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Viagem ao Princípio do Mundo

65,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
O vinho Pequenos Rebentos Viagem ao Princípio do Mundo é um branco de elite, 100% Alvarinho de Melgaço, criado pelo enólogo Márcio Lopes. Produzido em anos excepcionais, estagia 18 meses em barricas de Jerez com véu de flor, resultando num vinho intenso, rústico e com notas de iodo e frutos secos. É reconhecido pela sua complexidade e acidez, sendo uma das edições mais especiais da região.
03411

Ficha informativa

Colheita
2020
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Márcio Lopes
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
10-12⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13

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Esta é a primeira edição do Amma, limitado a apenas 1333 garrafas. Amma é a junção das iniciais dos nossos nomes: António, Marta, Martim e Alice, num vinho que é a celebração da nossa família e do nosso amor. Feito a partir das melhores uvas e das melhores barricas, com estágio prolongado em barrica e na garrafa, é aquele vinho especial eleito por nós como o melhor que fizemos até hoje. Amma de amar a família aquilo que conseguimos alcançar juntos.
A exigência qualitativa a que o vinho Brites Aguiar obriga origina que só algumas colheitas sejam dignas de ostentar o nome da Família. O Brites Aguiar 2021 é o nono a ficar disponível para o consumidor. É um vinho de extremos, com concentração e elegância, com taninos presentes mas delicados. Tem um longo fim de boca. Todo o processo de produção, da vinha à garrafa, é balizado por parâmetros de rigor extremo em que todos os detalhes são importantes para que o resultado seja este grande vinho.
O Casal de Vale Pradinhos é uma exploração agrícola com 450 hectares, estabelecida em 1913 e propriedade da família Pinto de Azevedo desde então. Os vinhos aqui produzidos são uma combinação de castas indígenas como a Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Amarela e Malvasia Fina, e reputadas castas internacionais, nomeadamente Cabernet Sauvignon, Gewürztraminer e Riesling. Maria Antónia Pinto de Azevedo Mascarenhas, bisneta do fundador Manoel Pinto de Azevedo, é a atual proprietária do Casal de Vale Pradinhos. Tem vindo a implementar a sua visão nos vinhos que aqui se vinificam desde que assumiu o controlo da propriedade em 1994. A sua filha, Maria, será a 4ª geração de mulheres diretamente envolvidas na gestão da propriedade.
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Philip Mollet, atual proprietário e gestor da herdade revolucionou a estratégia da quinta e plantou vinha. Desde então, a herdade produz excelentes vinhos alentejanos com base na casta preferida, Syrah. A vinha distribui-se pelos 15 hectares plantados em solos argilo-calcários, conferindo aos vinhos o carácter genuíno do Alentejo.
Vinho de cor granada carregada, com aroma de frutos pretos maduros, sugerindo amoras e ameixas, envolto em notas de especiarias, em boca é um vinho amplo, profundo com boa estrutura e grande complexidade aromática, termina com final agradável e persistente.
Este vinho foi produzido com uvas de uma única vinha da casta Encruzado, da Quinta do Ribeiro Santo, plantada entre 400 e 600 metros acima do nível do mar, em solos graníticos com grandes afloramentos rochosos e influenciada pelos rios Dão e Mondego. Apresenta uma cor dourada e um aroma complexo com notas de fruta branca, citrinos e nuances de pedra molhada. Na boca, é fresco, com estrutura e acidez vibrante que demonstra potencial de envelhecimento. O final é longo e vibrante. Circundada por um ribeiro onde a água corria todo ano mesmo em anos muito secos, passou a ser apelidada pelo Padre por Quinta do Ribeiro Santo. Foi adquirida pela família de Carlos Lucas em 1994, que replantou de imediato as suas vinhas, dando início à produção do seu primeiro vinho engarrafado com marca própria,
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
O Quinta do Crasto Touriga Nacional é um vinho produzido apenas em anos verdadeiramente excecionais. Estagia durante 18 meses em barricas de carvalho francês com tosta ligeira, cuidadosamente concebidas para realçar a frescura e os aromas distintivos desta casta. Apresenta uma cor violeta viva e concentrada, com aromas primários intensos e expressivos, marcados por uma frescura notável, notas de frutos silvestres e nuances subtis de madeira. Na boca revela-se macio e envolvente, com grande elegância e presença, evoluindo para um vinho de excelente volume, estrutura firme e taninos frescos de textura fina. O final é longo, persistente, equilibrado e especiado, deixando agradáveis sensações de frescura. Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
As uvas foram esmagadas e pisadas a pé, estiveram em curtimenta com o engaço durante 5 dias. Após esse período foram prensadas o vinho terminou a fermentação alcoólica em cuba. Após a fermentação alcoólica o vinho foi dividido, por uma barrica de castanho nova na qual o vinho fez a fermentação malolática, e, por uma cuba de inox na qual o vinho não fez a fermentação malolática. Os vinhos estagiaram respetivamente 5 meses em barrica e em cuba.