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Boavista Vinha do Levante Branco

36,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
A Quinta da Boavista é reconhecida desde a primeira demarcação da região vinícola do Douro, datada de 1756. Documentada está também a presença da Quinta da Boavista nos célebres mapas de Joseph James Forrester, do século XIX. Durante o século XX, a Quinta passou por períodos desafiantes, tendo estado nas mãos de vários proprietários que trouxeram o seu conhecimento e experiência à produção vitícola dos vinhos da Boavista. Localizada na sub-região do Cima-Corgo, perto do Pinhão, na margem direita do Douro, e com uma das melhores vistas sobre o rio, a Quinta da Boavista possui 36 hectares de vinhas de alta qualidade, algumas delas vinhas velhas plantadas com as castas nativas. Em 2020, a Quinta foi adquirida pelo Grupo Sogevinus, um dos maiores grupos de vinhos do Douro, continuando a pro
03476

Ficha informativa

Colheita
2021
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Kopke Group
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
7-14⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13

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Vermelho intenso, Nariz intensa e complexa com fruta vermelha e chocolate.Impressões fumadas, harmoniosamente combinadas com especiarias Entrada impactante, seguido da fruta preta e das especiarias. Combinação perfeita entre a elegância dos taninos e a frescura de uma notável acidez. Termina longo e mostrando toda a sua forte estrutura. Vinho impar.
O Tricot é um vinho de cor rubi, onde o carácter das vinhas da Serra de São Mamede está bem presente, trazendo frescura e minimalismo. A Touriga Nacional, com o seu carácter inconfundível, resulta num vinho elegante, complexo e harmonioso. É um vinho feito a quatro mãos que retrata fielmente a beleza e a tranquilidade do Alentejo. Nasce do cuidado e dedicação de duas enólogas que juntaram as suas visões e a experiência de muitas vindimas para produzir vinhos únicos que são a expressão mais pura de cada região.
Existe um vinho mais típico da Sardenha do que o Cannonau? Com o seu Costera, a famosa adega Argiolas deixa-nos saborear os aromas e sabores mais autênticos da ilha. Um vinho profundo, equilibrado e com estrutura, que recomendamos para acompanhar pratos ricos e, se possível, da cozinha local.
Na Casa de Mouraz, todas as vinhas são cultivadas de forma ecológica, sem o uso de herbicidas ou agroquímicos sintéticos, certificadas pela ECOCERT desde 1996. O solo é fertilizado através da sementeira de plantas e adubos orgânicos. Os tratamentos das vinhas utilizam produtos naturais como cobre, enxofre, algas marinhas, argila e tisanas de plantas. A agricultura biológica na Casa de Mouraz é guiada pelo respeito ao solo, às plantas, ao ser humano e à vida em sua diversidade e integridade ecológica. Menos manipulado, o solo produz um vinho mais autêntico, refletindo fielmente o terroir e a vinha onde foi criado. Desde o final de 2006, a Casa de Mouraz também adota práticas biodinâmicas, buscando aprofundar a harmonia entre o solo, as plantas, os animais e o ser humano.
O Quinta Vale D. Maria Vinha Francisca revela grande elegância e equilíbrio, mostrando que o Douro é capaz de produzir vinhos com uma frescura excecional, mantendo o corpo e os sabores intensos tradicionais desta região. A Quinta Vale D. Maria, localizada no coração do Douro, no Cima Corgo, mais precisamente no Vale do Rio Torto, tem uma história que remonta a 1868. No entanto, foi em 1996 que começou uma nova era de excelência, quando Cristiano van Zeller adquiriu a propriedade da família da sua esposa, Joana Lemos van Zeller. Ao longo de mais de duas décadas, Cristiano liderou um trabalho de dedicação e paixão, criando vinhos únicos e de qualidade reconhecida tanto em Portugal como além-fronteiras. A aquisição da Quinta Vale D. Maria pelo grupo Aveleda em 2017, representa a continuidad
É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal. Os vinhos Tapada do Chaves preservam o calor e a suavidade da região do Alentejo e estão associados a uma forte tradição familiar, a uma história de paixão e dedicação à terra. Com origem nas vinhas da propriedade que lhes dá o nome, com idades entre os 15 e os 85 anos, estes são vinhos para guardar e mais tarde saboreá-los em pleno.
Tudo começou em 1918, quando Manoel Domingues Poças Júnior, nascido no centro da azáfama do Vinho do Porto, decidiu fundar o seu próprio negócio. Com cerca de 30 anos de idade, Manoel Poças tinha alguma experiência de trabalho na área e, conjuntamente com o seu tio, fundou uma empresa de fornecedora de brandies a grandes produtores de Vinho do Porto. Anos mais tarde, estebelece a sede do seu negócio em Vila Nova de Gaia, onde se fixou até aos dias atuais. Toda a família Poças veio a partilhar a sua paixão pelo vinho, combinando o respeito pela tradição com a mente aberta à inovação trazida pelas novas gerações. Hoje, com três Quintas nas melhores localizações da Região Demarcada do Douro, a Poças tem o controlo total da qualidade dos seus vinhos.
Cor citrina com reflexos esverdeados e aspeto brilhante. Aroma fino de grande complexidade, sobressaindo futos de polpa branca como pêssego de vinha. Marcado pela mineralidade granítica do terroir. Na boca revela uma acidez fesca e intensa equilibrada pela estrutura e textura linear. Final de boca longo e persistente.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Este Vinho Branco é produzido exclusivamente com uvas brancas da zona de Amarante. O método de produção deste vinho é um processo estilo “Curtimenta”. Este método consiste em esmagamento das uvas para lagar de pequena dimensão com pisa e remontagem do mosto para extracção máxima dos sabores e aromas presentes nas uvas. É um vinho “Estilo Tradicional”, feito à moda antiga com o mínimo de intervenção possível. Ideal para saborear com pratos tradicionais da dieta Mediterrânea. Perfeito para acompanhar umas tábuas de queijos e enchidos, à volta de uma mesa com amigos.
A Ervideira é uma empresa produtora de vinhos de qualidade e excelência na região do Alentejo, em Portugal. O seu passado e a sua tradição familiar, na produção de vinhos, remontam ao final do século XIX, e com 160 hectares de vinha divididos pela Vidigueira e por Reguengos de Monsaraz, a administração da Ervideira é assegurada pela matriarca da família, Dona Maria Isabel Leal da Costa, e pelos seus seis filhos, sendo Duarte Leal da Costa o diretor executivo.
Criado com uvas da casta Baga plantada em solo argilo-calcário, em vinhedos com uma idade média de 40 anos. Vinificado em cubas de inox durante 10 dias, foi amadurecido em pipos usados (de 650l) durante 12 meses. Acompanha pratos com carne de caça bem como outros pratos de carnes vermelhas. Durará por mais de 15 anos.
Dueto de Touriga Nacional e Touriga Franca. Cor rubi bastante profunda. Aroma de ameixa e cereja em licor, alguma passa, com apontamentos de chocolate de leite e especiaria doce. Na boca apresenta fruta preta mais fresca, nuances de grafite e pedra molhada. De belo recorte, com tanino denso, acidez provocativamente intensa, muito focado e sério. Final prolongado.