Este site contém informação sobre bebidas alcoólicas. Confirme que tem idade legal para consumir bebidas alcoólicas.

Textura da Estrela Tinta Pinheira

26,80 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Cor aberta, de tom rosa avermelhado. Aromas discretos de fruta ácida, notas vegetais próprias da casta e predominância de especiarias resultantes da fermentação com engaço. Na boca, apresenta acidez média, mineralidade marcante e taninos muito finos.
04699

Ficha informativa

Colheita
2022
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Textura Wines
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
16-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
12.5

16 outros produtos na mesma categoria:

Verdelho é um vinho branco monocasta do Pico, com um aroma marcado por notas de frutos cítricos envolvidas num agradável perfil vulcânico muito mineral. Aroma marcado por notas de frutos cítricos envolvidas num agradável perfil vulcânico muito mineral. A boca é elegante e refrescante mostrando toda a influência da proximidade ao mar.
Num anfiteatro natural com exposição a Sul nas encostas do rio Douro, situado na fronteira entre a zona granítica da Região dos Vinhos Verdes e a região de xisto dos Vinhos do Porto, situa-se, desde o Século XVI, a Quinta de Covela. Com vistas panorâmicas sobre o rio, a quinta tem 49 hectares, dos quais 18 plantados com vinha, distribuidos por duas freguesias do Baixo Douro, São Tomé de Covelas e Santa Cruz do Douro, reconhecidas pela sua extraordinária beleza natural e pela sua rica história cultural. Em tempos mais recentes, a Covela pertenceu a Manoel de Oliveira, um dos mais importantes cineastas europeus da metade do século passado até à atualidade. O realizador, também ele um "Homem do Renascimento", transformou a quinta em várias frentes, construindo aquedutos, muros maciços, casas
Susana Esteban é uma das Enólogas portuguesas a seguir. Em 2012 foi-lhe atribuído o prémio mais prestigiado que um enólogo pode receber em Portugal, o título de “Enólogo do Ano”, pela Revista de Vinhos, tendo sido até a data a única mulher a que foi atribuído está distinção.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem. Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Apresenta aromas delicados, com notas de frutos vermelhos, um toque terroso, fresco e austero. Na boca, o caráter frutado é complementado por uma elevada sensação de frescura e elegância, com taninos secos, precisos e texturados. Um vinho de grande complexidade, com um enorme potencial de envelhecimento em garrafa.
O Legado do Zeca Curtimenta é um vinho de cor amarela âmbar. No nariz apresenta um aroma muito concentrado de fruta branco madura e pêssego, com elegantes notas de loureiro e gengibre envoltas em notas balsâmicas. Na boca é envolvente com muita textura e salinidade e de extrema complexidade com um final delicado e interminável.
Este vinho constitui a ‘espinha dorsal’ do portfolio da Quinta da Boavista e resulta de um lote feito com uvas de vinhas velhas e de vinhas mais recentes. Em particular, este Reserva é produzido utilizando Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinto Cão e Vinhas Velhas. A Touriga Nacional é uma casta tinta que é um ingrediente chave quer para os vinhos tranquilos, quer para os vinhos fortificados da região do Douro. Apresenta arrojadas notas de frutos pretos, comummente acompanhados por memórias de especiarias e violeta.
A Quinta de São José de Peramanca situa-se a 5 quilómetros de Évora, na Estrada Nacional 114, e é facilmente identificável graças ao grande e tradicional casario, marcado pela arquitetura barroca e a igreja de São José a ele adjacente. A propriedade foi adquirida pela família Grave em 1912, permanecendo até aos dias de hoje, gerida agora por João Grave, e conta com 34 hectares, onde cerca de 15,5 hectares são, exclusivamente, orientados para a cultura da vinha para produção de vinho.
O Quinta do Cerro da Nora Grande Reserva tinto, elaborado a partir das castas Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca e Vinhas Velhas, apresenta cor vermelho-granada intensa e límpida. No aroma destaca-se pela sua expressividade frutada, com notas de frutos vermelhos, acompanhadas por apontamentos de azeitona preta e pimenta preta. Na boca revela elegância, volume e textura aveludada, com a fruta bem presente e nuances provenientes do estágio em barrica de qualidade, complementadas por uma subtil mineralidade. Os taninos surgem finos e bem integrados, conferindo equilíbrio e frescura. O final é longo e persistente.
Jorge é a 5ª geração de uma longa linhagem de produtores de vinho e proprietários de adegas. Assim, em 2009, Sandra e Jorge adquiriram a Quinta da Manoella, uma propriedade com uma história que remonta a 1838. As vinhas da Quinta da Manoella têm mais de cem anos, ladeadas de ambos os lados por vinhas mais jovens, sendo capazes de produzir vinhos com uma elevada frescura e delicadeza, e com uma concentração que os torna rapidamente reconhecidos como uns dos melhores vinhos do Douro. Fundada em 2001 pelo casal de enólogos Sandra Tavares da Silva e Jorge Serôdio Borges, a empresa Wine & Soul tem investido e comprado vinhas velhas e propriedades no vale do Rio Pinhão. O objectivo do casal passa por criar vinhos que expressem todo o carácter das vinhas velhas e castas indígenas do Douro, pro
O Barca Velha de 2011 é um vinho de cor rubi profunda e viva. O seu complexo aroma salienta as especiarias, como a pimenta, as notas balsâmicas como cedro e caixa de tabaco. Este leque é perfeitamente conjugado com as notas a frutos vermelhos e com a madeira de grande qualidade, revelando-se bem integrada. Na boca, manifesta uma acidez vibrante, taninos muito firmes, notas de especiarias, fruta preta e sabores balsâmicos. O final é o que os seus antecedentes sempre nos habituaram, extremamente longo, de grande elegância e complexidade. A Casa Ferreirinha, adquirida pela Sogrape Vinhos em 1987, e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII, pela mão de Bernardo Ferreira, que viu a fórmula refinada pelos descendentes, especialmente p
O Casa das Gaeiras reserva branco é obtido através da casta Vital, inserida na vinha velha da propriedade. Após completar um curto estágio em barricas de carvalho francês, apresenta uma cor citrina, de aromas bem definidos marcados pelas notas de fruto de caroço e alguma complexidade. Na boca, revela-se untuoso e estruturado, com acidez viva e pronunciada. O final é persistente e marcante.