Produzido a partir das castas Trincadeira e Aragonês, apresenta-se encorpado, complexo e elegante, com aroma a fruta passa e essências das madeiras de estágio.
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
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Vinho Miura Joy Division
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O Maçanita Reserva Tinto é um vinho que apresenta uma cor violeta escuro com aroma concentrado de frutos vermelhos. Taninos redondos. Final de boca é intenso e persistente. Irmãos, enólogos, amigos e a trabalhar juntos há mais de 17 anos e em mais de 14 adegas. O Maçanita Reserva Tinto é isso mesmo, o conjunto das experiências de dois irmãos, dois enólogos, muita discussão, muitas gargalhadas, tudo resumido neste Reserva dos Irmãos.
Nada poderia afastar Jorge Serôdio Borges e Sandra Tavares da Silva de fazerem, um dia, o seu vinho, que seria fruto da sua experiência profissional e da sua relação. Este talentoso casal decidiu então criar a empresa Wine & Soul em 2001, ao mesmo tempo que adquiriram os 2,5 hectares de vinha velha, com mais de 70 anos e com dezenas de castas, que daria origem ao seu primeiro vinho, cujo nome seria Pintas.
A escolha deste nome prende-se pelo facto de ambos chegarem a casa com inúmeras pintas de mosto nas suas t-shirts, depois de um dia na vindima ou na adega. Hoje em dia, Pintas é uma das maiores estrelas do firmamento vínico português e uma verdadeira sinfonia das vinhas velhas.
O objetivo do casal passa por criar vinhos que expressem todo o carácter das vinhas velhas e castas indígenas
A Barão de Vilar, Vinhos S.A. foi constituída em Janeiro de 1996, a partir de um stock de vinhos adquirido por Fernando Luiz Van Zeller, cedido aos seus dois filhos Fernando e Álvaro. A sua denominação social recupera um título nobiliárquico concedido por D. Maria II de Portugal a Cristiano Nicolau Kopke, o 1º Barão de Vilar, em 1836, que por descendência, se encontra na posse direta da família.
Antes da constituição da Barão de Vilar, a família Van Zeller era proprietária da Quinta do Noval, uma das mais reputadas quintas do sector do Vinho do Porto, de onde é oriundo o mítico "Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos mundiais do século XX pela Wine Spectator.
Atualmente, a Barão de Vilar passou a designar-se por Van Zeller Wine Collection, uma empresa que represe
Uma vinha a passar os 80 anos de idade, com várias falhas derivadas de um parcial abandono durante alguns anos. Numa zona de intensa exposição e com enormes afloramentos de xisto à superfície onde nem uma única erva subsiste. As gentes da Quinta depressa a apelidaram de “Vinha do Abandonado”.
Durante anos tentaram recuperar a vinha e replantar as videiras desaparecidas. Até que desistiram. Apesar de todo o cuidado apenas as cepas mais velhas eram capazes de subsistir em condições tão extremas. Em 2004 decidiram isolá-la pela primeira vez na adega da Quinta da Gaivosa. Revelou imediatamente uma personalidade e carácter únicos. Decidiram engarrafá-lo em homenagem às igualmente únicas vinhas velhas do Douro, que um dia desaparecerão.
Cor rubi profunda. Grande complexidade e frescura aromáti
Muito elegante, complexo e intenso. Aromas de frutas de baga selvagem, baunilha, cacau e especiarias. Um vinho com um equilíbrio incrível, onde a fruta e as especiarias se fundem com a elegância dos taninos. Reflete o terroir onde as vinhas estão plantadas.
Duas grandes enólogas juntaram-se para “costurar”, usaram as suas melhores “agulhas” e criaram uma obra-prima de grande caráter, o Crochet2011. Numa encosta típica e emblemática, as vinhas velhas da Quinta do Barão crescem e produzem em todo o seu esplendor as uvas selecionadas a dedo para participar nesta equipa como a linha utilizada pelas enólogas, na criação deste Crochet que de ponto em nó se revela um vinho de cor carregada, condensada, consistente. O potencial da matéria-prima aliado à experiência das enólogas Sandra Tavares e Susana Esteban, numa harmonia de aromas e sabores, que na complexidade do Douro, foi tricotada com mestria e elegância numa peça histórica.
O Tecedeiras Grande Reserva é produzido a partir das melhores parcelas das vinhas da Quinta das Tecedeiras. É um vinho cheio de personalidade que reflecte a complexidade e profundidade do vale do Douro e revela um excelente potencial de evolução em garrafa.
Conhecida no passado como Quinta da Teixeira ou da Teixeira Velha, a Quinta das Tecedeiras deve o seu nome atual às freiras que a habitaram e se dedicaram à tecelagem do linho, que no passado ali era cultivado.
No final do século XIX, com a morte das vinhas provocada pela Filoxera, a Quinta subsistiu graças à produção de azeites e frutas. Anos mais tarde, o tempo foi de reconversão da vinha, mas com o cuidado de manter algumas parcelas antigas, herança que oferece hoje à enologia, com a produção de vinhos oriundo das vinhas velhas.
D
As uvas que dão origem a este vinho provêm de vinhas velhas plantadas em solo xistoso a uma altitude média de 350 a 400 metros na região entre Freixo de Espada à Cinta e Barca dʼAlva, no Douro Superior.
Uma mistura elegante, muito mineral, de aroma intenso, com notas cítricas e frutos de cominho, ligeira especiaria, com boa integração da madeira. Vinho cheio de boca, fresco, com final longo e persistente. Excelente corpo e concentração devido ao amadurecimento das uvas na época da colheita.Cor cítrica, clara e clara. Intenso e volumoso, com uma acidez vibrante e bem integrada.
O sucesso e o reconhecimento da Quinta da Sequeira é o resultado de um trabalho com paixão, devoção e determinação. O controlo da qualidade começa na vinha, e todos os passos, desde a vinificação até ao produto final, estão sujeitos a rigorosos controlos de qualidade e a elevados padrões de exigência. Para atingir este nível de excelência, utilizamos apenas uvas produzidas na Quinta da Sequeira, e todo o processo de vinificação, estágio e engarrafamento é realizado na própria Quinta pela nossa equipe de enologia, sem qualquer dependência externa.
Este vinho apresenta aromas puros e encantadores, com notas de citrinos, pêssego e frutos de polpa branca. Na boca, oferece uma expressão fresca e elegante, com subtis apontamentos de carvalho por trás da fruta cítrica refinada. Um toque de pêssego e damasco confere profundidade, enquanto a toranja acrescenta um caráter vibrante. Estruturado, cheio de sabor, termina longo e delicado.