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Vinho Blanc de Noirs Pegos Claros

13,85 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Este vinho possui uma cor amarelo-esverdeado pálido. Seu aroma é uma elegante combinação de alguma fruta verde (maçã e pêra) com ligeiras notas minerais. Na boca é surpreendentemente estruturado, com acidez presente e final persistente.
01113

Ficha informativa

Colheita
2023
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Herdade de Pegos Claros
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
8-10⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
12.5

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Produzido a partir de uma rigorosa seleção das melhores uvas, este vinho reúne o melhor desta região num ano que favoreceu um final de maturação longo e equilibrado. Assinado por Luís Sottomayor, este é um vinho “de complexidade e harmonia vibrantes, fruto das características do ano e de uma cuidada seleção de uvas”. Após vinificação, “os lotes finais foram criteriosamente escolhidos de modo a mostrar a qualidade de cada terroir e, desse modo, podermos engarrafar o melhor do Douro, prestando o devido tributo a Dona Antónia que tanto fez por esta região”. A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das
Produzido a partir das castas Trincadeira e Aragonês, apresenta-se encorpado, complexo e elegante, com aroma a fruta passa e essências das madeiras de estágio. Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
Com 31,3 hectares, a quinta permanece frutífera em terreno xistoso, escravo e duro. Outrora cultura de sequeiro, aqui vive-se um clima seco com baixa pluviosidade, onde a influência de ventos quentes, no pico do estio, ensejam pequenos redemoinhos por entre a vinha, fazendo lembrar um ambiente quente, quase africano. Rodeada por uma área de silvo pastoril, na herdade existem várias espécies que coabitam em plena harmonia. Através de um olhar atento, ao visitar a nossa quinta pode-se encontrar uma grande diversidade de plantas, mas também de animais. A produção de azinho, sobro e pinheiro, proveniente das plantas autóctones, tais como a esteva, o rosmaninho, e o poejo, e a vida dos animais como a lebre, a perdiz, o javali, a raposa e até garças e libelinhas, conferem a esta quinta uma biodi
Aroma apelativo com notas discretas de frutos tropicais frescos, complexadas com ligeiras nuances do balseiro onde fermentou e estagiou e um agradável enxofre vulcânico. Na boca tem uma acidez refrescante e mineralidade. Volume muito envolvente e persistente. Final salino.
Vinho com excelente profundidade aromática, tem toques de fruta madura, especiarias, florais elegantes e leves mentolados. Na boca é volumoso, com boa textura de taninos, cheio e rico mas mantendo toda a frescura.
Uva
  • Touriga Franca
  • Touriga Nacional
  • Tinta Roriz

Vol. 14,5%

A Ervideira é uma empresa produtora de vinhos de qualidade e excelência na região do Alentejo, em Portugal. O seu passado e a sua tradição familiar, na produção de vinhos, remontam ao final do século XIX, e com 160 hectares de vinha divididos pela Vidigueira e por Reguengos de Monsaraz, a administração da Ervideira é assegurada pela matriarca da família, Dona Maria Isabel Leal da Costa, e pelos seus seis filhos, sendo Duarte Leal da Costa o diretor executivo.
O Druida nasce das uvas provenientes das vinhas plantadas em altitude. Foi fermentado em lagar, mantendo os engaços e maturou por quase dois anos em barricas. Apresenta-se com uma enorme intensidade e finura aromática, com bagas silvestres, notas florais elegantes, tudo muito fino e preciso, cheio e envolvente, com fruta de grande qualidade. Este jovem produtor trabalha com vinhas de 30 anos de idade até centenárias pela região centro do país. As do Dão estão implantadas num planalto a 500 metros de altitude. O clima, com grandes amplitudes térmicas, é influenciado principalmente pela Serra do Caramulo a oeste e pela Serra da Estrela a Sudeste. Os solos são graníticos e à superfície existe uma surpreendente abundância de calhau rolado. Os vinhos são feitos numa antiga adega de pedra, ond
De cor vermelho cereja escuro com rebordo encarnado, limpo e intenso, tem um nariz de frutas vermelhas, minerais, coco, madeira e toques de especiarias, potente, espressivo e elegante e apresenta uma boca potente, frutado, tostados, intenso, com boa acidez e final comprido e ligeiramente fumado.
O Coche é o Branco mais cobiçado da Niepoort e que tem o perfil mais próximo de um grande Borgonha. Na definição do seu perfil, procuramos complementar o equilíbrio de fruta e com complexidade do estágio em carvalho francês, de primeiro ano e tosta baixa, da tanoaria François Frères. No nariz o estágio em madeira traduz-se em notas de mel, frutos secos e brioche que estão muito bem integradas com uma base aromática a alperce e citrinos e algumas de ervas aromáticas. Na boca tem a estrutura semelhante a um grande Borgonha: elegante, com álcool moderado e elevada complexidade aromática. O final é persistente e longo, complementado por uma excelente acidez que promete uma fantástica evolução em garrafa. No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa
Produzido a partir da casta Chardonnay, com uma pequena percentagem de Grechetto, apresenta nariz intenso e complexo mostra notas de citrinos, ananás e flores de acácia que se misturam harmoniosamente com notas de baunilha e sílex. No paladar, é generoso, refinado e bem estruturado, com notas agradavelmente saborosas, bem equilibradas pelas típicas sensações doces de manteiga de avelã. Castello della Sala é uma zona altamente adequada à produção de vinhos brancos, com uma excepção: Pinot Noir, que encontra neste terroir as condições ideais para se exprimir no seu melhor. A área é caracterizada por um solo que tende a ser argiloso, calcário, e rico em conchas fósseis, com vinhas bem expostas ao sol e com excelentes amplitudes térmicas. A família Antinori dedica-se à produção de vinho há m
A marca Cartuxa é um dos principais ativos da Fundação Eugénio de Almeida e atual marca “umbrela” da Adega Cartuxa. A insígnia traduz a identidade dos vinhos Vinea, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e do mítico Pêra-Manca. Excelência, qualidade e individualidade, num estilo muito próprio que marca a diferença e define um clássico do Alentejo. A aposta da Fundação Eugénio de Almeida na criação de produtos de excelência tem sido reconhecida ao longo dos últimos anos com diversos prémios.