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Vinho Rebuscado Branco Maceração Carbónica

16,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
As uvas foram esmagadas e pisadas a pé, estiveram em curtimenta com o engaço durante 5 dias. Após esse período foram prensadas o vinho terminou a fermentação alcoólica em cuba. Após a fermentação alcoólica o vinho foi dividido, por uma barrica de castanho nova na qual o vinho fez a fermentação malolática, e, por uma cuba de inox na qual o vinho não fez a fermentação malolática. Os vinhos estagiaram respetivamente 5 meses em barrica e em cuba.
01908

Ficha informativa

Colheita
2018
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Folias de Baco
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
11⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13.5

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O ANA é uma ideia, um sonho idealizado por Tiago Dias da Silva , materializado com a equipa Quinta Maria Izabel e afinado pelo enólogo Dirk Niepoort. Um 100% Arinto vinificado parte em inox e o restante em barrica de forma a atingir toda a plenitude deste vinho que será uma surpresa para si e para quem o provar. Pena ser uma edição tão limitada!
O Vilarissa Valley Grande Reserva é um vinho de cor granada limpa e brilhante, com boa intensidade, produzido a partir das castas Touriga Nacional e Touriga Franca. Estagiou durante 12 meses em barricas novas, 70% de carvalho francês e 30% de carvalho americano. Apresenta uma cor granada limpa e brilhante, com boa intensidade. O aroma é complexo, profundo e elegante, com notas florais combinadas com frutos vermelhos, onde se sobressaem amoras, com nuances de baunilha e especiarias provenientes da madeira. Na boca é encorpado e muito equilibrado, com destaque para a fruta preta, taninos bem polidos e boa acidez, terminando longo e persistente. A Barão de Vilar, Vinhos S.A. foi constituída em Janeiro de 1996, a partir de um stock de vinhos adquirido por Fernando Luiz Van Zeller, cedido aos
O vinho elaborado em método Solera, em que a colheita seguinte atesta a anterior sem qualquer remoção de borra. O resultado é um Arinto dos Açores tri-dimensional com a expressão da casta, da acumulação de borra fina e da combinação de quatro colheitas. O Arinto dos Açores é uma casta autóctone e exclusiva das ilhas dos Açores, tendo em comum com o Arinto do continente apenas o nome e a boa acidez.
Os terrenos que viriam a ser Vega Silicia, foram disputados durante anos entre Peñafiel e o Mosteiro de Valbuena e foi em 1477 que os monges e o conselho chegariam a um acordo. Estes últimos teriam a jurisdição e as terras aráveis e os monges teriam a cobertura florestal. Mas foi em 1577 que o nome Vega de Sicilia apareceu pela primeira vez na história, quando se referia à propriedade. Durante séculos a propriedade foi explorada e comprada ao Marquês de Valbuena, por Toribio Lecanda em 1848, onde o seu filho Eloy Lecanda, começa a produzir vinho de forma profissional na adega da propriedade. Assim, surge a necessidade de construir instalações, escritórios e armazéns de envelhecimento. O objetivo seria produzir vinho de qualidade igualável ao produzido em Bordéus. Em 1982, a família Álvare
Fundada por Adriano Ramos Pinto em 1880, a Casa Ramos Pinto depressa se fez notar pela sua estratégia de inovação e pioneirismo. Associada a vinhos engarrafados de qualidade e com uma estratégia de vanguarda, esta empresa apoia-se na modernização dos circuitos de seleção, lotagem e envelhecimento, na investigação vitivinícola constante e no especial cuidado que Adriano Ramos Pinto dedicou à embalagem e promoção dos seus vinhos. Os vinhos Ramos Pinto tornaram-se, assim, uma referência de qualidade.
Cor: Palha intensa com ligeiríssimos reflexos esverdeados. Aroma: Aroma vivo, intenso, revelando já alguma profundidade. Sobressaem os frutos cítricos maduros, ligeiro tropical fresco, flores amarelas e brancas e uma nuance a um aroma apetrolado. Belíssimo conjunto suportado por suaves notas provenientes do estágio em barricas. Mineral. Paladar: Ataque seco e ao mesmo tempo sedoso. Acidez muito equilibrada e que se prolonga até ao final. Textura densa e ao mesmo tempo elegante. Explosão cítrica e floral. Final persistente e muito longo suportado pelas sensações de barrica. Muito coerente.
A Herdade Papa Leite, situada em Alter do Chão, em pleno coração do Alto Alentejo, remonta ao século XVII, podendo ainda hoje, se encontrar marcos dessa época. Depois de muitas famílias por ali passarem, foi Filipe Barreiros Cardoso, que apaixonado pela propriedade, adquiriu-a, concretizando com o apoio da sua família e equipa, um sonho antigo de produzir produtos de grande qualidade. Assim a herdade foi expandida e revitalizada, contando com 320 hectares alargados à produção de vinho, azeite e bovinos. As vinhas são plantadas nos solos argilosos e as uvas colhidas à noite e selecionadas antes de entrarem na adega, onde é garantida a produção do vinho com a melhor matéria-prima obtida.
O Quinta de Foz de Arouce é produzido com as castas Baga e Touriga Nacional, provenientes de solos xistosos, e estagiou durante 6 meses em barricas de carvalho francês de segundo ano. É um vinho tinto com boa concentração de aromas, revelando notas de frutos vermelhos e resina. Na boca é equilibrado, com taninos suaves e um final persistente. A Quinta de Foz de Arouce situa-se no Conselho da Lousã, na região das Beiras. Está rodeada pelos contrafortes das Serras da Lousã e Penela e é banhada pelos rios Arouce e o Ceira onde o primeiro desagua. Os antigos documentos existentes na casa referem as propriedades como pertença da família desde o Sec. XVIII, sabendo-se que algumas dependências são mais antigas, pois a primitiva casa foi por duas vezes consumida pelo fogo. A capela contígua à cas
No nariz, muito fresco e elegante, com notas de frutos silvestres bem definidos, sendo o aroma complexado pelas discretas notas de madeira. Na boca é muito elegante, denotando taninos de textura fina e finaL profundamente persistente, com uma frescura invulgar.
O Vinevinu Almanua F "Foudre" é uma expressão refinada e autêntica da influência atlântica no vinho branco português. Produzido com um olhar atento ao detalhe, este vinho revela-se como uma escolha sofisticada para os apreciadores mais exigentes.
O Luis Pato 2020 Laranja da Madalena Blanc de Noirs apresenta uma cor citrino brilhante, indicativa da sua vivacidade e jovialidade. O perfil aromático está repleto de notas cítricas e de flores brancas, complementadas por subtis nuances de frutos de caroço e um toque de mineralidade. Na boca, o vinho é fresco e preciso, com uma acidez equilibrada que harmoniza com a sua textura cremosa. O final é longo e elegante, deixando impressões de raspa de limão e pedra molhada. Este vinho exemplifica a dedicação de Luis Pato à elaboração de vinhos expressivos e que reflectem o terroir, honrando as tradições da região da Bairrada.