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Guyot Branco

19,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Aroma muito exuberante com predominância de características florais, casca de limão, leve vegetal e notas suaves de buxo. Elegante com uma acidez muito presente e um final muito fresco.
03023

Ficha informativa

Colheita
2020
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Portugal Boutique Winery
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
10-12⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
12

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Thomas Reynolds, marinheiro e comerciante inglês, chega a Portugal em 1820, atraído pelo negócio do vinho e tem dois filhos, Thomas e Robert. É a partir do Porto que abastece o seu armazém comercial em Londres com produtos ibéricos. Em 1838, introduzem-se na indústria corticeira em Espanha, expandindo-se até Portugal acabando por se fixar em Estremoz. Após a família ter partido para a Nova Zelândia Robert fica em Estremoz à frente dos negócios, que rapidamente desenvolve com a aquisição de novas terras e a produção de vinhos de qualidade, atividade esta que exercia com particular empenho e paixão. O Alentejo converte-se no berço definitivo dos Reynolds de Portugal e de Robert, o patriarca da família. Desse berço procedem o filho primogénito de Robert, Robert Rafael e, deste, Carlos. Carlos
O lagar de Silvã de Cima, situado junto à vinha da Taboadella, emerge no penedo monolítico de natureza rupestre, representando um dos mais antigos vestígios de vinificação no Dão. Este local singular contrasta com a adega contemporânea, cuja arquitetura é concebida com materiais naturais como madeira e cortiça. Uma varanda proporciona uma vista panorâmica, abrangendo a magnífica extensão de vinhas circundada por uma vasta floresta. Neste ambiente harmonioso, onde passado e futuro entrelaçam-se, os vinhos ganham vida na vinha e na paisagem. O cuidado meticuloso e a paciência dedicada permitem resgatar a essência da natureza do passado, projetando, ao mesmo tempo, a produção de vinhos excecionais para o futuro. Esta abordagem preserva a notável tipicidade da região, mantendo vivo o caráter
Cor Rubi intenso. Aroma Profundo, denso e complexo. Destacam-se os frutos vermelhos e pretos maduros, notas especiadas e sugestões de tabaco. Nariz com grande precisão. Paladar com ataque guloso, muito perfumado em boca, taninos presentes que conferem uma boa estrutura, amplo, acidez equilibrada e com um final muito longo.
Juliana Kelman, descendente de uma família portuguesa que emigra para o Brasil na década de 40, volta a Portugal com ideia de abraçar o mundo dos vinhos, sabendo que em território português a qualidade é primazia. Assim, em 2013 iniciou a sua produção na região do Dão, respeitando sempre o carácter da mesma, plantando as castas tradicionais Touriga Nacional e Encruzado. Hoje, combina as práticas ancestrais inteligentes com os modernos processos de produção, apresentando ao mundo vinhos autênticos, elegantes e gastronómicos.
Aroma apelativo com notas discretas de frutos tropicais frescos, complexadas com ligeiras nuances do balseiro onde fermentou e estagiou e um agradável enxofre vulcânico. Na boca tem uma acidez refrescante e mineralidade. Volume muito envolvente e persistente. Final salino.
Produzido a partir das castas Trincadeira e Aragonês, apresenta-se encorpado, complexo e elegante, com aroma a fruta passa e essências das madeiras de estágio. Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem. Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.

Um alvarinho elegante com aromas típicos da
casta, predominando os aromas a frutos tropicais e
a estrutura suave conferido pela madeira de
carvalho francês durante 3 meses.

A harmonia e delicadeza do sabor frutado, pouca
acidez, fresco e estruturado, fazem deste vinho um
vinho singular no mundo dos vinhos.

O Pedra Cancela Intemporal Branco 2015 é um vinho que honra o nome — feito para mostrar o carácter duradouro e a capacidade de envelhecimento dos brancos do Dão. Este vinho foi destacado pela revista Grandes Escolhas com 18.5 pontos, entrando no Top 30 dos melhores vinhos da publicação em 2023. É uma edição limitada que mostra como o Dão pode produzir brancos com profundidade e longevidade.
O Planet Mouraz "Nina" Tinto 2021 (frequentemente designado como um vinho estilo palhete ou clarete) é um vinho natural e biológico produzido pela Casa de Mouraz na prestigiada Região Demarcada do Dão, em Portugal. Este vinho destaca-se pela sua filosofia de intervenção mínima e pela homenagem à gata da família, a Nina, cujo padrão preto e branco inspirou a composição equilibrada das uvas.
A Gloria Reynolds Cathedral é o vinho mais exclusivo deste produtor, lançado apenas em anos de colheitas excecionais e criado com as castas Alicante Bouschet e Trincadeira. Este vinho tinto revela uma cor vermelha muito escura e tem um aroma intenso e complexo com notas de chocolate preto, solo florestal, ameixa, café e cola, juntamente com nuances de frutos secos, menta e tabaco. Na boca, é encorpado e sedoso, com muita fruta preta e um final explosivo, complexo e muito persistente. A Reynolds Wine Growers tem raízes que remonta a 1820, quando Thomas Reynolds se estabeleceu em Estremoz, Portugal. Com 40 hectares de vinha em colinas, o patriarca Robert consolidou a produção de vinhos de qualidade. O cultivo ocorre em solo de xisto, proporcionando ótimo escoamento e luz solar. Próximo ao
O VZ Branco é um vinho fresco e vibrante, com uma cor intensa de palha dourada e uma fantástica concentração de aromas de frutos. A fermentação e estágio em barrica trazem-lhe um toque muito elegante no palato, com grande equilíbrio e subtileza, e um final muito longo e frutado, equilibrado com um impressionante toque de acidez.
Produzido a partir das castas Trincadeira e Aragonês, apresenta-se encorpado, complexo e elegante, com aroma a fruta passa e essências das madeiras de estágio. Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.

Este vinho foi elaborado com uvas provenientes de uma vinha velha com mais de 100 anos de idade das castas Códega do Larinho, Rabigato e Viosinho entre outras. Fermentou em barricas novas de carvalho francês, com 3 meses de battonage, tendo estagiado um total de 6 meses em barrica.

Seja bem-vindo à Quinta de Maritávora, onde história e tradição convivem harmoniosamente com arte e inovação. A experiência secular é a base do nosso trabalho e é com empenho e dedicação que traçamos o nosso caminho para um futuro de excelência.

Deixe-se levar pela beleza da paisagem do Douro Internacional que tão bem acolhe as nossas vinhas e deixe-se seduzir pelo aroma e pelo sabor dos nossos vinhos orgânicos.

Vol. 13%

Castas: Códega do larinho, Rabigato, Viosinho