Este site contém informação sobre bebidas alcoólicas. Confirme que tem idade legal para consumir bebidas alcoólicas.

Quinta Vale Meão 2011

650,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
04679

Ficha informativa

Colheita
2011
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
F. Olazabal & Filhos
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
14.5

16 outros produtos na mesma categoria:

Vinho de cor granada escura, revelando notas vibrantes de frutos negros, compota, de especiarias e tosta. Taninos nobres cheios de garra num final poderoso. Grande potencial de envelhecimento.
A Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro, destaca-se pelo facto de ter sido das primeiras a engarrafar vinhos de marca própria. O nome desta Quinta já vem referenciado desde 17 de Abril de 1738, quando num documento datado surge que pela primeira vez a referência à Quinta “da Pacheca”, por ser sua proprietária D. Mariana Pacheco Pereira. Mas foi só em 1903 que D. José Freire de Serpa Pimentel decidiu desenvolver o seu crescente interesse pela enologia, comprando a propriedade com o objectivo de se dedicar à produção vitivinícola. Hoje, um século passado, a nova geração dos Serpa Pimentel assume a gestão da Quinta: Maria, Catarina e José são os jovens rostos desta empresa de cariz vincadamente familiar.
Uma família que há várias gerações se dedica à cultura da vinha e à produção de vinho. Atualmente trabalham 170 hectares em duas propriedades no centro de Portugal: Quinta de São Mateus e Quinta de Vale de Azar. São produzidos vinhos apoiados num conceito enológico de máximo respeito pelas uvas, com uso praticamente exclusivo de gravidade em todo o ciclo de vinificação e com exclusão de quaisquer produtos enológicos.
Vinho de cor vermelha-rubi intensa – aromas florais combinados com frutos vermelhos silvestres. Do estágio em madeira resultam notas balsâmicas suaves e nuances a especiarias. Na boca, revela corpo e taninos bem equilibrados, notas intensas de fruta com final complexo e prolongado. O caráter duriense e a resiliência da vinha. Perfeito para pratos fortes, carnes vermelhas e queijos intensos
O vinho Principal Grande Reserva branco, produzido a partir das castas Chardonnay e Sauvignon Blanc, revela tons amarelo limão e seduz com notas florais, cítricas e tostadas. A sua complexidade excecional traduz-se num perfil volume com complexidade, estrutura e um carácter mineral.
Surpreendentemente fresco e jovem, mas aromaticamente complexo e profundamente expressivo do seu local de nascimento em solo de xisto vermelho, a mineralidade insistente do “Erdener Treppchen” é imediatamente aparente, mas perfeitamente entrelaçada na textura terrosa do vinho.
Nascido nas encostas vertiginosas do Mosel, Saturn surge de vinhas centenárias não enxertadas, fruto da visão audaciosa de Ernst Loosen. Com apenas algumas centenas de garrafas produzidas, é tão raro como o terroir que o moldou. Para quem procura algo verdadeiramente transcendental.
A história dos vinhos Luís Pato começa quando João Pato inicia o engarrafamento dos seus vinhos, provenientes da vinha própria, em 1970. Após tornar-se o primeiro produtor engarrafador na região da Bairrada, depois da sua demarcação, o seu filho Luís Pato dá continuidade ao trabalho do pai e assim, em 1980, inicia-se uma nova Era no negócio de família. Atualmente, a empresa conta com 60 hectares de vinha, distribuída entre solos arenosos e argilo-calcários, e com uma variada gama de vinhos prestigiados.
A casta Arinto dos Açores, exclusiva destas ilhas, tornou-se na predileta dos viticultores pela sua resistência, produtividade e versatilidade enológica. Destaca-se principalmente nas parcelas junto ao mar, sendo hoje a mais cultivada na região. Origina vinhos de grande frescura e salinidade. Origem: Este vinho resulta de uvas de apenas uma parcela integrada na Cerca dos Frades em Santa Luzia, na costa norte da ilha do Pico.
Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região. Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
Matrona Rosé 2022 apresenta-se como um rosé de grande classe. Nariz muito completo e harmonioso entre as nuances de fruta vermelha fresca, flores brancas, pó de talco especiarias da madeira muito bem integradas relembrando pimenta branca. Na boca, mostra-se muito envolvente com grande sensação de untuosidade combinada com a acidez vincada, mostrando ligeira sensação de salinidade e muita persistência na prova.
Na Casa de Mouraz, todas as vinhas são cultivadas de forma ecológica, sem o uso de herbicidas ou agroquímicos sintéticos, certificadas pela ECOCERT desde 1996. O solo é fertilizado através da sementeira de plantas e adubos orgânicos. Os tratamentos das vinhas utilizam produtos naturais como cobre, enxofre, algas marinhas, argila e tisanas de plantas. A agricultura biológica na Casa de Mouraz é guiada pelo respeito ao solo, às plantas, ao ser humano e à vida em sua diversidade e integridade ecológica. Menos manipulado, o solo produz um vinho mais autêntico, refletindo fielmente o terroir e a vinha onde foi criado. Desde o final de 2006, a Casa de Mouraz também adota práticas biodinâmicas, buscando aprofundar a harmonia entre o solo, as plantas, os animais e o ser humano.
O vinho kosher é produzido de acordo com as leis dietéticas judaicas (kashrut). Para ser considerado kosher, deve ser elaborado por judeus observantes e utilizar equipamentos e ingredientes kosher. Esta produção abrange uma variedade de estilos, desde tintos e brancos até espumantes, com muitos vinicultores a focarem-se na qualidade. Os vinhos kosher são apreciados não só pela comunidade judaica, mas também por amantes de vinho em geral, oferecendo uma experiência rica e respeitando as tradições. A Quinta da Ribeira fica situada em Meca, no antigo concelho medieval dos Montes de Alenquer, e é actualmente sede da Sociedade Agrícola Félix Rocha. Esta quinta começou a ser produtiva em meados do século XIX por iniciativa do Sr. Felix Rocha, avô dos actuais proprietários. Por volta de 1925, fo
SOLERA é um vinho excecional que celebra a ancestral tradição dos vinhos fortificados de Jerez e da Madeira, trazendo uma interpretação contemporânea do método de envelhecimento em soleira. Elaborado exclusivamente com a casta Fernão Pires, este vinho representa a fusão perfeita entre tradição e inovação com a assinatura do projeto Quinta da Alorna Creations.