Cor amarelo citrico, aroma fresco com notas cítricas e minerais. Na boca é sedoso com uma fantastica acidez, tornando o vinho muito firme.
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Casa Boal
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O Coche é o Branco mais cobiçado da Niepoort e que tem o perfil mais próximo de um grande Borgonha. Na definição do seu perfil, procuramos complementar o equilíbrio de fruta e com complexidade do estágio em carvalho francês, de primeiro ano e tosta baixa, da tanoaria François Frères. No nariz o estágio em madeira traduz-se em notas de mel, frutos secos e brioche que estão muito bem integradas com uma base aromática a alperce e citrinos e algumas de ervas aromáticas. Na boca tem a estrutura semelhante a um grande Borgonha: elegante, com álcool moderado e elevada complexidade aromática. O final é persistente e longo, complementado por uma excelente acidez que promete uma fantástica evolução em garrafa.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa
Caracterizado pela sua cor rubi aberto, com um aroma complexo e harmonioso, este vinho possui uma boca elegante com boa acidez e taninos suaves, terminando muito salgado e longo.
É a escolha ideal para acompanhar um prato de carne ou queijo!
A marca Cartuxa é um dos principais ativos da Fundação Eugénio de Almeida e atual marca “umbrela” da Adega Cartuxa. A insígnia traduz a identidade dos vinhos Vinea, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e do mítico Pêra-Manca.
93 pts Revista de Vinhos - Limão, com notas de mel. Frutado e vegetal, com aromas a fruta mais madura como maçã e marmelo. Nuances de pimenta branca. Muito mineral e explosivo. Intenso, denso e fresco. Dominam as notas vegetais secas, a pedra raspada e a fruta madura, que lhe dão um tom misterioso. Acidez bem vincada, complexo e muito vivo na boca.
Beira Interior / Martin Boutique Wines
100% Siria
Vol. 13%
Vinho de cor rubi aberta, com aroma fresco a fruta e notas florais. Na boca ressurge a frescura sentida no nariz, envolvida por taninos sedosos, terminando com grande elegância e equilíbrio.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
É um tinto encorpado com personalidade ímpar, aromas a violeta típicas das Casta Touriga Nacional. Frescura e acidez notória com notas de tosta e especiarias provenientes do estagio. Taninos finos, firmes mas suaves. Vinho longo com excelente potencial de envelhecimento.
Cor citrina intensa com reflexos esverdeados. No nariz revela grande complexidade, um aroma sóbrio e contido a frutos brancos de caroço suportados por uma distinta mineralidade e notas de baunilha em perfeita harmonia. Paladar frutado e complexo, volume de boca notável, elegante, harmonioso e termina com frescura crocante que lhe confere persistência e longevidade.
Taboadella Branco 2025: Encruzado com Bical e Cercial, granítico, preciso e elegante, com acidez vibrante e final longo — frescura e terroir em destaque.
Vol. 13,5%
Dão
Apresenta uma cor vermelha intensa com reflexos violetas. O aroma, vibrante e sofisticado, combina frutos silvestres, notas frescas de bosque e um subtil toque de especiarias. Na boca, revela notável equilíbrio e finesse, evoluindo para uma estrutura com taninos firmes, mas polidos, que proporcionam uma textura opulenta e aveludada. Um vinho de grande carácter, que expressa com autenticidade a essência do Douro Superior, culminando num final prolongado e distinto.
O Quinta da Vacaria Ah Galego! branco é um vinho produzido a partir da aromática casta Moscatel Galego, e apresenta-se de cor amarelo claro com aroma intensos à casta que lhe dá origem. De média concentração, é refrescante e equilibrado, com notas frutadas e acidez refrescante. O seu final de boca é persistente, tornando-o ideal para apreciadores de vinhos frutados e aromáticos.
A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua
Castas Escondidas é um vinho tinto produzido com variedades menos comuns no Douro, normalmente incluídas nos lotes de Vinho do Porto, que visa preservar a biodiversidade e revelar o terroir desta região através de vinhos únicos, distintos e inesquecíveis.
A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inova
A Quinta de Lemos localiza-se no vale do Dão, numa área bastante discreta, a uma altitude de 340 metros. Composta por 25 hectares de vinha, plantada nos solos graníticos e arenosos do vale do Dão, e protegida pelas quatro montanhas, são recriadas as condições perfeitas para a produção de vinhos frescos, harmoniosos e com carácter.
Produzido a partir das castas Sousão, Tinto Cão, Touriga Franca e Touriga Nacional é um vinho tinto adicional, vinificado com pisa a pé em lagar e envelhecido durante 18 meses em barricas de carvalho francês.
A Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro, destaca-se pelo facto de ter sido das primeiras a engarrafar vinhos de marca própria.
O nome desta Quinta já vem referenciado desde 17 de Abril de 1738, quando num documento datado surge que pela primeira vez a referência à Quinta “da Pacheca”, por ser sua proprietária D. Mariana Pacheco Pereira. Mas foi só em 1903 que D. José Freire de Serpa Pimentel decidiu desenvolver o seu crescente interesse pela enologia, comprando a propriedade com o objectivo de se dedicar à produção vitivinícola.
Hoje, um século passado, a nova geração dos Serpa Pimentel assume a gestão da Quinta: Maria, Catarina e José são os jovens rostos desta empresa de cariz vincadamente familiar.