Este site contém informação sobre bebidas alcoólicas. Confirme que tem idade legal para consumir bebidas alcoólicas.

Codigo Granius/ Origem

18,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Código Granius: Cor: Amarelo limão, límpido. Aroma: Inicialmente neutro, com evidência de notas cítricas e perfil redutivo. Paladar: Acidez elevada, destacando-se pela sua linearidade, sendo o pilar deste vinho.
Código Origem Tinto: Rubi brilhante média profundidade. Aroma vibrante com notas de fruta vermelha e preta, nota herbal. Complexidade aromática com a nota subtil de madeira e de aroma de bosque. Acidez vibrante imprime uma linearidade ao corpo médio com taninos firmes mas elegantes. Longo, texturado e crocante. mistura de castas nativas: Baga, Jaen, Tinta Roriz e Touriga Nacional
Depois de colocar no carrinho, identifique na finalização da compra, antes da escolha do método de pagamento,  no campo que  se refere a "nota sobre a sua encomenda" qual a opção que pretende
04127

Ficha informativa

Colheita
2024
Tipo de vinho
Branco
Produtor
No Rules Wine
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
10-12⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
12

16 outros produtos na mesma categoria:

Aromas primários de esteva envolvidos por notas de frutos do bosque num conjunto típico duriense de fino recorte, leve especiado fresco

Depois de colocar no carrinho, identifique na finalização da compra, antes da escolha do método de pagamento,  no campo que  se refere a "nota sobre a sua encomenda" qual a opção que pretende.

O Almanua Terroir Marítimo branco é a primeira criação conjunta de Manuel e Luís Cerdeira, um vinho que reflete a influência atlântica das vinhas de Famalicão. Produzido a partir das castas Alvarinho, Arinto e Maria Gomes, combina a fruta e o floral do Alvarinho, a frescura vibrante do Arinto e a estrutura firme da Maria Gomes. Fermentado em inox e em barricas especiais de carvalho francês e castanho português, ganha corpo sem que a madeira se sobreponha. Com acidez marcante e uma energia cativante, é um branco gastronómico, pensado para brilhar à mesa.
O Malhadinha Tinto 2021 surge com um nariz muito expressivo, mas sério, com notas de fruta preta e azul, especiarias e leves tostados. Na boca, à semelhança de edições anteriores, é um vinho bastante complexo, redondo com taninos maduros e polidos, muito longo no final e com um enorme potencial de envelhecimento. Surge com um nariz muito expressivo, mas sério, com notas de fruta preta e azul, especiarias e leves tostados. Na boca, à semelhança de edições anteriores, é um vinho bastante complexo, redondo com taninos maduros e polidos, muito longo no final e com um enorme potencial de envelhecimento.
Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto, foi fermentado parcialmente em barricas de carvalho francês e depósito de inox. A totalidade do lote passou depois por um estágio de 12 meses sobre borras finas com batonnage periódica, com um estágio final de 12 meses em garrafa. Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
O vinho Morais Rocha Reserva Tinto tem 14 meses em barricas de Carvalho. Francês Morais Rocha Wines nasce da vontade, há muito esboçada, em produzir vinhos de excelência que exprimissem todo o carácter singular da região da Vidigueira. O cuidado com os nossos produtos não termina com a venda. A exigência da casa Morais Rocha leva a que os seus produtos aquando exportados sejam devidamente acondicionados em contentores de modo a garantir que não hajam alterações nos mesmos, quer por diferenças térmicas, quer por outros agentes agressivos externos.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem. Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem. Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
A Quinta da Boavista é reconhecida desde a primeira demarcação da região vinícola do Douro, datada de 1756. Documentada está também a presença da Quinta da Boavista nos célebres mapas de Joseph James Forrester, do século XIX. Durante o século XX, a Quinta passou por períodos desafiantes, tendo estado nas mãos de vários proprietários que trouxeram o seu conhecimento e experiência à produção vitícola dos vinhos da Boavista. Localizada na sub-região do Cima-Corgo, perto do Pinhão, na margem direita do Douro, e com uma das melhores vistas sobre o rio, a Quinta da Boavista possui 36 hectares de vinhas de alta qualidade, algumas delas vinhas velhas plantadas com as castas nativas. Em 2020, a Quinta foi adquirida pelo Grupo Sogevinus, um dos maiores grupos de vinhos do Douro, continuando a pro
O vinho Principal Grande Reserva tinto, produzido a partir das castas Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Merlot, revela tons violáceos e seduz com aromas de fruta preta madura e sublimes notas de especiarias. A sua complexidade excecional traduz-se num perfil encorpado, volume generoso e uma persistência longa, conjugada por taninos finos e suaves.