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Maria Izabel Tinto/Branco 1,5L

40,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Tinto, blend. Vinho de cor rubi, aromas primários de esteva envolvidos por notas de frutos silvestres, num conjunto típico duriense de fino recorte, leve especiado e fresco. Na boca mostra-se sedutor, com rusticidade conferida pelo engaço das uvas, aliado a uma boa mineralidade. Perfil longo, fino e vibrante
Branco: blend. Aroma fresco denotando complexidade. Tem um bom caractere mineral, que confere frescura, combina com notas de frutas de pomar, citrinos leve aroma a fumo e especiarias
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O Legado do Zeca Curtimenta é um vinho de cor amarela âmbar. No nariz apresenta um aroma muito concentrado de fruta branco madura e pêssego, com elegantes notas de loureiro e gengibre envoltas em notas balsâmicas. Na boca é envolvente com muita textura e salinidade e de extrema complexidade com um final delicado e interminável.
Ferradosa é um vinho branco com fruta vibrante no nariz, com toques a pêssego, damasco e alguns frutos tropicais. A madeira está presente com algum aroma a baunilha e a fumados. Na boca, este vinho revela-se extremamente fresco, aparecendo uma mineralidade impressionante, que perfura os sabores da barrica, criando assim um vinho extremamente fresco, vibrante e equilibrado.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Este Barcelo Fugitivo monovarietal é um vinho com um carácter distinto, delicadeza aromática e excelente estrutura, produzido segundo métodos de vinificação ancestrais com uvas de vinhas velhas. Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem. Nasceu assim a nova Casa da Passare
Este é um vinho produzido apenas em anos excecionais, a partir das castas que melhor prestação tiveram nesse mesmo ano. Assim, este vinho branco é obtido a partir da casta Encruzado, revelando aromas florais e a frutas de polpa branca, traduzindo-se fresco e cremoso no paladar.
Duas Quintas tinto é um vinho macio, frutado e fresco, com aroma concentrado e complexo a ameixas e cerejas. Na boca, é denso com taninos aveludados e final especiado e estruturado. Fundada por Adriano Ramos Pinto em 1880, a Casa Ramos Pinto depressa se fez notar pela sua estratégia de inovação e pioneirismo. Associada a vinhos engarrafados de qualidade e com uma estratégia de vanguarda, esta empresa apoia-se na modernização dos circuitos de seleção, lotagem e envelhecimento, na investigação vitivinícola constante e no especial cuidado que Adriano Ramos Pinto dedicou à embalagem e promoção dos seus vinhos. Os vinhos Ramos Pinto tornaram-se, assim, uma referência de qualidade.
Plantado num solo caracterizado pelo xisto e granito, as uvas são de regime de produção integrada, tendo sido colhidas de acordo com o seu perfeito estado de maturação. Vindima manual, em caixas de 20Kg, e noturna, proporcionando uma seleção mais cuidada e preservando melhor os aromas. Na adega, passaram pela mesa de escolha onde é feita uma seleção rigorosa, com entrada para as cubas de fermentação por gravidade. Fermentação alcoólica espontânea. Pouca intervenção em todo o processo e baixo sulfuroso.
O Viñedo Chadwick 2019 é um cabernet sauvignon clássico de puente alto, uma das melhores zonas de maipo. É de uma colheita moderadamente quente que deu origem a um vinho com apenas 13% de álcool e boa frescura.
Castas: Predominantemente Cabernet Sauvignon com um toque de Petit Verdot. Estágio: 22 meses em aproximadamente 75% de barricas novas de carvalho francês e 25% de foudres Stockinger. Notas de Prova: Apresenta frutos vermelhos vibrantes, tangerina, nuances florais e taninos requintados com grande tensão. Período Ideal para Consumo: 2022 a 2030+.
Aclamação da Crítica: 97 pontos de The Wine Advocate de Robert Parker e muito cotado em diversas plataformas