Este site contém informação sobre bebidas alcoólicas. Confirme que tem idade legal para consumir bebidas alcoólicas.

Cartuxa Reserva 2018

49,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
A marca Cartuxa é um dos principais ativos da Fundação Eugénio de Almeida e atual marca “umbrela” da Adega Cartuxa. A insígnia traduz a identidade dos vinhos Vinea, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e do mítico Pêra-Manca. Excelência, qualidade e individualidade, num estilo muito próprio que marca a diferença e define um clássico do Alentejo. A aposta da Fundação Eugénio de Almeida na criação de produtos de excelência tem sido reconhecida ao longo dos últimos anos com diversos prémios.
03652

Ficha informativa

Colheita
2018
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Fundação Eugénio de Almeida
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
15

16 outros produtos na mesma categoria:

Com 70 hectares de vinha cuidadosamente cultivada, a Quinta de Bella Encosta é um projeto que alia tradição e respeito pela natureza, no coração da região do Dão. Na aldeia de Prime, a paixão pela terra e o saber acumulado ao longo de gerações permitiram valorizar um terroir único, onde se pratica uma viticultura sustentável, inspirada nas técnicas clássicas de Bordéus e Borgonha. O resultado são vinhos que refletem autenticidade, elegância e uma forte ligação à origem.
Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região. Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
Génese é a origem, simboliza as raízes de Manuel e Luís Cerdeira em Melgaço, a terra Natal. Génese é de Monção e Melgaço, 100% Alvarinho, elaborado a partir de vinhas selecionadas no declive da montanha. A vinificação assume o lote entre a fermentação lenta em inox com malolática parcial e o estágio de 20% em Barricas Mixtus, barricas que na sua construção possuem madeiras de origem diferente.
Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto, foi fermentado parcialmente em barricas de carvalho francês e depósito de inox. A totalidade do lote passou depois por um estágio de 12 meses sobre borras finas com batonnage periódica, com um estágio final de 12 meses em garrafa. Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
O gosto de receber os amigos e a família e a paixão pelos vinhos levou José Rodrigues, empresário da região de Setúbal, a procurar um lugar onde pudesse reunir estes dois prazeres. Foi em 2011 que, depois de muito procurar, descobriu o refúgio ideal. Uma propriedade no Alentejo, a cerca de 10 Kms de Évora, situada numa zona de paisagem protegida pela Rede Natura 2000, que o encantou de imediato. A casa do Monte da Ribeira era a única edificação a pontuar a propriedade. Começou por adquirir um tractor e algumas alfaias para apoio do assento agrícola e o seu espírito inquieto não sossegou enquanto não concretizou o desejo de plantar uma vinha. «Fui muitas vezes avisado para desistir, diziam-me que não sabia onde me estava a meter, porque plantar uma vinha e fazer vinho dá muito trabalho… Mas
A Ervideira é uma empresa produtora de vinhos de qualidade e excelência na região do Alentejo, em Portugal. O seu passado e a sua tradição familiar, na produção de vinhos, remontam ao final do século XIX, e com 160 hectares de vinha divididos pela Vidigueira e por Reguengos de Monsaraz, a administração da Ervideira é assegurada pela matriarca da família, Dona Maria Isabel Leal da Costa, e pelos seus seis filhos, sendo Duarte Leal da Costa o diretor executivo.
O Quinta do Bronze tinto combina a elegância e a força das castas Touriga Nacional, Sousão, Touriga Franca e Tinto Cão. No aroma, destaca-se a fruta preta densa e profunda, muito compacta, acompanhada por subtis notas de madeira seca. Na boca, impõe-se com estrutura e presença, revelando boa acidez, taninos firmes e um perfil austero, mas sedoso, que conduz a um final convincente e persistente.
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
Depois de colocar no carrinho, identifique na finalização da compra, antes da escolha do método de pagamento,  no campo que  se refere a "nota sobre a sua encomenda" qual a opção que pretende
2700 garrafas. Uvas do Vale de São Vicente conhecido por proporcionar boas maturações. 8 meses em barrica usada. Excelente aroma, com nota a romã e melancia, bagas, mas também casca de árvore e caruma. Prova de boca fresca, mas texturada, com acidez vincada, boa concentração, elegante e persistente.
No início do século XIX, nascia uma das mais interessantes páginas do Vinho Português, com o lançamento de um vinho que viria a tornar-se um ícone, alvo de cobiça, mas que sempre foi mantido, por vontade própria, fora das luzes da ribalta. O seu criador, Alexandre de Almeida, importou o conceito de aliar a hotelaria de luxo a uma adega e a um vinho próprio, criando desta forma, os raríssimos e históricos vinhos Buçaco, produzidos no belo Palácio do Bussaco, nas serras a norte de Coimbra. Estes são vinhos que não adotaram modernismos e que invocam um enorme potencial de guarda, podendo manter-se na garrafa por décadas.
Fermentado com as películas, tem cor dourada e aroma rico, com casca de laranja, flores de citrinos, especiarias exóticas. Cheio e sólido, com algum tanino, mas ao mesmo tempo leve, elegante, notas de laranja amarga, avelãs, marmelo. Imensa complexidade e carácter, notável frescura, enorme presença.
Cor citrina com reflexos esverdeados e aspeto brilhante. Aroma fino de grande complexidade, sobressaindo futos de polpa branca como pêssego de vinha. Marcado pela mineralidade granítica do terroir. Na boca revela uma acidez fesca e intensa equilibrada pela estrutura e textura linear. Final de boca longo e persistente.