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Vinho Quinta do Bronze

48,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
O Quinta do Bronze tinto combina a elegância e a força das castas Touriga Nacional, Sousão, Touriga Franca e Tinto Cão. No aroma, destaca-se a fruta preta densa e profunda, muito compacta, acompanhada por subtis notas de madeira seca. Na boca, impõe-se com estrutura e presença, revelando boa acidez, taninos firmes e um perfil austero, mas sedoso, que conduz a um final convincente e persistente.
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Ficha informativa

Colheita
2017
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Lua Cheia - Saven
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
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O Maritávora Colheita Tinto 2021 é um vinho biológico do Douro DOC produzido pelo enólogo Jorge Serôdio Borges. Combina as castas Touriga Nacional, Touriga Roriz e Touriga Franca, destacando-se pela elegância, notas de fruta madura e excelente estrutura proporcionada pelo seu estágio.
Cor rubi fechada. Destaque principal para a combinação de frutos vermelhos, frutos silvestres, aromas de violetas com especiarias provenientes da madeira. Entrada cativante e suave, seguida de uma elegância fresca e cativante em combinação com alguma madeira fumada. Termina cremoso, intenso e com carácter.
Vinho limpo e brilhante. Aroma complexo, profundo e elegante onde sobressaem aromas de frutos pretos maduros, especialmente amoras. No nariz existe uma perfeita harmonia entre os frutos e as nuances de especiarias derivadas da baunilha e madeira. No palato revela-se encorpado, com um bom equilíbrio entre a fruta preta o tanino muito polido e uma boa acidez. Final de boca longo e persistente.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Expressivo. Fresco. Refinado. O Post Scriptum é o vinho parceiro do Chryseia. Proveniente dos mesmos vinhedos, o seu perfil é semelhante, com fruta expressiva, fresca e concentrada, aliada a um equilíbrio e elegância exquisitos. É levemente amadeirado e mais acessível em tenra idade.
O Herdade Papa Leite Pacto do Diabo é um vinho tinto obtido pelas castas Alicante Bouschet, Merlot e Cabernet Sauvignon. Apresenta-se de cor granada e de aromas a geleia, compota de amora e ginja, conjugados com as notas florais. Na boca o seu perfil especiado é evidente, denotando uma boa integração da madeira na qual estagiou por um período de 20 meses. A Herdade Papa Leite, situada em Alter do Chão, em pleno coração do Alto Alentejo, remonta ao século XVII, podendo ainda hoje, se encontrar marcos dessa época. Depois de muitas famílias por ali passarem, foi Filipe Barreiros Cardoso, que apaixonado pela propriedade, adquiriu-a, concretizando com o apoio da sua família e equipa, um sonho antigo de produzir produtos de grande qualidade. Assim a herdade foi expandida e revitalizada, contand
Vigoroso na cor e no aroma, onde predominam as notas florais e a fruta madura em harmonia com a madeira. Na boca evidencia boa estrutura, sabores maduros, frescura e taninos vigorosos que lhe dão um longo e saboroso final.
Este é o vinho mais emblemático da Herdade do Mouchão, criado maioritariamente com a casta Alicante Bouschet, que encontrou neste terroir caraterísticas únicas que lhe conferem um carácter distintivo. Após a fermentação em lagares de pedra, estagia em tonéis de carvalho português e mogno durante pelo menos quatro anos, reforçando a sua intensidade, carácter e robustez, passando depois por mais um estágio de pelo menos 18 meses em garrafa. De cor profunda e concentrada, é um vinho com um carácter marcado pelas especiarias, especialmente indicado para o envelhecimento, pois a sua estrutura, proporcionada pelos taninos, é única e ideal para o envelhecimento. No início do século XIX, Thomas Reynolds migrou para a região do Alentejo tendo como objetivo o negócio da cortiça. Três gerações dep
A cor é rubi profundo típico da casta. No nariz um ligeiro destaque de vegetais nuances que combinam com notas finas de frutos maduros e notas terciárias típicos da variedade, como café e especiarias, oferecendo um monte de complexidade e intensidade. Na boca mostra tem um perfil que permite que ser consumido enquanto jovem, no entanto, certamente vai premiar aqueles que escolhem para a evolução na garrafa.
Thomas Reynolds, marinheiro e comerciante inglês, chega a Portugal em 1820, atraído pelo negócio do vinho e tem dois filhos, Thomas e Robert. É a partir do Porto que abastece o seu armazém comercial em Londres com produtos ibéricos. Em 1838, introduzem-se na indústria corticeira em Espanha, expandindo-se até Portugal acabando por se fixar em Estremoz. Após a família ter partido para a Nova Zelândia Robert fica em Estremoz à frente dos negócios, que rapidamente desenvolve com a aquisição de novas terras e a produção de vinhos de qualidade, atividade esta que exercia com particular empenho e paixão. O Alentejo converte-se no berço definitivo dos Reynolds de Portugal e de Robert, o patriarca da família. Desse berço procedem o filho primogénito de Robert, Robert Rafael e, deste, Carlos. Carlos
Celebre 200 anos de Vesúvio com este Baú Quinta Do Vesúvio Bicentenário: Portos Vintage 2000/2011 e tintos 2012/2017. Cada garrafa é testemunho de momentos únicos: o Porto Vintage 2000 exibe aromas de frutos negros envelhecidos e especiarias doces; o Vintage 2011 brilha com notas florais e grafite; o tinto 2012 encanta pela harmonia entre fruta madura e estrutura; e o 2017 seduz com intensidade aromática e final persistente. Ideal para colecionadores, presente de luxo ou para brindar conquistas, este baú evoca dois séculos de excelência e paixão pela vinha.
Nada poderia afastar Jorge Serôdio Borges e Sandra Tavares da Silva de fazerem, um dia, o seu vinho, que seria fruto da sua experiência profissional e da sua relação. Este talentoso casal decidiu então criar a empresa Wine & Soul em 2001, ao mesmo tempo que adquiriram os 2,5 hectares de vinha velha, com mais de 70 anos e com dezenas de castas, que daria origem ao seu primeiro vinho, cujo nome seria Pintas. A escolha deste nome prende-se pelo facto de ambos chegarem a casa com inúmeras pintas de mosto nas suas t-shirts, depois de um dia na vindima ou na adega. Hoje em dia, Pintas é uma das maiores estrelas do firmamento vínico português e uma verdadeira sinfonia das vinhas velhas. O objetivo do casal passa por criar vinhos que expressem todo o carácter das vinhas velhas e castas indígenas
O Lilipop tinto 2019 é o vinho mais carismático da Quinta de Tourais. Começamos por enumerar algumas castas que já não são muito usuais no Douro, como, Baga, Jean, Bastardo, Touriga, Brasileira, Tinta Francisca, Alicante Bouschet, Tinta Roriz entre outras. Este vinho apresenta-se, fresco e leve, com apenas 13% de álcool, sem qualquer correcção de acidez foi vindimado em Agosto por Ph ideal. Tem uma optima estrutra, mas afasta-se um pouco dos vinhos tradicionais do Douro. Consideramos este vinho muito elegante, com ainda notas vegetais, fruta vermelha, fruta preta e muito especiado. Tem algumas notas de bosque e cogumelos. Boca elegante preenchida e com final persistente. Tem 10 meses em barricas de carvalho Francês usadas.