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Vinho Rebuscado Branco Maceração Carbónica

16,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
As uvas foram esmagadas e pisadas a pé, estiveram em curtimenta com o engaço durante 5 dias. Após esse período foram prensadas o vinho terminou a fermentação alcoólica em cuba. Após a fermentação alcoólica o vinho foi dividido, por uma barrica de castanho nova na qual o vinho fez a fermentação malolática, e, por uma cuba de inox na qual o vinho não fez a fermentação malolática. Os vinhos estagiaram respetivamente 5 meses em barrica e em cuba.
01908

Ficha informativa

Colheita
2018
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Folias de Baco
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
11⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13.5

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A Ervideira é uma empresa produtora de vinhos de qualidade e excelência na região do Alentejo, em Portugal. O seu passado e a sua tradição familiar, na produção de vinhos, remontam ao final do século XIX, e com 160 hectares de vinha divididos pela Vidigueira e por Reguengos de Monsaraz, a administração da Ervideira é assegurada pela matriarca da família, Dona Maria Isabel Leal da Costa, e pelos seus seis filhos, sendo Duarte Leal da Costa o diretor executivo.
A casta Arinto dos Açores, exclusiva destas ilhas, tornou-se na predileta dos viticultores pela sua resistência, produtividade e versatilidade enológica. Destaca-se principalmente nas parcelas junto ao mar, sendo hoje a mais cultivada na região. Origina vinhos de grande frescura e salinidade. Origem: Este vinho resulta de uvas de apenas uma parcela integrada na Cerca dos Frades em Santa Luzia, na costa norte da ilha do Pico.
A marca Cartuxa é um dos principais ativos da Fundação Eugénio de Almeida e atual marca “umbrela” da Adega Cartuxa. A insígnia traduz a identidade dos vinhos Vinea, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e do mítico Pêra-Manca.
Apresenta-se com cor rubi intensa. No aroma, temos fruta madura e abundantes notas florais que lhe conferem frescura e elegância. Muito boa complexidade na prova de boca, as notas de madeira são discretas, privilegiando a bergamota e frutos vermelhos maduros. Um Reserva de “terroir” expressivo e personalizado.
QALT TINTA BARROCA é o primeiro vinho monocasta que apresentamos. A escolha da Tinta Barroca foi dar-lhe a importância que a casta exerce na região do Douro. No Terroir onde nasce tem vigor e qualidade. Altitude e solo que conferem uvas sadias dotadas de imenso potencial para se criar um vinho leve, fresco e alegre.
O Soalheiro Terramatter é um vinho totalmente diferente dos outros vinhos da família Soalheiro. É, por um lado, o regresso às nossas origens e, por outro lado, é uma projeção no futuro. Produzido com a mínima intervenção na viticultura e na vinificação, Terramatter é a expressão genuína do nosso território. De cor intensa, aroma expressivo e paladar complexo, este vinho revela uma personalidade forte e um perfil muito distinto para os quais, a vindima precoce e a fermentação malolática parcial em barricas de castanho muito contribuem. Recomendamos que, antes de servir o vinho, este seja suavemente agitado na garrafa por forma a homogeneizar bem as borras finas e, assim, poder obter uma experiência de consumo totalmente diferente!
Produzido a partir das castas Trincadeira e Aragonês, apresenta-se encorpado, complexo e elegante, com aroma a fruta passa e essências das madeiras de estágio. Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
Citrino na cor com alguma concentração e austero no aroma a revelar lentamente folhas de loureiro e limoeiro, ervas aromáticas, notas de pêra e maçã e ainda toque de pedra molhada e mel. Presença sólida na prova de boca a combinar com frescura e leves amargos no final. Vinho com personalidade.
É nas propriedades Quinta da Costa de Cima, Quinta do Sol e Quinta do Caleiro, que a Menin encontra o terroir perfeito para desenvolver vinhos complexos, com carácter, cheios de finesse e grande potencial de guarda. São nos cerca de 55 hectares, dos quais 10 são vinha velha, que a filosofia da sustentabilidade está assente e é no conceito de gravidade que a adega foi construída. A enologia praticada pela Menin reúne o saber da vinha com as mais modernas tecnologias de vinificação para retirar o melhor partido do terroir duriense.
Este Vinho Verde é produzido exclusivamente com uvas tintas da casta Vinhão. O método de produção deste vinho é um processo estilo “Curtimenta”. Este método consiste em esmagamento das uvas para lagar de pequena dimensão com pisa e remontagem do mosto para extracção máxima da cor presente nas cascas da uva. É um Vinho Verde com estilo típico, elegante e versátil, perfeito para saborear com comida tradicional minhota.
Este é um vinho fácil de beber – o tipo de vinho que se guarda no frigorífico ou se pede a copo num restaurante. É dominado pela Sauvignon Blanc e revela uma nota exótica que, por vezes, falta aos vinhos monovarietais. SOLO: Planalto calcário a sul do rio Dordogne. VINIFICAÇÃO: 70% Sauvignon Blanc, 30% Sémillon. As uvas são colhidas de manhã cedo, quando as temperaturas são mais amenas. As uvas Sauvignon Blanc maceram durante 12 horas para extrair aromas frutados e característicos da casta. O Sémillon acrescenta corpo e estrutura. 
O Dócil (Miau) é feito 100% com a casta Moscatel Galego, uma casta com uma identidade muito própria, caracterizada pelos seus aromas florais e cítricos. Procurou-se fazer leve, fresco e jovial, baseado na acidez e na expressão aromática da casta. Dado o baixo grau alcoólico e algum açúcar residual, tem uma excelente harmonia, inspirado nos vinhos brancos da Alemanha. Tal como o gato, é dócil, mas com uma personalidade única e muito vincada.
Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto, foi fermentado parcialmente em barricas de carvalho francês e depósito de inox. A totalidade do lote passou depois por um estágio de 12 meses sobre borras finas com batonnage periódica, com um estágio final de 12 meses em garrafa. Pera-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.