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Quinta Maria Izabel Tinto/Branco 1,5L

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Vinho Pacheca Vale de Abraão

88,50 €
A Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro, destaca-se pelo facto de ter sido das primeiras a engarrafar vinhos de marca própria. O nome desta Quinta já vem referenciado desde 17 de Abril de 1738, quando num documento datado surge que pela primeira vez a referência à Quinta “da Pacheca”, por ser sua proprietária D. Mariana Pacheco Pereira. Mas foi só em 1903 que D. José Freire de Serpa Pimentel decidiu desenvolver o seu crescente interesse pela enologia, comprando a propriedade com o objectivo de se dedicar à produção vitivinícola. Hoje, um século passado, a nova geração dos Serpa Pimentel assume a gestão da Quinta: Maria, Catarina e José são os jovens rostos desta empresa de cariz vincadamente familiar.

Vega-Sicilia Unico 2013

488,00 €
Os terrenos que viriam a ser Vega Silicia, foram disputados durante anos entre Peñafiel e o Mosteiro de Valbuena e foi em 1477 que os monges e o conselho chegariam a um acordo. Estes últimos teriam a jurisdição e as terras aráveis e os monges teriam a cobertura florestal. Mas foi em 1577 que o nome Vega de Sicilia apareceu pela primeira vez na história, quando se referia à propriedade. Durante séculos a propriedade foi explorada e comprada ao Marquês de Valbuena, por Toribio Lecanda em 1848, onde o seu filho Eloy Lecanda, começa a produzir vinho de forma profissional na adega da propriedade. Assim, surge a necessidade de construir instalações, escritórios e armazéns de envelhecimento. O objetivo seria produzir vinho de qualidade igualável ao produzido em Bordéus. Em 1982, a família Álvare

O Fugitivo Barcelo

33,00 €
Este Barcelo Fugitivo monovarietal é um vinho com um carácter distinto, delicadeza aromática e excelente estrutura, produzido segundo métodos de vinificação ancestrais com uvas de vinhas velhas. Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem. Nasceu assim a nova Casa da Passare

Vinho Cem Reis Reserva Br

25,00 €
Produzido a partir da casta Viognier, cujas uvas foram colhidas manulamente, estagiou cerca de 12 meses em barricas de carvalho francês e americano. Apresenta-se de cor amarelo citrino, com notas de flor de laranjeira e frutos tropicais. Na boca envolve pela sua textura cremosa, resultando do longo estágio em madeira, conferindo-lhe um final longo e persistente. A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Phili

Chryseia 2021

89,70 €
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg

Druida Encruzado

23,00 €
O Druida nasce das uvas provenientes das vinhas plantadas em altitude. Foi fermentado em lagar, mantendo os engaços e maturou por quase dois anos em barricas. Apresenta-se com uma enorme intensidade e finura aromática, com bagas silvestres, notas florais elegantes, tudo muito fino e preciso, cheio e envolvente, com fruta de grande qualidade. Este jovem produtor trabalha com vinhas de 30 anos de idade até centenárias pela região centro do país. As do Dão estão implantadas num planalto a 500 metros de altitude. O clima, com grandes amplitudes térmicas, é influenciado principalmente pela Serra do Caramulo a oeste e pela Serra da Estrela a Sudeste. Os solos são graníticos e à superfície existe uma surpreendente abundância de calhau rolado. Os vinhos são feitos numa antiga adega de pedra, ond

Arribas Douro 1,5L

15,80 €
As uvas que dão origem a este vinho provêm de vinhas velhas plantadas em solo xistoso a uma altitude média de 350 a 400 metros na região entre Freixo de Espada à Cinta e Barca dʼAlva, no Douro Superior.

Zafirah Verde Tinto

13,80 €
Zafirah é um nome feminino de origem muçulmana que significa graciosidade. O primeiro vinho a solo de Constantino Ramos, enólogo e "braço direito" do conceituado produtor Anselmo Mendes. Com base nas antigas tradições da região, as vinhas encontram-se em Riba de Mouro e Tangil no alto do concelho de Monção — zona norte de Portugal. É um vinho artesanal com intervenções enológicas mínimas, com a produção de 1000 garrafas, rotuladas e numeradas manualmente. Um "verde tinto" com predominância de Alvarelhão, Borraçal, Pedral e Vinhão com mais de 70 anos.

Vinho Quinta do Ventozelo Tinto

14,50 €
Revela uma intensa cor rubi violácea e um nariz marcado por frutos pretos maduros, especialmente amoras. De forma mais discreta surgem notas de cassis e especiarias doces. Na prova apresenta-se robusto, com taninos firmes mas polidos. A fruta ressurge na forma de pele de ameixa preta, conferindo acidez e subtil amargor, muito elegante e típico da Tinta Roriz. Termina longo, fresco e com boa persistência aromática. O seu perfil equilibrado permite ser apreciado a solo ou acompanhado de queijos, carnes e cozinha mediterrânica em geral.

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