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Quinta da Vacaria Grande Reserva Tinto 1,5L

229,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Vinho de cor vermelha intensa e brilhante. Apresenta aromas a frutos vermelhos, com notas de especiarias conferidas pela madeira. O sabor é rico, com taninos sumarentos e bem presentes. A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez que estes cascos de madeira não eram sequer marcados com o selo do produtor. No destino, o vinho era engarrafado e rotulado com a marca dos comerciantes estrangeiros que
02567

Ficha informativa

Colheita
2020
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Quinta da Vacaria
País
Portugal
Capacidade
1,5L
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
15

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Touriga Nacional, Alfrocheiro, Tinta Roriz
Este vinho acompanha finamente carnes vermelhas, rosbife e carnes grelhadas.
Este vinho apresenta uma cor rubi brilhante e aromas intensos a frutos silvestres e especiarias, expressando na boca um perfil austero, com final aveludado. Elegância e equilíbrio são a assinatura dos nossos vinhos.
A Quinta de Lemos localiza-se no vale do Dão, numa área bastante discreta, a uma altitude de 340 metros. Composta por 25 hectares de vinha, plantada nos solos graníticos e arenosos do vale do Dão, e protegida pelas quatro montanhas, são recriadas as condições perfeitas para a produção de vinhos frescos, harmoniosos e com carácter.
Este rosé das estrelas é acima de tudo um magnífico sucesso e foi um dos grandes sucessos das colheitas de 2012 e 2013 (eleito o melhor rosé do mundo pela Wine Spectator). Este ano não vai ficar atrás, prometemos! Este Côtes de Provence desdobra-se em notas de flores brancas, frutos vermelhos e uma estrutura refrescante. Estenda o tapete vermelho, o rosé mais popular está a chegar a sua casa!
Durante a vida de qualquer enólogo, há vinhos e momentos que marcam a nossa vida, que merecem ficar que merecem ficar no nosso currículo. Este vinho é um deles. Chamámos-lhe CV - Curriculum Vitae. Cor violeta, vermelho escuro, com groselha preta, cerejas pretas, ameixas e especiarias no nariz e um vinho extremamente equilibrado e frutado e longo.
A história dos vinhos Luís Pato começa quando João Pato inicia o engarrafamento dos seus vinhos, provenientes da vinha própria, em 1970. Após tornar-se o primeiro produtor engarrafador na região da Bairrada, depois da sua demarcação, o seu filho Luís Pato dá continuidade ao trabalho do pai e assim, em 1980, inicia-se uma nova Era no negócio de família. Atualmente, a empresa conta com 60 hectares de vinha, distribuída entre solos arenosos e argilo-calcários, e com uma variada gama de vinhos prestigiados.

Os vinhos Palato do Côa nascem no Douro Superior, junto ao vale do Côa, a partir de vinhas plantadas em solos xistosos e sob um clima de grande amplitude térmica. Este contexto favorece maturações equilibradas e origina vinhos de perfil concentrado, mantendo frescura e definição aromática.

Produzidos a partir de castas tradicionais da região, apresentam uma expressão que conjuga intensidade de fruta com estrutura e elegância. Dependendo do estilo e do estágio, podem revelar notas de fruta vermelha e preta, especiarias e subtis apontamentos de madeira, sustentados por taninos firmes e bem integrados.

Castas: Vinhas Velhas

Num anfiteatro natural com exposição a Sul nas encostas do rio Douro, situado na fronteira entre a zona granítica da Região dos Vinhos Verdes e a região de xisto dos Vinhos do Porto, situa-se, desde o Século XVI, a Quinta de Covela. Com vistas panorâmicas sobre o rio, a quinta tem 49 hectares, dos quais 18 plantados com vinha, distribuidos por duas freguesias do Baixo Douro, São Tomé de Covelas e Santa Cruz do Douro, reconhecidas pela sua extraordinária beleza natural e pela sua rica história cultural. Em tempos mais recentes, a Covela pertenceu a Manoel de Oliveira, um dos mais importantes cineastas europeus da metade do século passado até à atualidade. O realizador, também ele um "Homem do Renascimento", transformou a quinta em várias frentes, construindo aquedutos, muros maciços, casas
Cor citrina, com aroma de grande intensidade e elegância. Muito frutado (frutos brancos e citrinos) com notas minerais e um toque de fumo. Na boca é estruturado e equilibrado, fresco e vibrante. Excelente acidez. Belas notas tostadas. Final muito longo.
Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região. Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
Este é um vinho produzido apenas em anos excecionais, a partir das castas que melhor prestação tiveram nesse mesmo ano. Assim, este vinho branco é obtido a partir da casta Encruzado, revelando aromas florais e a frutas de polpa branca, traduzindo-se fresco e cremoso no paladar.