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Tiro no Escuro Branco Herdade Papa Leite

78,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Para a produção do vinho branco Tiro no Escuro foram utilizadas uvas provenientes de vinhas plantadas em solos de argila e xisto-calcários, com predominância da casta Viognier. De cor amarela dourada, apresenta aromas de média intensidade, com frutos citrinos que evoluem para frutos cozidos e compota, devido à sua evolução em barricas, onde estagiou durante 2 anos. Na boca apresenta alguma acidez, madeira bem integrada que lhe confere estrutura, notas de frutos secos e um final longo, revelando bom potencial de envelhecimento em garrafa. A Herdade Papa Leite, situada em Alter do Chão, em pleno coração do Alto Alentejo, remonta ao século XVII, podendo ainda hoje, se encontrar marcos dessa época. Depois de muitas famílias por ali passarem, foi Filipe Barreiros Cardoso, que apaixonado pela p
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Ficha informativa

Colheita
2018
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Herdade Papa Leite
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
7-14⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
14

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Fermentado em barricas usadas, o vinho mostra uma surpreendente juventude para a idade, apenas com natural evolução e a discreta barrica a conferir complexidade e requinte à fruta, laranja bem madura, geleia de pêssego Untuoso, profundo, com viva acidez a aligeirar o corpo cheio, cheio de presença e sabor.
O QM Patriam é um vinho único, produzido exclusivamente com uvas da casta Alvarinho da sub-região de Monção e Melgaço, através de um lote de quatro colheitas. De cor citrina intensa e aspeto límpido, apresenta aromas florais frescos com notas de frutos secos que lhe conferem alguma complexidade. Na boca é volumoso e muito macio, com muita frescura e notas frutadas, envolvido por uma excelente acidez, terminando longo e muito persistente. A raridade da casta Alvarinho, a baixa produção e distinção leva a que estas uvas sejam as mais valiosas de Portugal. A qualidade das uvas advém de razões naturais de solo e microclima, mas também de práticas culturais de quem trata delicadamente as vinhas e apura criteriosamente o melhor estado de maturação para as vindimar, fase capital para a definiçã
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Vinho de cor vermelha-rubi intensa – aromas florais combinados com frutos vermelhos silvestres. Do estágio em madeira resultam notas balsâmicas suaves e nuances a especiarias. Na boca, revela corpo e taninos bem equilibrados, notas intensas de fruta com final complexo e prolongado. O caráter duriense e a resiliência da vinha. Perfeito para pratos fortes, carnes vermelhas e queijos intensos
A Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro, destaca-se pelo facto de ter sido das primeiras a engarrafar vinhos de marca própria. O nome desta Quinta já vem referenciado desde 17 de Abril de 1738, quando num documento datado surge que pela primeira vez a referência à Quinta “da Pacheca”, por ser sua proprietária D. Mariana Pacheco Pereira. Mas foi só em 1903 que D. José Freire de Serpa Pimentel decidiu desenvolver o seu crescente interesse pela enologia, comprando a propriedade com o objectivo de se dedicar à produção vitivinícola. Hoje, um século passado, a nova geração dos Serpa Pimentel assume a gestão da Quinta: Maria, Catarina e José são os jovens rostos desta empresa de cariz vincadamente familiar.
O Morgado do Quintão Branco de Tintas 2023 apresenta uma cor amarelo-pálido com nuances acobreadas que refletem a singularidade do seu processo de vinificação. No nariz, destaca-se pelas notas frescas de cereja e um toque subtil de brioche, revelando complexidade e elegância. No paladar, é mineral e denso, com uma textura marcante e uma profundidade que proporciona um final envolvente e prolongado.
Especiarias como canela e baunilha no nariz. Bastante complexo destacando aromas varietais assim como alguns frutos secos, avelã e amêndoa. Na boca permite uma acidez vibrante e os aromas estão bem presentes. Volume de boca, mineralidade e terminar longo. Toque da madeira permite estrutura de boca oferecendo elegância e equilíbrio.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Foco principal na qualidade da uva. Produção integrada com vários desbastes selectivos para reduzir o rendimento até 4.000kg/ha. Vindima nocturna e separada por castas. Fermentação dos bagos, limpos e por castas separadas e sem esmagar, em balseiros de carvalho francês Seguin Moreau, com temperatura controlada e durante um longo período. Leveduras próprias. Fermentação maloláctica em barricas Estágio em barriscas de carvalho francês Seguin Moreau por castas, durante 12 meses. Aplicação minima de sulfitos. Mistura das castas, engarrafamento e estágio do vinho na garrafa durante 2 anos, na herdade.
Nada poderia afastar Jorge Serôdio Borges e Sandra Tavares da Silva de fazerem, um dia, o seu vinho, que seria fruto da sua experiência profissional e da sua relação. Este talentoso casal decidiu então criar a empresa Wine & Soul em 2001, ao mesmo tempo que adquiriram os 2,5 hectares de vinha velha, com mais de 70 anos e com dezenas de castas, que daria origem ao seu primeiro vinho, cujo nome seria Pintas. A escolha deste nome prende-se pelo facto de ambos chegarem a casa com inúmeras pintas de mosto nas suas t-shirts, depois de um dia na vindima ou na adega. Hoje em dia, Pintas é uma das maiores estrelas do firmamento vínico português e uma verdadeira sinfonia das vinhas velhas. O objetivo do casal passa por criar vinhos que expressem todo o carácter das vinhas velhas e castas indígenas
“Raro” é uma palavra que usamos para descrever algo extraordinário, escasso ou que ocorre com pouca frequência, e é exatamente dessa forma que percebemos este vinho – como uma raridade no sentido mais nobre do termo. Originário de um ano particularmente quente em várias regiões, mas que, na Bairrada, resultou na criação de vinhos de excepcional elegância, combinando delicadeza e força. Este Outrora, oriundo de nossa vinha secular situada no Vale de Cadoiços, encapsula o que consideramos ser a quintessência da variedade, demonstrando o seu máximo esplendor em anos particularmente favoráveis. O ano de 2015 destacou-se pela sua austeridade inicial, mas também por uma pureza de fruta singular e uma elegância paradoxal que nos cativou desde o início. Percebemos que estávamos diante de uma cria
É em Silvã de Cima junto à vinha da Taboadella que nasce o lagar construído no penedo monolítico de natureza rupestre, um dos mais antigos vestígios de vinificação no Dão, contrasta com a adega de arquitetura contemporânea construída com materiais naturais como a madeira e a cortiça, com uma varanda de onde é possível abarcar num só olhar a magnífica mancha única de vinhas rodeada por uma imensa floresta. Aqui, onde o passado e o futuro se completam, os vinhos nascem na vinha e na paisagem, com o cuidado particular e paciente que nos permite resgatar do passado a essência da natureza e projetar para o futuro grandes vinhos com uma tipicidade notável mantendo o caráter ancestral do Dão.