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Chryseia 2017, 1,5L

350,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
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Ficha informativa

Colheita
2017
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Prats & Symington
País
Portugal
Capacidade
1,5L
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
14

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Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
Cor amarelo-palha brilhante com laivos esverdeados e boa viscosidade. No aroma destacam-se notas de pera (típicas da casta Bical), apontamentos iodados e nuances especiadas de tomilho e alecrim. Na boca revela-se elegante e cremoso, com textura envolvente e mineralidade marcada, expressando uma subtil salinidade própria da forte influência atlântica. O paladar médio é dominado pela fruta e termina seco, fresco e persistente, com acidez vibrante.
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Este rosé das estrelas é acima de tudo um magnífico sucesso e foi um dos grandes sucessos das colheitas de 2012 e 2013 (eleito o melhor rosé do mundo pela Wine Spectator). Este ano não vai ficar atrás, prometemos! Este Côtes de Provence desdobra-se em notas de flores brancas, frutos vermelhos e uma estrutura refrescante. Estenda o tapete vermelho, o rosé mais popular está a chegar a sua casa!
Herdade Papa Leite Religiosamente Guardado é um vinho tinto de edição limitada, obtido pelas castas Syrah, Alicante Bouschet, Merlot e Cabernet Sauvignon. Apresenta-se de cor granada e de aromas a fruta preta madura, como a ameixa. Destacam-se, igualmente, notas de especiaria fina e frutos secos. Na boca é muito equilibrado, incrivelmente fresco e volumoso. A Herdade Papa Leite, situada em Alter do Chão, em pleno coração do Alto Alentejo, remonta ao século XVII, podendo ainda hoje, se encontrar marcos dessa época. Depois de muitas famílias por ali passarem, foi Filipe Barreiros Cardoso, que apaixonado pela propriedade, adquiriu-a, concretizando com o apoio da sua família e equipa, um sonho antigo de produzir produtos de grande qualidade. Assim a herdade foi expandida e revitalizada, conta
Vinho de cor salmão clara e aroma a frutos vermelhos, ligeiro tropical e um toque de mineralidade. Na boca é vivo e fresco, com excelente volume equilibrado pela acidez, e um final fino e persistente com enorme potencial gastronómico.
De grande intensidade aromática, rico e complexo. Fruta madura, notas florais de grande carácter, revelando bem a origem do vinho e a tecnologia utilizada. O estágio em madeira confere a complexidade e o suporte para um grande vinho de guarda. Na boca é muito estruturado, com taninos de grande qualidade. Longo e persistente.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem. Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Cor pálida, com tons de amarelo. Nariz apresenta-se mineral, de rocha basáltica. Fruta branca e tropical do género pera - melão, conhecido como melão-andino. Na boca, uma secura muito interessante, com sal que saliva durante toda a prova, com a mineral idade bem presente. Volume final agradável com acidez equilibrada.
Produzido a partir das castas Trincadeira e Aragonês, apresenta-se encorpado, complexo e elegante, com aroma a fruta passa e essências das madeiras de estágio. Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
O Coche é o Branco mais cobiçado da Niepoort e que tem o perfil mais próximo de um grande Borgonha. Na definição do seu perfil, procuramos complementar o equilíbrio de fruta e com complexidade do estágio em carvalho francês, de primeiro ano e tosta baixa, da tanoaria François Frères. No nariz o estágio em madeira traduz-se em notas de mel, frutos secos e brioche que estão muito bem integradas com uma base aromática a alperce e citrinos e algumas de ervas aromáticas. Na boca tem a estrutura semelhante a um grande Borgonha: elegante, com álcool moderado e elevada complexidade aromática. O final é persistente e longo, complementado por uma excelente acidez que promete uma fantástica evolução em garrafa. No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa
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