Este site contém informação sobre bebidas alcoólicas. Confirme que tem idade legal para consumir bebidas alcoólicas.

Vinho Quinta de Lemos Dona Santana Branco

18,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
A Quinta de Lemos localiza-se no vale do Dão, numa área bastante discreta, a uma altitude de 340 metros. Composta por 25 hectares de vinha, plantada nos solos graníticos e arenosos do vale do Dão, e protegida pelas quatro montanhas, são recriadas as condições perfeitas para a produção de vinhos frescos, harmoniosos e com carácter.
01820

Ficha informativa

Colheita
2023
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Quinta de Lemos
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
7-14⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13.5

16 outros produtos na mesma categoria:

Thomas Reynolds, marinheiro e comerciante inglês, chega a Portugal em 1820, atraído pelo negócio do vinho e tem dois filhos, Thomas e Robert. É a partir do Porto que abastece o seu armazém comercial em Londres com produtos ibéricos. Em 1838, introduzem-se na indústria corticeira em Espanha, expandindo-se até Portugal acabando por se fixar em Estremoz. Após a família ter partido para a Nova Zelândia Robert fica em Estremoz à frente dos negócios, que rapidamente desenvolve com a aquisição de novas terras e a produção de vinhos de qualidade, atividade esta que exercia com particular empenho e paixão. O Alentejo converte-se no berço definitivo dos Reynolds de Portugal e de Robert, o patriarca da família. Desse berço procedem o filho primogénito de Robert, Robert Rafael e, deste, Carlos. Carlos
A Herdade do Arrepiado Velho, em Sousel, Alto Alentejo, renasceu em 2001 após anos de abandono. O monte alentejano do séc. XIX foi reconstruído com a arquitetura tradicional, oferecendo espaços de rara beleza. Com 100 hectares, destaca-se a barragem entre vinhas e olival, proporcionando uma tranquilidade única do Alentejo. Em 2002, 33 hectares de vinha foram plantados, num terroir excecional com solos xistosos e temperaturas amenas. A "Vinha dos 100 pontos", criação de David Both e António Maçanita, une conhecimento e inovação, resultando em vinhos distintos. Com Nuno Ramalho como viticultor atual, as castas incluem Touriga Nacional, Syrah, Petit Verdot, Cabernet Sauvignon, Antão Vaz, Chardonnay, Riesling, Viognier e Verdelho. Sob o comando de António Antunes, os vinhos são únicos e sedu
De cor cristalina com nuances esverdeadas, este vinho mostra a autenticidade da casta, de forma fresca e elegante. Notas de pêra e flores brancas no aroma. Com bom volume de boca e estruturado, evidenciando a tosta da barrica em harmonia com uma acidez vibrante e um caráter cítrico.
Menin Grande Reserva tinto, produzido a partir das vinhas velhas da Quinta da Costa de Cima, apresenta-se de cor rubi profunda, com aromas frescos a fruta vermelha e preta, e nuances a groselha, amora, frutos do bosque e notas balsâmicas, que equilibram o conjunto. De acordo com o seu período em barrica, no paladar, revela-se intenso e bem estruturado, com uma acidez natural equilibrada, denotando este vinho com uma enorme elegância e finesse.
O Quinta da Perdonda Talhões Vinha Velha Tinto 2018 é um vinho premium do Dão. Produzido a partir de vinhas centenárias plantadas em 1948, destaca-se pela sua pureza, elegância e carácter de terroir, com uma produção de excelência muito limitada.

Depois de colocar no carrinho, identifique na finalização da compra, antes da escolha do método de pagamento,  no campo que  se refere a "nota sobre a sua encomenda" qual a opção que pretende.

Cor amarelo-palha brilhante com laivos esverdeados e boa viscosidade. No aroma destacam-se notas de pera (típicas da casta Bical), apontamentos iodados e nuances especiadas de tomilho e alecrim. Na boca revela-se elegante e cremoso, com textura envolvente e mineralidade marcada, expressando uma subtil salinidade própria da forte influência atlântica. O paladar médio é dominado pela fruta e termina seco, fresco e persistente, com acidez vibrante.
A casta Arinto dos Açores, exclusiva destas ilhas, tornou-se na predileta dos viticultores pela sua resistência, produtividade e versatilidade enológica. Destaca-se principalmente nas parcelas junto ao mar, sendo hoje a mais cultivada na região. Origina vinhos de grande frescura e salinidade. Origem: Este vinho resulta de uvas de apenas uma parcela integrada na Cerca dos Frades em Santa Luzia, na costa norte da ilha do Pico.
Cor granada intensa, aroma e sabor "sui generes" com muita harmonia e elegância. Notória persistência que o tornam distinto para acompanhar iguarias sublimes. É na vila de Santar que se encontra o Paço dos Cunhas de Santar, uma propriedade do século XVII que se dedicava à produção de azeite, fruta e vinho para abastecer os mercados da cidade do Porto. Atualmente a tradição ainda se respira no Paço dos Cunhas de Santar, mas na adega investiu-se em tecnologias modernas e avançadas para manter o hábito de produzir vinho, algo que se iniciou há cerca de 400 anos.
A Real Companhia Velha é a mais antiga e emblemática empresa de vinhos de Portugal, com mais de 258 anos de existência e de actividade interrupta ao serviço do Vinho do Porto. Para trás, fica o registo de uma história fabulosa e de um passado glorioso. Para o futuro, permanece a vontade de manter um elevado padrão de qualidade dos seus vinhos e a confiança numa Companhia onde o rigor e a visão de fazer ainda mais história são uma preocupação constante. Proprietária de algumas das melhores quintas do Douro, a Real Companhia Velha tem sabido preservar e honrar a sua tradição, apostando no futuro, através de um constante processo de modernização e experimentação na Região Demarcada do Douro.
Especiarias como canela e baunilha no nariz. Bastante complexo destacando aromas varietais assim como alguns frutos secos, avelã e amêndoa. Na boca permite uma acidez vibrante e os aromas estão bem presentes. Volume de boca, mineralidade e terminar longo. Toque da madeira permite estrutura de boca oferecendo elegância e equilíbrio.

O Maria Izabel Sublime Branco é uma joia rara do Douro, fruto de uma vinha com mais de 95 anos. Criado sob a visão inovadora de Dirk Niepoort, este vinho destaca-se pela sua elegância, mineralidade e uma energia selvagem vibrante. Com uma produção extremamente limitada de apenas 700 garrafas, é um field blend de variedades brancas locais vinificado inteiramente sem madeira, focando na pureza da fruta e frescura. No nariz, revela notas subtis de especiarias e fumo, enquanto na boca surpreende pela textura sedosa, acidez elevada e um final persistente. Um branco sublime com enorme potencial de guarda.

O projeto Roquette & Cazes é, acima de tudo, o fruto da amizade entre dois grandes amigos: Jorge Roquette, da Quinta do Crasto, e Jean-Michel Cazes, do Château Lynch-Bages. Em 2002, as duas famílias uniram-se para criar uma empresa dedicada à produção de vinhos de excelência, que refletissem as características naturais do Douro, aliando-as à vasta experiência dos Cazes, que produzem vinhos em Bordeaux há cerca de um século. Esta aventura vitivinícola tem como objetivo "fazer um grande vinho com as castas do Douro, um vinho que exiba estrutura e complexidade, combinando o poder e o calor de Portugal com a elegância de Bordeaux", conforme destacou Jean-Michel Cazes sobre este projeto.
A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inovação e no desenvolvimento de marcas portuguesas de nível global. A Sogrape Vinhos possui cerca de 830 hectares de vinhas em Portugal. A Casa Ferreirinha e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII,

Textura da Estrela Branco, é um vinho produzido com as nossas uvas de três parcelas em Vila Nova de Tázem na sub-região da Serra da Estrela.
São vinhas em solos graníticos com 25 e 60 anos, cultivadas de forma sustentável e sem uso de herbicidas. Estas vinhas encontram-se em conversão para produção biológica desde 2020.
O vinho estagia 11 meses “sur lie” sem batonnage seguido de mais 4 meses em inox.
Depois do desengace e prensagem, o mosto de lágrima decantou estaticamente durante 48 horas. A fermentação e o estágio ocorrem em tonel de carvalho francês de 2500 L (50%) e em barrica (50%).

Dão; Vol 12,5%