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Quinta do Parral Reserva Tinto

28,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Tinto: As castas Alicante Bouschet e Cabernet Sauvignon aliadas a Malbec e Marselan, após fermentação e estagio de 16 meses em barricas de carvalho francês, originam um vinho de extrema elegância, com uma intensidade aromática onde se destaca a fruta preta madura envolvida nas notas de pimenta .
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Muito concentrado na cor, grande profundidade no nariz, complexo, com muitas nuances aromáticas, é um vinho equilibrado, nenhum aroma se sobrepõe a outro. Estagiou em barricas de carvalho francês. Vibrante e de grande elegância, apresenta uma excelente integração da madeira e surpreende pela grande variedade de sabores. Final de boca muito longo. As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é la
Fernão Pires, feito para lembrar os antigos vinhos de lavrador, mais rústicos (apelidados de Fernão Pirão), aqui com forte componente de pedra raspada, sílex, fruta cristalizada. Na boca tem óptimo equilíbrio e frescura, com acidez cítrica a dar crocância e estrutura. É muito interessante e fica na boca. Um “Fernão Pirão” em bom!
O Marqués de Murrieta Reserva 2020 é um vinho tinto ícone de Rioja, Espanha, elaborado com predominância de Tempranillo (aprox. 82% a 88%), além de Graciano, Mazuelo e Garnacha. Com 14% de teor alcoólico, passa por 21 meses em carvalho, resultando em um perfil clássico, elegante, com notas de frutas vermelhas/negras maduras, especiarias e toques balsâmicos.
A paixão por Portugal e pelo Douro, por parte dos empresários brasileiros Rubens Menin e Cristiano Gomes já vem de longe. Primeiro como uma quase segunda pátria, agora como destino ideal para um projeto único que pretende fortalecer o legado histórico do Douro. Na vinha como na enologia existe a mesma filosofia: sustentabilidade, qualidade e longo prazo. Os vinhos Menin são reflexo do seu terroir, complexos e com carácter, cheios de finesse e grande potencial.
A paisagem da Beira Interior é dramática e despovoada, o clima exigente, os solos graníticos e as altitudes elevadas. As vinhas convivem com lameiros, olivais e matas diversas, a uma altitude superior a 650 metros, em solos graníticos, com exposição solar de nascente e sudeste, com elevadas amplitudes térmicas entre o dia e a noite. As maturações são tradicionalmente longas. Um Terroir único, que confere qualidades distintivas aos vinhos Casas Altas. É nele que nasce o Vinho Tinto Casas Rufete. “Quando crio os meus vinhos procuro a pureza das origens, sem maquilhagem. Busco a verdadeira expressão da terra e das uvas. ​No completo respeito pela viticultura, pelas uvas, pela natureza e elaborando os vinhos com um mínimo de intervenção.” – José Madeira Afonso
LOUREIRO - Um Vinho Verde Harmonioso e Refrescante Experimente o equilíbrio perfeito com o nosso Gião Loureiro, um Vinho Verde harmonioso com delicadas notas florais e cítricas de toranja e limão. Cada gole revela um final de boca longo e intenso, onde se destacam a refrescância e a mineralidade distintas dos Vinhos Verdes.
Jorge é a 5ª geração de uma longa linhagem de produtores de vinho e proprietários de adegas. Assim, em 2009, Sandra e Jorge adquiriram a Quinta da Manoella, uma propriedade com uma história que remonta a 1838. As vinhas da Quinta da Manoella têm mais de cem anos, ladeadas de ambos os lados por vinhas mais jovens, sendo capazes de produzir vinhos com uma elevada frescura e delicadeza, e com uma concentração que os torna rapidamente reconhecidos como uns dos melhores vinhos do Douro. Fundada em 2001 pelo casal de enólogos Sandra Tavares da Silva e Jorge Serôdio Borges, a empresa Wine & Soul tem investido e comprado vinhas velhas e propriedades no vale do Rio Pinhão. O objectivo do casal passa por criar vinhos que expressem todo o carácter das vinhas velhas e castas indígenas do Douro, pro

No nariz, muito fresco e elegante com notas de frutos silvestres e cerejas pretas em equilíbrio com sedutoras nuances de “liquorice”, sendo o aroma complexado pelas discretas notas de madeira. Na boca é muito concentrado, quente, com taninos firmes e textura suave, final muito intenso e persistente a mostrar com força a pujança dos vinhos do Douro Superior. Este vinho acompanha carnes, Queijos e cozinha mediterrânica em geral.

Mainova Mainada Trincadeira Preta Tinto 2022 é um vinho de cor rubi com toques de granada. Nariz de intensidade média, com notas de terra e pimenta preta. Ataque muito fino, elegante e fresco, final de boca longo e persistente.
O vinho elaborado em método Solera, em que a colheita seguinte atesta a anterior sem qualquer remoção de borra. O resultado é um Arinto dos Açores tri-dimensional com a expressão da casta, da acumulação de borra fina e da combinação de quatro colheitas. O Arinto dos Açores é uma casta autóctone e exclusiva das ilhas dos Açores, tendo em comum com o Arinto do continente apenas o nome e a boa acidez.
O Quinta do Vesúvio tinto encanta com sedutores aromas florais, cravinho e nuances de fumo da madeira. No paladar, frutas ricas e acidez equilibrada destacam-se, enquanto os taninos finos conferem imponente estrutura, definindo a excelência característica da Quinta do Vesúvio. A propriedade Quinta do Vesuvio remonta ao século XIX e pertence à família Symington, desde 1989. Uma magnífica Quinta da região do Douro, totaliza cerca de 326 hectares, dos quais 133 são plantados com vinha. O contraste entre as cotas da propriedade, proporciona aos vinhos estrutura, complexidade e potencial de envelhecimento inigualáveis, bem como a preservação dos métodos tradicionais de produção de vinho, que destacam a Quinta do Vesuvio como a única que continua ativamente a criar os seus vinhos com esta bas
Uma família que há várias gerações se dedica à cultura da vinha e à produção de vinho. Atualmente trabalham 170 hectares em duas propriedades no centro de Portugal: Quinta de São Mateus e Quinta de Vale de Azar. São produzidos vinhos apoiados num conceito enológico de máximo respeito pelas uvas, com uso praticamente exclusivo de gravidade em todo o ciclo de vinificação e com exclusão de quaisquer produtos enológicos.
Nos bastidores deste projeto estão Nuno Faria, madeirense e restaurateur (100 Maneiras ) e António Maçanita, considerado Enólogo do Ano 2018 e entusiasta de terroirs extremes, amigos há mais de 15 anos e que juntaram forças para explorar e celebrar o potencial destas ilhas encantadas numa garrafa de vinho.