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Jornas Tinto

11,90 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Com 31,3 hectares, a quinta permanece frutífera em terreno xistoso, escravo e duro. Outrora cultura de sequeiro, aqui vive-se um clima seco com baixa pluviosidade, onde a influência de ventos quentes, no pico do estio, ensejam pequenos redemoinhos por entre a vinha, fazendo lembrar um ambiente quente, quase africano. Rodeada por uma área de silvo pastoril, na herdade existem várias espécies que coabitam em plena harmonia. Através de um olhar atento, ao visitar a nossa quinta pode-se encontrar uma grande diversidade de plantas, mas também de animais. A produção de azinho, sobro e pinheiro, proveniente das plantas autóctones, tais como a esteva, o rosmaninho, e o poejo, e a vida dos animais como a lebre, a perdiz, o javali, a raposa e até garças e libelinhas, conferem a esta quinta uma biodi
03811

Ficha informativa

Colheita
2021
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
João Gomes
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
16-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13.5

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Vinho com aroma e paladar muito fresco, com aromas de fruta branca, ligeiramente tropical e algumas notas de chá e minerais. Algumas notas “mentoladas” e citrinas. Na boca apresenta-se bem fresco, mineral, com volume, estrutura e final persistente. Ressalta a frescura e volume com acidez e mineralidade também marcante.
Este Barcelo Fugitivo monovarietal é um vinho com um carácter distinto, delicadeza aromática e excelente estrutura, produzido segundo métodos de vinificação ancestrais com uvas de vinhas velhas. Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem. Nasceu assim a nova Casa da Passare
Cor citrina com reflexos esverdeados e aspeto brilhante. Aroma fino de grande complexidade, sobressaindo futos de polpa branca como pêssego de vinha. Marcado pela mineralidade granítica do terroir. Na boca revela uma acidez fesca e intensa equilibrada pela estrutura e textura linear. Final de boca longo e persistente.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Invisível é um vinho branco produzido a partir do mosto lágrma das uvas tintas da casta Aragonês, em que as mesmas são colhidas à noite e proveninetes de um talhão selecionado da propriedade da Ervideira. Quase transparente, com laivos rosa, apresenta um aroma floral, com notas de frutas brancas como o melão e a pera. O paladar confirma o aroma, com um bom equilíbrio e final levemente adocicado. A Ervideira é uma empresa produtora de vinhos de qualidade e excelência na região do Alentejo, em Portugal. O seu passado e a sua tradição familiar, na produção de vinhos, remontam ao final do século XIX, e com 160 hectares de vinha divididos pela Vidigueira e por Reguengos de Monsaraz, a administração da Ervideira é assegurada pela matriarca da família, Dona Maria Isabel Leal da Costa, e pelos se
Presente em exclusivo nos vinhedos antigos da Serra da Estrela, e famosa pelos elevados níveis de acidez, esta casta era normalmente plantada na entrada das vinhas – não sendo definitivamente a melhor uva para comer. O seu nome diz tudo: Uva-Cão, a “uva que guarda a vinha”. Aos mais curiosos e aos mais sensíveis, um aviso: a acidez deste vinho é marcante!
Os vinhos da Quinta de Bella são uma expressão sofisticada do terroir granítico da sub-região de Prime, em Fragosela (Viseu), no coração do Dão. Este projeto destaca-se pela viticultura sustentável e pela aposta em castas pouco comuns na região, como Pinot Noir e Cabernet Franc, além das tradicionais Touriga Nacional e Sauvignon Blanc. Os vinhos da Quinta de Bella são perfeitos para quem procura elegância, frescura e autenticidade, com um toque internacional graças às castas e técnicas utilizadas.
Este Alvarinho concentra o vegetal da película, a intensidade de aromas, o equilíbrio e ao mesmo tempo o lado delicado desta casta. Vinho de cor esverdeada, com aroma intenso, com toque tropical e ligeiro vegetal. Vinho bem equilibrado na boca. Termina longo e persistente.
Vinho com excelente profundidade aromática, tem toques de fruta madura, especiarias, florais elegantes e leves mentolados. Na boca é volumoso, com boa textura de taninos, cheio e rico mas mantendo toda a frescura.
Uva
  • Touriga Franca
  • Touriga Nacional
  • Tinta Roriz

Vol. 14,5%

Criar um vinho é uma arte que em Portugal fomos aperfeiçoando ao longo de séculos, hoje reforçada por um maior conhecimento e melhores meios. A experiência adquirida ao longo do tempo por João Portugal Ramos, leva-o a acreditar que um vinho reflete a natureza da terra que o viu nascer e é a expressão de quem o produz. O saber, a experiência e a tecnologia permitem aperfeiçoar com rigor os diversos fatores que influenciam a personalidade de um vinho.
Ferradosa Vinhas Velhas Douro Tinto é um vinho que demonstra um nariz muito concentrado com alguma frescura. Fruta vermelha madura, cereja negra, ameixa, especiarias e notas a floresta de pinheiro. Um vinho de taninos aveludados, final longo e persistente e repleto de fruta.
O Coche é o Branco mais cobiçado da Niepoort e que tem o perfil mais próximo de um grande Borgonha. Na definição do seu perfil, procuramos complementar o equilíbrio de fruta e com complexidade do estágio em carvalho francês, de primeiro ano e tosta baixa, da tanoaria François Frères. No nariz o estágio em madeira traduz-se em notas de mel, frutos secos e brioche que estão muito bem integradas com uma base aromática a alperce e citrinos e algumas de ervas aromáticas. Na boca tem a estrutura semelhante a um grande Borgonha: elegante, com álcool moderado e elevada complexidade aromática. O final é persistente e longo, complementado por uma excelente acidez que promete uma fantástica evolução em garrafa. No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa