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Manoella Tinto

15,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Jorge é a 5ª geração de uma longa linhagem de produtores de vinho e proprietários de adegas. Assim, em 2009, Sandra e Jorge adquiriram a Quinta da Manoella, uma propriedade com uma história que remonta a 1838. As vinhas da Quinta da Manoella têm mais de cem anos, ladeadas de ambos os lados por vinhas mais jovens, sendo capazes de produzir vinhos com uma elevada frescura e delicadeza, e com uma concentração que os torna rapidamente reconhecidos como uns dos melhores vinhos do Douro. Fundada em 2001 pelo casal de enólogos Sandra Tavares da Silva e Jorge Serôdio Borges, a empresa Wine & Soul tem investido e comprado vinhas velhas e propriedades no vale do Rio Pinhão. O objectivo do casal passa por criar vinhos que expressem todo o carácter das vinhas velhas e castas indígenas do Douro, pro
04411

Ficha informativa

Colheita
2023
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Wine & Soul
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13.5

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Cor: Vermelha profunda e consistente. Aroma: Intenso a frutos pretos, amora, a par dos aromas florais, cassis, especiarias e floresta. Boca: Encorpado com taninos robustos mas polidos com uma acidez e frescura marcantes onde sobressai a fruta preta e o chocolate. Mostra-se um vinho cheio, concentrado e complexo com grande potencial de envelhecimento. Final de Boca: Equilibrado, expressivo, longo e persistente.

Uva

  • Tinta Roriz
  • Touriga Franca
  • Touriga Nacional
  • Apresenta cor vermelha intensa, aroma a frutos vermelhos como ameixas e amoras num fundo de baunilha proveniente das barricas de carvalho Francês onde estagiou durante 1 ano. Na boca mostra-se volumoso e rico de sabores maduros e frutados e com algum tanino fino a dar-lhe maior longevidade
O Coche é o Branco mais cobiçado da Niepoort e que tem o perfil mais próximo de um grande Borgonha. Na definição do seu perfil, procuramos complementar o equilíbrio de fruta e com complexidade do estágio em carvalho francês, de primeiro ano e tosta baixa, da tanoaria François Frères. No nariz o estágio em madeira traduz-se em notas de mel, frutos secos e brioche que estão muito bem integradas com uma base aromática a alperce e citrinos e algumas de ervas aromáticas. Na boca tem a estrutura semelhante a um grande Borgonha: elegante, com álcool moderado e elevada complexidade aromática. O final é persistente e longo, complementado por uma excelente acidez que promete uma fantástica evolução em garrafa. No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa
A casta Alvarinho permaneceu na região de Melgaço durante anos, e tradicionalmente as videiras eram plantadas nas margens dos campos, com os cereais a ocuparem o centro das parcelas. Em 1974, João António Cerdeira e os seus pais, António Esteves Ferreira e Maria Cerdeira, decidiram quebrar esta tradição e plantaram a primeira parcela contínua de vinha da casta Alvarinho em Melgaço, que foi baptizada com o nome "Soalheiro", devido à sua exposição solar. O espírito pioneiro de João António marcou a história da família, que desde então está ligada à produção da casta Alvarinho em Melgaço. Hoje, é a terceira geração que dá continuidade ao legado, estendendo a visão à produção biológica.
No aroma revela a elegância e intensidade características deste vinho. Sobressaem os aromas a frutos vermelhos do bosque, notas florais e especiarias que conferem complexidade. A madeira está muito bem integrada
Sabor
Em boca já revela uma estrutura muito equilibrada, com taninos suaves que conferem um longo e aromático final de prova. Gastronómico
Cor
Vermelho rubi com boa intensidade
Os terrenos que viriam a ser Vega Silicia, foram disputados durante anos entre Peñafiel e o Mosteiro de Valbuena e foi em 1477 que os monges e o conselho chegariam a um acordo. Estes últimos teriam a jurisdição e as terras aráveis e os monges teriam a cobertura florestal. Mas foi em 1577 que o nome Vega de Sicilia apareceu pela primeira vez na história, quando se referia à propriedade. Durante séculos a propriedade foi explorada e comprada ao Marquês de Valbuena, por Toribio Lecanda em 1848, onde o seu filho Eloy Lecanda, começa a produzir vinho de forma profissional na adega da propriedade. Assim, surge a necessidade de construir instalações, escritórios e armazéns de envelhecimento. O objetivo seria produzir vinho de qualidade igualável ao produzido em Bordéus. Em 1982, a família Álvare
O Vieira de Sousa Tinta Francisca Tinto 2020 é produzido a partir da casta Tinta Francisca, de um talhão localizado a uma cota baixa numa das Quintas da Família. Com o objetivo de fazer um vinho diferente, com uma casta tradicional do Douro, optamos por fazer uma fermentação separada com pouca intervenção. Por sua vez foi armazenado em cubas em inox e engarrafado em 2021. Versátil na mesa, acompanhando pratos leves de carne ou peixe, ou simplesmente uma boa conversa. Vinho elegante, complexo e muito fresco.
A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez que estes cascos de madeira não eram sequer marcados com o selo do produtor. No destino, o vinho era engarrafado e rotulado com a marca dos comerciantes estrangeiros que o adquirissem, entretanto, vindo algumas delas a ganhar bastante prestígio.
Blend II. Vinho de cor retinta com ligeiros laivos atijolados. Expressivo no nariz, com notas de fruta preta, chocolate, alcaçuz, esteva e fumo. Na boca, é um vinho muito gordo, de grande persistência e frescura.
Taifa resulta da escolha criteriosa de parcelas mais velhas da casta Arinto e da antecipação da data de vindima para assegurar maior acidez. Estagiou 11 meses em barricas novas de carvalho francês e húngaro, procurando uma harmoniosa ligação à madeira nova e proporcionando longevidade ao vinho. Apresenta um perfume sedutor e charmoso de madressilva, complementado por notas de iodo, sal e alguns laivos de baunilha. Sugestões de pederneira e leve tosta acrescentam dimensão ao sumptuoso leque aromático. Na boca, a rica textura proporciona sabores cremosos de alperce e marmelo e subtis toques de mel, tudo irrepreensivelmente equilibrado pela acidez cítrica. É um vinho complexo e sofisticado que promete uma excelente evolução em garrafa. A Quinta da Fonte Souto é a primeira propriedade adquir