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Barão da Varzea Tinto ou Branco (Conjto 2)

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O Drink Me Navarra é o resultado de uma das muitas viagens de Daniel Niepoort por Espanha, onde numa delas visitou as incríveis vinhas velhas de Garnacha, plantada em solos heterogéneos. Este vinho tinto apresenta-se de cor aberta e pouco concentrada, revelando aromas que relembram a cereja e frutos vermelhos, conjugados com nuances florais de ervas frescas. Na boca é leve, fresco, descomplicado e termina com uma boa acidez e notas de especiarias. Natcool é mais do que um vinho. É um movimento criado pela Niepoort, e interpretado por vários produtores em Portugal e no mundo, que partilham a mesma filosofia e respeito pelo terroir.
Aroma apelativo com notas discretas de frutos tropicais frescos, complexadas com ligeiras nuances do balseiro onde fermentou e estagiou e um agradável enxofre vulcânico. Na boca tem uma acidez refrescante e mineralidade. Volume muito envolvente e persistente. Final salino.
O Monte Meão branco provém de duas vinhas, Vinha do Rio e Vinha do Janeanes, plantadas em solos de aluvião e xisto com as castas Arinto e Rabigato, respetivamente. Este vinho estagiou durante 5 meses em barricas e estagiou mais 4 meses em tonel. É muito mineral, com madeira discreta e bem integrada, excelente volume de boca, notas citrinas e um final longo e complexo. As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as
A casta Petit Verdot foi a nossa inspiração, a nossa riqueza, a base e a razão deste Reserva. Aromaticamente é expressivo, intenso e envolvente. Os frutos do bosque mesclados com notas florais de violetas, envolvidas numa nota tímida de tosta e pimenta conquistam-nos de imediato. O estágio de 18 meses em barricas de carvalho francês confere complexidade e estrutura, mas simultaneamente elegância e equilíbrio. Um Reserva que termina longo, que persiste e insiste em nos conquistar…
Na Casa de Mouraz, todas as vinhas são cultivadas de forma ecológica, sem o uso de herbicidas ou agroquímicos sintéticos, certificadas pela ECOCERT desde 1996. O solo é fertilizado através da sementeira de plantas e adubos orgânicos. Os tratamentos das vinhas utilizam produtos naturais como cobre, enxofre, algas marinhas, argila e tisanas de plantas. A agricultura biológica na Casa de Mouraz é guiada pelo respeito ao solo, às plantas, ao ser humano e à vida em sua diversidade e integridade ecológica. Menos manipulado, o solo produz um vinho mais autêntico, refletindo fielmente o terroir e a vinha onde foi criado. Desde o final de 2006, a Casa de Mouraz também adota práticas biodinâmicas, buscando aprofundar a harmonia entre o solo, as plantas, os animais e o ser humano.
A marca Cartuxa é um dos principais ativos da Fundação Eugénio de Almeida e atual marca “umbrela” da Adega Cartuxa. A insígnia traduz a identidade dos vinhos Vinea, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e do mítico Pêra-Manca. Excelência, qualidade e individualidade, num estilo muito próprio que marca a diferença e define um clássico do Alentejo. A aposta da Fundação Eugénio de Almeida na criação de produtos de excelência tem sido reconhecida ao longo dos últimos anos com diversos prémios.
A Quinta da Romeira existe desde 1703 e na história deste carismático Solar que aqui se mantém com as suas janelas Manuelinas, chegou a repousar o Duque de Wellington e são referidos familiares do célebre Marquês de Pombal, famoso pelo apoio à vinha e ao incentivo à exportação. Hoje em dia, a Quinta tem 130 hectares, dos quais 75 estão afetos à plantação de vinha, na sua maioria Arinto sendo esta a maior mancha de plantação da casta do País. Para além da área de vinha, a Quinta da Romeira tem 50 hectares afetos à exploração florestal para além do Solar e dos seus jardins.

Branco:Aqui encontram-se, respetivamente, as castas Chardonnay e Sauvignon Blanc que, após fermentação em barricas de carvalho francês, dão origem a um vinho complexo e único, onde os aromas de fruta tropical, de lima e a mineralidade estão aliados às notas tostadas da barrica e à acidez fresca e persistente

O vinho do Enxarrama é bastante tinto e encorpado, crystallino, cheiro tartsoso, e não suave, de sabor quente e macio, com travo (...) bem pronunciado. Não é um vinho alcoólico, nem aromático, é um vinho forte e bastão, que bem por causa do seu tanino pode tolerar o seu volume em álcool (...) Talvez por estas razões, quasi tanto por suas outras qualidades, é elle mais que nenhum outro de Évora procurado para a venda a retalho nos armazéns de Lisboa.
Thomas Reynolds, marinheiro e comerciante inglês, chega a Portugal em 1820, atraído pelo negócio do vinho e tem dois filhos, Thomas e Robert. É a partir do Porto que abastece o seu armazém comercial em Londres com produtos ibéricos. Em 1838, introduzem-se na indústria corticeira em Espanha, expandindo-se até Portugal acabando por se fixar em Estremoz. Após a família ter partido para a Nova Zelândia Robert fica em Estremoz à frente dos negócios, que rapidamente desenvolve com a aquisição de novas terras e a produção de vinhos de qualidade, atividade esta que exercia com particular empenho e paixão. O Alentejo converte-se no berço definitivo dos Reynolds de Portugal e de Robert, o patriarca da família. Desse berço procedem o filho primogénito de Robert, Robert Rafael e, deste, Carlos. Carlos
A história dos vinhos Luís Pato começa quando João Pato inicia o engarrafamento dos seus vinhos, provenientes da vinha própria, em 1970. Após tornar-se o primeiro produtor engarrafador na região da Bairrada, depois da sua demarcação, o seu filho Luís Pato dá continuidade ao trabalho do pai e assim, em 1980, inicia-se uma nova Era no negócio de família. Atualmente, a empresa conta com 60 hectares de vinha, distribuída entre solos arenosos e argilo-calcários, e com uma variada gama de vinhos prestigiados.
O Tecedeiras Grande Reserva é produzido a partir das melhores parcelas das vinhas da Quinta das Tecedeiras. É um vinho cheio de personalidade que reflecte a complexidade e profundidade do vale do Douro e revela um excelente potencial de evolução em garrafa. Conhecida no passado como Quinta da Teixeira ou da Teixeira Velha, a Quinta das Tecedeiras deve o seu nome atual às freiras que a habitaram e se dedicaram à tecelagem do linho, que no passado ali era cultivado. No final do século XIX, com a morte das vinhas provocada pela Filoxera, a Quinta subsistiu graças à produção de azeites e frutas. Anos mais tarde, o tempo foi de reconversão da vinha, mas com o cuidado de manter algumas parcelas antigas, herança que oferece hoje à enologia, com a produção de vinhos oriundo das vinhas velhas. D
Cor vermelho granada. Floral em aromas como a bergamota e o manjerico da Touriga Nacional; mirtilo e amora preta da Touriga Franca. Muito elegante e estruturado. Final persistente onde regressam as notas de fruta madura.