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Luis Pato Vinhas Velhas Branco 2024

11,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
A história dos vinhos Luís Pato começa quando João Pato inicia o engarrafamento dos seus vinhos, provenientes da vinha própria, em 1970. Após tornar-se o primeiro produtor engarrafador na região da Bairrada, depois da sua demarcação, o seu filho Luís Pato dá continuidade ao trabalho do pai e assim, em 1980, inicia-se uma nova Era no negócio de família. Atualmente, a empresa conta com 60 hectares de vinha, distribuída entre solos arenosos e argilo-calcários, e com uma variada gama de vinhos prestigiados.
02896

Ficha informativa

Colheita
2003
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Luís Pato
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
7-14⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
12

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O Quinta do Vesúvio tinto encanta com sedutores aromas florais, cravinho e nuances de fumo da madeira. No paladar, frutas ricas e acidez equilibrada destacam-se, enquanto os taninos finos conferem imponente estrutura, definindo a excelência característica da Quinta do Vesúvio. A propriedade Quinta do Vesuvio remonta ao século XIX e pertence à família Symington, desde 1989. Uma magnífica Quinta da região do Douro, totaliza cerca de 326 hectares, dos quais 133 são plantados com vinha. O contraste entre as cotas da propriedade, proporciona aos vinhos estrutura, complexidade e potencial de envelhecimento inigualáveis, bem como a preservação dos métodos tradicionais de produção de vinho, que destacam a Quinta do Vesuvio como a única que continua ativamente a criar os seus vinhos com esta bas
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Amarelo limão brilhante. Aroma complexo com evidente fruta de polpa branca, bem integrada numa tosta fumada. Notas de lima e pedra molhada, conjunto em crescendo e em múltiplas camadas. Boca texturada, com subtileza e cremosidade. Ampla, bem equilibrada por uma acidez vertical e tensa. Conjunto de fino recorte, longevo. Final demorado. Um clássico.
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Revela um aroma harmonioso e complexo, que se deixa revelar aos poucos, como se tivéssemos de merecer tudo o que nele está escondido. Na boca, ao primeiro impacto segue-se uma explosão aromática que nos acompanha ao longo de toda a prova, com os taninos densos, mas sedosos a ligarem o vinho do princípio ao fim, numa evolução de grande elegância para um final de grande nível.
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Scala Coeli, deve o seu nome ao Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli, normalmente conhecido por Mosteiro da Cartuxa, local onde os monges cartuxos viveram em silêncio e oração. Resulta das melhores vinificações de cada ano de castas menos tradicionais ao Alentejo. Foi produzido pela primeira vez em 2005.
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