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Campolargo Pinot Noir

23,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Uma família que há várias gerações se dedica à cultura da vinha e à produção de vinho. Atualmente trabalham 170 hectares em duas propriedades no centro de Portugal: Quinta de São Mateus e Quinta de Vale de Azar. São produzidos vinhos apoiados num conceito enológico de máximo respeito pelas uvas, com uso praticamente exclusivo de gravidade em todo o ciclo de vinificação e com exclusão de quaisquer produtos enológicos.
03873

Ficha informativa

Colheita
2022
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Campolargo
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13

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O Sporting Clube de Portugal e a Quinta da Vacaria, uma quinta com mais de 400 anos de história, por forma a celebrar a conquista do campeonato nacional 2020/2021, aliaram forças para lançar um vinho de extrema qualidade, que foi, à semelhança das premissas do Sporting CP, criado com Esforço, Dedicação, Devoção e cujo néctar representa a Glória conquistado pelos Campeões. Todo o conceito em torno deste vinho, nomeadamente no seu rótulo e embalagem, assenta na mítica e eternizada Porta 10-A , como sendo um ícone mágico e intemporal da História centenária do Sporting Clube de Portugal. Temos neste produto a sua réplica fiel, quer no que respeita às arcadas desenhadas, como também à sua estrutura de caixa individual exclusiva, que foi concebida com materiais nobres, serigrafias e com dois le
Na Casa de Mouraz, todas as vinhas são cultivadas de forma ecológica, sem o uso de herbicidas ou agroquímicos sintéticos, certificadas pela ECOCERT desde 1996. O solo é fertilizado através da sementeira de plantas e adubos orgânicos. Os tratamentos das vinhas utilizam produtos naturais como cobre, enxofre, algas marinhas, argila e tisanas de plantas. A agricultura biológica na Casa de Mouraz é guiada pelo respeito ao solo, às plantas, ao ser humano e à vida em sua diversidade e integridade ecológica. Menos manipulado, o solo produz um vinho mais autêntico, refletindo fielmente o terroir e a vinha onde foi criado. Desde o final de 2006, a Casa de Mouraz também adota práticas biodinâmicas, buscando aprofundar a harmonia entre o solo, as plantas, os animais e o ser humano.
Cor: Salmão pálido. Aroma/Bouquet: No nariz, o vinho é vigoroso e intenso, com aromas de casca de laranja e groselha vermelha. Paladar: Um Côtes de Provence rosé incrivelmente elegante, com camadas de fruta equilibradas por uma acidez refrescante. O paladar tem uma suavidade redonda e um final apertado e firme.
Lote de Códega do Larinho e Viosinho. Bastante intenso na cor. Complexo no aroma a apresentar notas fumadas e de ervas medicinais a sublinhar apontamentos de toranja e ananás salgado, ainda com um toque floral e alguma tropicalidade. Amplo e untuoso, sem perder a elegância graças à sua estrutura acídica. Generoso no sabor até ao final de boca.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal. Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
A Quinta Vale D. Maria, localizada no coração do Douro, no Cima Corgo, mais precisamente no Vale do Rio Torto, tem uma história que remonta a 1868. No entanto, foi em 1996 que começou uma nova era de excelência, quando Cristiano van Zeller adquiriu a propriedade da família da sua esposa, Joana Lemos van Zeller. Ao longo de mais de duas décadas, Cristiano liderou um trabalho de dedicação e paixão, criando vinhos únicos e de qualidade reconhecida tanto em Portugal como além-fronteiras. A aquisição da Quinta Vale D. Maria pelo grupo Aveleda em 2017, representa a continuidade deste legado, acrescentando uma visão de longo prazo, focada na excelência e na sustentabilidade. Esta filosofia baseia-se numa paixão por cada detalhe, que começa com a seleção manual dos melhores bagos, segue com a uti
Cor vermelho granada. Floral em aromas como a bergamota e o manjerico da Touriga Nacional; mirtilo e amora preta da Touriga Franca. Muito elegante e estruturado. Final persistente onde regressam as notas de fruta madura.
Produzido a partir da casta Viognier, cujas uvas foram colhidas manulamente, estagiou cerca de 12 meses em barricas de carvalho francês e americano. Apresenta-se de cor amarelo citrino, com notas de flor de laranjeira e frutos tropicais. Na boca envolve pela sua textura cremosa, resultando do longo estágio em madeira, conferindo-lhe um final longo e persistente. A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Phili
Fruta, frescura, equilíbrio complexadas por um ligeiro estágio em madeira são as principais características deste vinho. Aromas com notas de pêssego e final longo e mineral. Este vinho é um branco ideal para acompanhar peixes, mariscos, carnes brancas e saladas.
Produzido a partir Alicante Bouschet, Aragonês, Touriga Nacional e Cabernet Sauvignon, após estagiar 18 meses em barricas novas de Carvalho Francês, apresenta aromas profundos a fruta vermelha e preta madura, especiarias, um ligeiro toque vegetal. Na boca revela-se envolvente, com textura aveludada pontuada por taninos e uma acidez bem medida. Finaliza com uma percepção da madeira muito bem integrada, longo, sofisticado e elegante. Situada dentro da cidade de Estremoz, a Quinta destaca-se pela sua beleza e pela sua história, com uma construção apalaçada de arquitectura do séc. XVIII, estimáveis jardins, bosquetes, caramanchões, tanques e outras obras de arte do setecentismo, e atualmente, também pelos excelentes seus vinhos. A Quinta esteve longos anos na posse da família Zagalo, que a u
Plantada na margem do Rio Torto, que corre no sopé da Quinta Vale D. Maria, existe uma vinha com menos de um hectare, cujas castas – 29 diferentes, com predominância da Tinta Barroca (50%) – estão dispostas num field blend típico das vinhas velhas do Douro. E esta é uma vinha verdadeiramente velha, com a idade média das cepas a rondar os 80 anos. Esta é a vinha do Rio, virada a sul, banhada pelo sol do meio-dia e abrigada da luz solar nos fins de tarde pela montanha que se ergue nas suas costas e lhe proporciona várias horas de sombra. Desde 1996 que daqui saem as uvas que, ao entrar na adega da quinta, a enchiam de aromas vivos e penetrantes.