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Pêra-Manca 1991/1995

918,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
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Ficha informativa

Colheita
1995
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Fundação Eugénio de Almeida
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
14.5

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DOURO

O Barca Velha de 1995 revela-se brilhante, profundo e de um intenso vermelho. O seu leque de aromas é bastante rico, revelando notas a fruta madura, violetas, especiarias como a baunilha e a pimenta, balsâmico e nuances de aromas terceários como farmácia e iodo. No paladar, mostra um excelente equilíbrio entre álcool e acidez, muito persistente, fino, elegante e com um acabamento delicado.

Rola Touriga Nacional é um vinho que demonstra um nariz muito concentrado com alguma frescura e estágio prolongado em barricas de carvalho francês de 500 Litros.
Fruta vermelha madura. Um vinho de taninos presentes, final longo e persistente.
Vol 14,5%
Nos bastidores deste projeto estão Nuno Faria, madeirense e restaurateur (100 Maneiras ) e António Maçanita, considerado Enólogo do Ano 2018 e entusiasta de terroirs extremes, amigos há mais de 15 anos e que juntaram forças para explorar e celebrar o potencial destas ilhas encantadas numa garrafa de vinho.
Núcleo amarelo limão com nuances de cor verde flecks. Extraordinariamente intenso, complexo, com notas minerais de toranja e notas de carvalho bem integradas e de grande qualidade. Surpreendentemente amplo, cheio de volume, concentração e com boa acidez. O resultado é um perfil elegante, fresco e bem equilibrado. Final muito longo e persistente.
Tinto, blend. Vinho de cor rubi, aromas primários de esteva envolvidos por notas de frutos silvestres, num conjunto típico duriense de fino recorte, leve especiado e fresco. Na boca mostra-se sedutor, com rusticidade conferida pelo engaço das uvas, aliado a uma boa mineralidade. Perfil longo, fino e vibrante
Branco: blend. Aroma fresco denotando complexidade. Tem um bom caractere mineral, que confere frescura, combina com notas de frutas de pomar, citrinos leve aroma a fumo e especiarias
Código Granius: Cor: Amarelo limão, límpido. Aroma: Inicialmente neutro, com evidência de notas cítricas e perfil redutivo. Paladar: Acidez elevada, destacando-se pela sua linearidade, sendo o pilar deste vinho.
Código Origem Tinto: Rubi brilhante média profundidade. Aroma vibrante com notas de fruta vermelha e preta, nota herbal. Complexidade aromática com a nota subtil de madeira e de aroma de bosque. Acidez vibrante imprime uma linearidade ao corpo médio com taninos firmes mas elegantes. Longo, texturado e crocante. mistura de castas nativas: Baga, Jaen, Tinta Roriz e Touriga Nacional
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Cor: Citrina. Aroma: Exuberante. Sobressaem os aromas citrinos (tangerina, toranja) e tropicais frescos (maracujá). Notas minerais. Paladar: Harmonioso. Acidez equilibrada. Corpomédio com boa textura. Termina com um final persistente.
Vinho com excelente profundidade aromática, tem toques de fruta madura, especiarias, florais elegantes e leves mentolados. Na boca é volumoso, com boa textura de taninos, cheio e rico mas mantendo toda a frescura.
Uva
  • Touriga Franca
  • Touriga Nacional
  • Tinta Roriz

Vol. 14,5%

O Maritavora Reserva Branco 2023 é um vinho branco produzido na região do Douro, em Portugal. Elaborado a partir das castas Códega do Larinho, Rabigato e Viosinho, este vinho apresenta uma estrutura equilibrada e um caráter fresco. Com 12,5% de álcool, é acompanhar pratos de peixe, frutos do mar e saladas. A sua capacidade de 0,75L torna-o uma escolha prática para diversas ocasiões, oferecendo uma experiência de degustação que reflete as características únicas da região do Douro

Este Barcelo Fugitivo monovarietal é um vinho com um carácter distinto, delicadeza aromática e excelente estrutura, produzido segundo métodos de vinificação ancestrais com uvas de vinhas velhas. Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem. Nasceu assim a nova Casa da Passare
Uma das Quintas com maior prestigio no Douro é a Quinta do Vallado, uma quinta que foi pertença da D. Antónia Adelaide Ferreira, a Ferreirinha, e que ainda hoje se mantém nas mãos de seus descendentes. Os vinhos Vallado injustamente andaram esquecidos e agora naturalmente recuperaram o tempo perdido. São vinhos de grande importância na história do Douro e que merecem estar nos lugares cimeiros. Construída em 1716, a Quinta do Vallado perfila-se com uma das mais antigas no Douro. Situa-se bem junto à Régua, nas margens do Rio Corgo. Os destinos desta emblemática Quinta estão nas mãos de João Alves Ribeiro e Francisco Ferreira, ambos descendentes da Ferreirinha, e responsáveis pela gestão da empresa e da Enologia, respectivamente.
Tinto: As castas Alicante Bouschet e Cabernet Sauvignon aliadas a Malbec e Marselan, após fermentação e estagio de 16 meses em barricas de carvalho francês, originam um vinho de extrema elegância, com uma intensidade aromática onde se destaca a fruta preta madura envolvida nas notas de pimenta .
Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto, foi fermentado parcialmente em barricas de carvalho francês e depósito de inox. A totalidade do lote passou depois por um estágio de 12 meses sobre borras finas com batonnage periódica, com um estágio final de 12 meses em garrafa. Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.