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Vinho Mamoré de Borba Reserva Vinhas Velhas Cx 2

47,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
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O vinho kosher é produzido de acordo com as leis dietéticas judaicas (kashrut). Para ser considerado kosher, deve ser elaborado por judeus observantes e utilizar equipamentos e ingredientes kosher. Esta produção abrange uma variedade de estilos, desde tintos e brancos até espumantes, com muitos vinicultores a focarem-se na qualidade. Os vinhos kosher são apreciados não só pela comunidade judaica, mas também por amantes de vinho em geral, oferecendo uma experiência rica e respeitando as tradições. A Quinta da Ribeira fica situada em Meca, no antigo concelho medieval dos Montes de Alenquer, e é actualmente sede da Sociedade Agrícola Félix Rocha. Esta quinta começou a ser produtiva em meados do século XIX por iniciativa do Sr. Felix Rocha, avô dos actuais proprietários. Por volta de 1925, fo
A paisagem da Beira Interior é dramática e despovoada, o clima exigente, os solos graníticos e as altitudes elevadas. As vinhas convivem com lameiros, olivais e matas diversas, a uma altitude superior a 650 metros, em solos graníticos, com exposição solar de nascente e sudeste, com elevadas amplitudes térmicas entre o dia e a noite. As maturações são tradicionalmente longas. Um Terroir único, que confere qualidades distintivas aos vinhos Casas Altas. É nele que nasce o Vinho Tinto Casas Rufete. “Quando crio os meus vinhos procuro a pureza das origens, sem maquilhagem. Busco a verdadeira expressão da terra e das uvas. ​No completo respeito pela viticultura, pelas uvas, pela natureza e elaborando os vinhos com um mínimo de intervenção.” – José Madeira Afonso
Howard's Folly Sonhador rosé é produzido no nordeste do Alentejo, em Portalegre, junto aos contrafortes graníticos da Serra de São Mamede. É nesta serra que as temperaturas mais frias e as vinhas antigas unem-se para criar um vinho de exímia complexidade e frescura. Com aromas complexos que relembram frutos silvestres maduros, geleia de framboesa e um toque de baunilha, é no paladar que revela o seu verdadeiro carácter. Uma acidez vibrante com um corpo generoso, cativa com um fim de boca prolongado e profundo. Howard's Folly é uma mistura inspiradora de uma parceria inovadora entre o enólogo chefe, David Baverstock, e o empresário, Howard Bilton. Juntos aliam a sua paixão por enaltecer o melhor das castas portuguesas e produzir, de forma consistente, deliciosos vinhos.
Oops! Este vinho nasceu assim! Único! Vindima no limite da maturação, e aí decidimos que, se a natureza assim quis assim será. “Que entrem as uvas – sãs e lindas – para dentro da adega e vamos ao trabalho!”. Pomada boa, cheia de fruta e vigor. De cor rubi intensa, invade a boca com explosões de intensas frutas vermelhas, um perfeito equilíbrio entre a acidez e taninos durienses que lhe garantem toda a elegância da fruta viva na boca. Beba e seja levado para os socalcos do Douro onde é possível sentir toda a intensidade do cheiro que esta região maravilhosa tem na primavera. Qalt Unoaked é a simplicidade das uvas numa garrafa de vinho. Desfrute!
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Fresco e convidativo, carregado de aromas de fruta (citrinos e algum pêssego), folhas de louro, flores de tília, tenso e muito limpo. Boa carga mineral, directo, no palato a mostrar-se com fruta (citrinos, pêssego) e rebuçado, com uma acidez de belo efeito, refrescando o palato a cada trago com uma boa secura de fundo.
Jorge é a 5ª geração de uma longa linhagem de produtores de vinho e proprietários de adegas. Assim, em 2009, Sandra e Jorge adquiriram a Quinta da Manoella, uma propriedade com uma história que remonta a 1838. As vinhas da Quinta da Manoella têm mais de cem anos, ladeadas de ambos os lados por vinhas mais jovens, sendo capazes de produzir vinhos com uma elevada frescura e delicadeza, e com uma concentração que os torna rapidamente reconhecidos como uns dos melhores vinhos do Douro. Fundada em 2001 pelo casal de enólogos Sandra Tavares da Silva e Jorge Serôdio Borges, a empresa Wine & Soul tem investido e comprado vinhas velhas e propriedades no vale do Rio Pinhão. O objectivo do casal passa por criar vinhos que expressem todo o carácter das vinhas velhas e castas indígenas do Douro, pro

Vinho de cor palha intenso. Aromas de panificação, mel, toranja, flores brancas e a pedra molhada. Na boca é um vinho cheio de camadas, muito volumosos e cheio de energia dada a sua persistente frescura

Produtor: titan of Douro

Castas: Mistura de uvas brancas

Vol: 13,5%

O Quinta da Vacaria Reserva branco é um vinho elegante, de cor amarelo limão, criado a partir de uma mistura das castas Arinto, Viosinho e Rabigato, revelando frescura e complexidade. No nariz, emergem aromas de frutos exóticos, harmonizados com notas de baunilha e madeira, muito bem integradas. Na boca é volumoso, com uma acidez viva e um final longo. A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez q
De sabor autêntico e intenso, este vinho é produzido a partir de um lote único das principais castas da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo - Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinto Cão - sem estágio em madeira, demonstrando que não é preciso barrica para ser sofisticado. De cor rubi, o seu aroma é jovem, exuberante e mineral, revelando um magnífico equilíbrio entre fruta, estrutura densa e álcool, com uma riqueza e volume fora do comum, prometendo evoluir muito bem em garrafa. A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo é um local de extrema beleza, no coração do Douro, e propriedade da família Amorim desde 1999. A ligação da família ao vinho vem de longe, através da sua ligação às casas exportadoras de Vila Nova de Gaia, por via do negócio da cortiça, mas nessa data esta li
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem. Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
A Barão de Vilar, Vinhos S.A. foi constituída em Janeiro de 1996, a partir de um stock de vinhos adquirido por Fernando Luiz Van Zeller, cedido aos seus dois filhos Fernando e Álvaro. A sua denominação social recupera um título nobiliárquico concedido por D. Maria II de Portugal a Cristiano Nicolau Kopke, o 1º Barão de Vilar, em 1836, que por descendência, se encontra na posse direta da família. Antes da constituição da Barão de Vilar, a família Van Zeller era proprietária da Quinta do Noval, uma das mais reputadas quintas do sector do Vinho do Porto, de onde é oriundo o mítico "Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos mundiais do século XX pela Wine Spectator. Atualmente, a Barão de Vilar passou a designar-se por Van Zeller Wine Collection, uma empresa que represe
Um vinho tinto de exceção da Bairrada, com assinatura cosmopolita e sofisticada. Produzido a partir de um blend de castas nacionais e internacionais, revela uma maturação plena, resultante de um estágio prolongado em barricas de carvalho francês. No nariz é complexo e envolvente, com frutos negros maduros (amora, mirtilo, cassis), notas de terra húmida, cedro, pimenta-preta, tabaco e chocolate negro, tudo envolto por uma barrica muito bem integrada. Na boca mostra-se encorpado, poderoso e refinado, com taninos robustos mas polidos, excelente estrutura e acidez equilibrada que lhe confere longevidade. O final é longo, profundo e harmonioso, com ecos de especiarias e fruta. Ideal para pratos tradicionais portugueses mais robustos, como cabrito assado, leitão da Bairrada, ossobuco ou carnes m