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Outrora Tinto

44,60 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
O estágio de dois anos em carvalho francês (50% barricas novas), seguido de um repouso prolongado em garrafa, confere a este vinho a elegância e o equilíbrio necessários para ser apreciado ao longo de muitos anos.
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Ficha informativa

Colheita
2020
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Mira do Ó
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
16-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13.5

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Um rosé de cor salmão suave e cheio de personalidade. No nariz revela a sua intensidade com notas florais de toranja e groselha branca. Na boca predomina o equilíbrio entre as frutas honestas, com um final intenso e longo. A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez que estes cascos de madeira não eram sequer marcados com o selo do produtor. No destino, o vinho era engarrafado e rotulado com a mar
A Gloria Reynolds Cathedral é o vinho mais exclusivo deste produtor, lançado apenas em anos de colheitas excecionais e criado com as castas Alicante Bouschet e Trincadeira. Este vinho tinto revela uma cor vermelha muito escura e tem um aroma intenso e complexo com notas de chocolate preto, solo florestal, ameixa, café e cola, juntamente com nuances de frutos secos, menta e tabaco. Na boca, é encorpado e sedoso, com muita fruta preta e um final explosivo, complexo e muito persistente. A Reynolds Wine Growers tem raízes que remonta a 1820, quando Thomas Reynolds se estabeleceu em Estremoz, Portugal. Com 40 hectares de vinha em colinas, o patriarca Robert consolidou a produção de vinhos de qualidade. O cultivo ocorre em solo de xisto, proporcionando ótimo escoamento e luz solar. Próximo ao
Ferradosa Vinhas Velhas Douro Tinto é um vinho que demonstra um nariz muito concentrado com alguma frescura. Fruta vermelha madura, cereja negra, ameixa, especiarias e notas a floresta de pinheiro. Um vinho de taninos aveludados, final longo e persistente e repleto de fruta.
A Herdade do Arrepiado Velho, em Sousel, Alto Alentejo, renasceu em 2001 após anos de abandono. O monte alentejano do séc. XIX foi reconstruído com a arquitetura tradicional, oferecendo espaços de rara beleza. Com 100 hectares, destaca-se a barragem entre vinhas e olival, proporcionando uma tranquilidade única do Alentejo. Em 2002, 33 hectares de vinha foram plantados, num terroir excecional com solos xistosos e temperaturas amenas. A "Vinha dos 100 pontos", criação de David Both e António Maçanita, une conhecimento e inovação, resultando em vinhos distintos. Com Nuno Ramalho como viticultor atual, as castas incluem Touriga Nacional, Syrah, Petit Verdot, Cabernet Sauvignon, Antão Vaz, Chardonnay, Riesling, Viognier e Verdelho. Sob o comando de António Antunes, os vinhos são únicos e sedu
A Herdade Papa Leite, situada em Alter do Chão, em pleno coração do Alto Alentejo, remonta ao século XVII, podendo ainda hoje, se encontrar marcos dessa época. Depois de muitas famílias por ali passarem, foi Filipe Barreiros Cardoso, que apaixonado pela propriedade, adquiriu-a, concretizando com o apoio da sua família e equipa, um sonho antigo de produzir produtos de grande qualidade. Assim a herdade foi expandida e revitalizada, contando com 320 hectares alargados à produção de vinho, azeite e bovinos. As vinhas são plantadas nos solos argilosos e as uvas colhidas à noite e selecionadas antes de entrarem na adega, onde é garantida a produção do vinho com a melhor matéria-prima obtida.
O Barca Velha de 2015 apresenta uma profunda cor rubi e um aroma extremamente intenso e complexo, onde se destacam notas arbustivas, folha de oliveira, pasta de azeitona, fruta preta e especiarias, acompanhadas por nuances balsâmicas, cedro e caixa de tabaco. A madeira surge discreta e perfeitamente integrada. Na boca revela um ataque poderoso, acidez vibrante e taninos vivos, com notas de frutos vermelhos e especiarias que conduzem a um final muito longo, elegante e de grande distinção.
O Alto dos Amores – provavelmente, a mais extraordinária paisagem do Dão – foi, desde sempre, o ponto de encontro dos casais apaixonados da Vila de Santar. Se, em tempos, a magia desta paisagem servia para conquistar corações, hoje, as uvas que ali nascem, servem para conquistar o gosto mais exigente dos apaixonados por vinho. É esta história de amor que serve, diariamente, de inspiração a todos os que trabalham para produzir este monocasta de Touriga Nacional da Casa de Santar.
Este vinho aromático exibe aromas intensos com notas destacadas de frutas brancas, tropicais e cítricas. Na boca, o vinho tem uma acidez vibrante com mais notas de aromas cítricos e florais. Apresenta um longo saboroso final de boca.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Frutado no nariz. Aromas de marmelo se destacam, combinados com notas de lichia e maçã verde, além de um toque de cera de abelha. Na boca é frutado e suculento, com boa estrutura de acidez e estilo arredondado. Este vinho oferece notas cristalizadas de citrinos e maçã verde, com alguns toques de frutas exóticas mais leves e um toque de laranja.
Domingos Alves de Sousa dá vida aos seus vinhos, seguindo uma tradição familiar iniciada pelo seu avô e à qual hoje se juntam também os seus filhos. Vinificando exclusivamente as uvas das suas Quintas, terroirs verdadeiramente únicos, a qualidade e a singularidade dos seus vinhos são amplamente reconhecidas, com distinções e referências nas mais respeitadas publicações nacionais e internacionais. Com destaque especial para a atribuição do prémio "Produtor do ano” em 1999 e novamente em 2006 pela Revista de Vinhos, tornando-se o primeiro a receber por duas vezes a mais importante distinção para um produtor de vinhos em Portugal.