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Quinta Vale Meão 2015

590,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Muito concentrado na cor, grande profundidade no nariz, complexo, com muitas nuances aromáticas, é um vinho equilibrado, nenhum aroma se sobrepõe a outro. Estagiou em barricas de carvalho francês. Vibrante e de grande elegância, apresenta uma excelente integração da madeira e surpreende pela grande variedade de sabores. Final de boca muito longo. As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é la
04374

Ficha informativa

Colheita
2015
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
F. Olazabal & Filhos
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
14

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Aroma muito exuberante com predominância de características florais, casca de limão, leve vegetal e notas suaves de buxo. Elegante com uma acidez muito presente e um final muito fresco.

Gouveio e Arinto, de parcelas de vinha velha. Vertente floral, com domínio da flor de laranjeira, ameixa verde, leve limonado. Exibe boca precisa, boa estrutura com a barrica usada a dar-lhe corpo, sem marcar o gosto, acidez fresca e final longo, num perfil de vinho criado para ser longevo.

Teor Alcoólico: 13%

Douro

QALT TINTA BARROCA é o primeiro vinho monocasta que apresentamos. A escolha da Tinta Barroca foi dar-lhe a importância que a casta exerce na região do Douro. No Terroir onde nasce tem vigor e qualidade. Altitude e solo que conferem uvas sadias dotadas de imenso potencial para se criar um vinho leve, fresco e alegre.
O Quinta São Gião é um vinho rosé com reflexos salmão. Apresenta um aroma intenso e sedutor com notas de morango e framboesa. Vinho fresco com um final crocante, revelando na boca o seu carácter tradicional. Destaca-se pela sua versatilidade, adaptando-se aos mais variados momentos de lazer.
É em Silvã de Cima junto à vinha da Taboadella que nasce o lagar construído no penedo monolítico de natureza rupestre, um dos mais antigos vestígios de vinificação no Dão, contrasta com a adega de arquitetura contemporânea construída com materiais naturais como a madeira e a cortiça, com uma varanda de onde é possível abarcar num só olhar a magnífica mancha única de vinhas rodeada por uma imensa floresta. Aqui, onde o passado e o futuro se completam, os vinhos nascem na vinha e na paisagem, com o cuidado particular e paciente que nos permite resgatar do passado a essência da natureza e projetar para o futuro grandes vinhos com uma tipicidade notável mantendo o caráter ancestral do Dão.
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O Quinta do Vale Meão 2020 provém de uma rigorosa seleção das uvas produzidas nas vinhas mais antigas da Quinta. Uma combinação de várias castas, com destaque para a Touriga Nacional e Touriga Franca, a Tinta Barroca, Tinta Roriz e Tinto Cão em percentagem mais reduzida. Com pisa a pé em lagares de granito, fermentação em cubas e posterior estágio durante 16 a 18 meses em barricas de madeira. Icónico e sempre a brilhar nas mais conceituadas revistas e críticos de vinhos, é um vinho memorável!
O vinho mais caro da região de Bordéus teve um começo muito humilde. Em comparação com os melhores vinhos de Bordéus em Médoc, é também um produtor relativamente novo, apesar de as pesquisas mostrarem que os registos mais antigos sobre a história de Pétrus remontam a meados da década de 1750, tornando-o, igualmente, uma das mais antigas propriedades estabelecidas em Pomerol. Jean-Francois Moueix e a sua descendência são hoje os proprietários de Pétrus. Quando Jean-Pierre Moueix faleceu em 2003, o seu filho mais velho com o mesmo nome, tomou conta de Pétrus, enquanto, Christian Moueix, o seu outro filho geria a produção. Assim, em 2005 Pétrus beneficiou de uma renovação e modernização das suas caves. O capítulo seguinte para a história de Pétrus abriu em 2008, quando Olivier Berrouet, de 3
A paixão por Portugal e pelo Douro, por parte dos empresários brasileiros Rubens Menin e Cristiano Gomes já vem de longe. Primeiro como uma quase segunda pátria, agora como destino ideal para um projeto único que pretende fortalecer o legado histórico do Douro. Na vinha como na enologia existe a mesma filosofia: sustentabilidade, qualidade e longo prazo. Os vinhos Menin são reflexo do seu terroir, complexos e com carácter, cheios de finesse e grande potencial.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Este vinho foi produzido com uvas de uma única vinha da casta Encruzado, da Quinta do Ribeiro Santo, plantada entre 400 e 600 metros acima do nível do mar, em solos graníticos com grandes afloramentos rochosos e influenciada pelos rios Dão e Mondego. Apresenta uma cor dourada e um aroma complexo com notas de fruta branca, citrinos e nuances de pedra molhada. Na boca, é fresco, com estrutura e acidez vibrante que demonstra potencial de envelhecimento. O final é longo e vibrante. Circundada por um ribeiro onde a água corria todo ano mesmo em anos muito secos, passou a ser apelidada pelo Padre por Quinta do Ribeiro Santo. Foi adquirida pela família de Carlos Lucas em 1994, que replantou de imediato as suas vinhas, dando início à produção do seu primeiro vinho engarrafado com marca própria,