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Vinho El Duende Rabo de Ovelha Branco

98,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Cor palha nublado de media intensidade, aroma muito jerezano assente na amêndoa tostada e notas salinas, em boca apresenta-se afiado no ataque e amplo na persistência, um branco de muita arte.
02743

Ficha informativa

Colheita
2017
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Torero Wines
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
12-14⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13

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Ferradosa é um vinho branco com fruta vibrante no nariz, com toques a pêssego, damasco e alguns frutos tropicais. A madeira está presente com algum aroma a baunilha e a fumados. Na boca, este vinho revela-se extremamente fresco, aparecendo uma mineralidade impressionante, que perfura os sabores da barrica, criando assim um vinho extremamente fresco, vibrante e equilibrado.
O Quinta do Tamariz Grande Reserva 2019 é um blend elegante, muito mineral, de aroma com notas cítricas e a frutos de caroço, ligeira especiaria, com boa integração da madeira. Um vinho cheio na boca, fresco, com um final longo e persistente, com curiosas notas salinas. Este lote é efetuado com a primeira escolha, que manifesta uma qualidade superior. Excelente corpo e concentração. Intenso e volumoso com uma acidez vibrante e bem integrada.
Expressivo. Fresco. Refinado. O Post Scriptum é o vinho parceiro do Chryseia. Proveniente dos mesmos vinhedos, o seu perfil é semelhante, com fruta expressiva, fresca e concentrada, aliada a um equilíbrio e elegância exquisitos. É levemente amadeirado e mais acessível em tenra idade.
O Conjunto Quinta da Vacaria O Feytor Edição Especial trata-se de um conjunto que reúne dois excelentes produtos do produtor: Azeite Virgem Extra Olival do Feytor Edição Especial 2019 Quinta da Vacaria O Feytor Grande Reserva tinto 1,5L A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez que estes cascos de madeira não eram sequer marcados com o selo do produtor. No destino, o vinho era engarrafado e rotu
Presente em exclusivo nos vinhedos antigos da Serra da Estrela, e famosa pelos elevados níveis de acidez, esta casta era normalmente plantada na entrada das vinhas – não sendo definitivamente a melhor uva para comer. O seu nome diz tudo: Uva-Cão, a “uva que guarda a vinha”. Aos mais curiosos e aos mais sensíveis, um aviso: a acidez deste vinho é marcante!
Situada na zona do Alto Alentejo, a Herdade da Fonte Santa tem séculos de conservação e aperfeiçoamento do seu solo, que conjuga com a experiência nas melhores práticas e processos. É aqui, onde xisto, granito e um ecossistema ímpar se encontram, que uma equipa altamente especializada trabalha para gerar os melhores produtos que a região pode oferecer. É neste contexto e com este compromisso que nasce a MAINOVA, uma marca autêntica, inovadora, sustentável, que brinda ao futuro sem nunca esquecer a herança, tradições e verdades do passado.
O vinho do Enxarrama é bastante tinto e encorpado, crystallino, cheiro tartsoso, e não suave, de sabor quente e macio, com travo (...) bem pronunciado. Não é um vinho alcoólico, nem aromático, é um vinho forte e bastão, que bem por causa do seu tanino pode tolerar o seu volume em álcool (...) Talvez por estas razões, quasi tanto por suas outras qualidades, é elle mais que nenhum outro de Évora procurado para a venda a retalho nos armazéns de Lisboa.
Aromas primários de esteva envolvidos por notas de frutos do bosque num conjunto típico duriense de fino recorte, leve especiado fresco

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Cor aberta, de tom rosa avermelhado. Aromas discretos de fruta ácida, notas vegetais próprias da casta e predominância de especiarias resultantes da fermentação com engaço. Na boca, apresenta acidez média, mineralidade marcante e taninos muito finos.
A Quinta Dona Matilde, localizada entre Régua e Pinhão, é uma referência histórica da região do Douro. Fundada por Manoel Moreira Barros em 1927, as suas vinhas foram erguidas nos solos xistosos e a emblemática pirâmide de xisto é símbolo do trabalho árduo e compromisso com que a família Barros sempre se guiou. Em 2007, nasceu o projeto Quinta Dona Matilde, que mantém a tradição e conhecimento transmitidos por gerações.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem. Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Menin Grande Reserva tinto, produzido a partir das vinhas velhas da Quinta da Costa de Cima, apresenta-se de cor rubi profunda, com aromas frescos a fruta vermelha e preta, e nuances a groselha, amora, frutos do bosque e notas balsâmicas, que equilibram o conjunto. De acordo com o seu período em barrica, no paladar, revela-se intenso e bem estruturado, com uma acidez natural equilibrada, denotando este vinho com uma enorme elegância e finesse.