, respectivamente.
Um vinho tinto de exceção da Bairrada, com assinatura cosmopolita e sofisticada. Produzido a partir de um blend de castas nacionais e internacionais, revela uma maturação plena, resultante de um estágio prolongado em barricas de carvalho francês. No nariz é complexo e envolvente, com frutos negros maduros (amora, mirtilo, cassis), notas de terra húmida, cedro, pimenta-preta, tabaco e chocolate negro, tudo envolto por uma barrica muito bem integrada. Na boca mostra-se encorpado, poderoso e refinado, com taninos robustos mas polidos, excelente estrutura e acidez equilibrada que lhe confere longevidade. O final é longo, profundo e harmonioso, com ecos de especiarias e fruta. Ideal para pratos tradicionais portugueses mais robustos, como cabrito assado, leitão da Bairrada, ossobuco ou carnes m
O Kelman As Tourigas Grande Reserva Tinto é um vinho excecional, proveniente de uma vinha velha com cerca de 80 anos, onde as castas Touriga Nacional e Touriga Fêmea (Touriga Brasileira) se destacam. Após a colheita manual, a maceração delicada valorizou a tipicidade destas castas autóctones, realçando a extração de fruta e taninos frescos. O estágio de 12 meses em barricas de carvalho francês de terceiro uso conferiu complexidade ao vinho, que se apresenta com uma cor rubi profunda, com reflexos vermelhos e violáceos ainda bem presentes. No aroma, destaca-se a fruta madura, evocando a fruta negra, acompanhada por suaves notas florais. A Touriga Fêmea traz um toque de elegância, enquanto a Touriga Nacional oferece madureza e frescor, resultando num equilíbrio perfeito. Aromas de bosque, c