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Vinho Quinta da Pedra

29,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Citrino e mineral, com suaves notas de maçã e ananás, mas muito elegante no nariz. Na boca, é um vinho untuoso com a acidez a conferir-lhe frescura e longevidade.
02114

Ficha informativa

Tipo de vinho
Branco
Produtor
Ideal Drinks
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
7-14⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13

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Vigoroso na cor e no aroma, onde predominam as notas florais e a fruta madura em harmonia com a madeira. Na boca evidencia boa estrutura, sabores maduros, frescura e taninos vigorosos que lhe dão um longo e saboroso final.
Blend II. Vinho de cor retinta com ligeiros laivos atijolados. Expressivo no nariz, com notas de fruta preta, chocolate, alcaçuz, esteva e fumo. Na boca, é um vinho muito gordo, de grande persistência e frescura.
Um Côtes de Provence rosé incrivelmente elegante, com camadas de fruta equilibradas por uma acidez refrescante. O paladar tem uma suavidade redonda e um final apertado e firme.
Cor vermelho escuro com núcleo preto. Aroma de bouquet puro e nobre, frutos silvestres e especiarias. Na boca é elegante mas poderoso, taninos jovens e cremosos, muito extrato de fruta doce, bela mineralidade, final de boca muito duradouro. Grande potencial de envelhecimento.
Vinho de cor granada intensa, aromas complexos e definidos onde predominam os frutos vermelhos maduros e pequenas bagas de bosque, com notas balsâmicas, algum chocolate negro, especiarias e folha de tabaco. Na boca, apresenta taninos amplos e estruturados, finos e bem presentes, acidez viva e enorme frescura. O final é de notável equilíbrio entre a frescura da altitude e a persistência que os taninos polidos lhe conferem. O projeto Altas Quintas nasce da vontade de fazer no Alentejo, vinhos com características diferentes para apreciadores exigentes. A diferença dos seus vinhos começa na localização das vinhas que lhes dão origem, plantadas num planalto a 600 metros de altitude, em pleno Alentejo. Aliado ao terroir está, também, a característica mais forte deste projecto: a obsessão pela d
A Barão de Vilar, Vinhos S.A. foi constituída em Janeiro de 1996, a partir de um stock de vinhos adquirido por Fernando Luiz Van Zeller, cedido aos seus dois filhos Fernando e Álvaro. A sua denominação social recupera um título nobiliárquico concedido por D. Maria II de Portugal a Cristiano Nicolau Kopke, o 1º Barão de Vilar, em 1836, que por descendência, se encontra na posse direta da família. Antes da constituição da Barão de Vilar, a família Van Zeller era proprietária da Quinta do Noval, uma das mais reputadas quintas do sector do Vinho do Porto, de onde é oriundo o mítico "Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos mundiais do século XX pela Wine Spectator. Atualmente, a Barão de Vilar passou a designar-se por Van Zeller Wine Collection, uma empresa que represe
A marca Cartuxa é um dos principais ativos da Fundação Eugénio de Almeida e atual marca “umbrela” da Adega Cartuxa. A insígnia traduz a identidade dos vinhos Vinea, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e do mítico Pêra-Manca. Excelência, qualidade e individualidade, num estilo muito próprio que marca a diferença e define um clássico do Alentejo. A aposta da Fundação Eugénio de Almeida na criação de produtos de excelência tem sido reconhecida ao longo dos últimos anos com diversos prémios.
Produzido na Herdade das Assentes de Baixo, a partir de uvas criteriosamente selecionadas e vindimadas à mão.
Aragonez, Syrah e Alicante Bouschet. Aroma vinoso com amoras, fumo, e uma ligeira doçura especiada/salgada da madeira. Um sedutor malandro. Na boca fica mais sério pelos taninos visíveis, que pedem comida. Termina longo e com ligeiros amargos que convidam a explorar uma tábua de queijos.
O Gandarada Veni, Vidi, Vici é composto por um blend de Touriga Nacional, Tinta Roriz e Jaen com 18 meses em barricas. Apresenta cor vermelha profunda, aroma floral e complexo marcado pelos frutos pretos, chocolate e baunilha bem integrada. A acidez natural e os taninos aveludados dão volume e intensidade ao conjunto, que promete longevidade em garrafa. Um verdadeiro exemplar da região do Dão.
Profundo e fresco, o URTIGA 2018 é muito elegante e sedutor. Apresenta um final longo e estruturado, taninos maduros e uma frescura e uma vivacidade extraordinárias. O URTIGA é a expressão máxima do terroir único do Douro. Um legado da natureza na sua forma mais pura.
Na sua cor tem um vermelho rubi bem forte e intenso. No aroma é intenso e persistente com notas de frutos vermelhas em compota, e breves notas de especiarias (pimenta). Na boca é encorpado e com taninos bem presentes, mas redondo, com boa acidez para equilibrar. No final fica na boca uma duradoura memória sensorial.
O Pezat 2022 apresenta uma cor granada-púrpura de intensidade média a profunda. Surge da taça com notas de ameixas suculentas, cerejas pretas e chá de hortelã, com toques de bolo de especiarias e cravinho. O paladar, de corpo médio, é vibrante e suculento, com taninos suaves e uma espinha dorsal vivaz, terminando com um toque picante.
O Quinta da Vacaria Reserva branco é um vinho elegante, de cor amarelo limão, criado a partir de uma mistura das castas Arinto, Viosinho e Rabigato, revelando frescura e complexidade. No nariz, emergem aromas de frutos exóticos, harmonizados com notas de baunilha e madeira, muito bem integradas. Na boca é volumoso, com uma acidez viva e um final longo. A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez q