Fechar arrow_back
Vinho ZOM Magnum Reserva Tinto
- Escrever comentário
28,90 €
Com IVA
5 a 15 dias úteis


16 outros produtos na mesma categoria:
Este rosé de cor salmão, blend de Tinta Roriz e Touriga Francesa, é um testemunho de elegância. Fresco e refinado, encanta com notas de framboesa e acidez equilibrada, capturando a essência do seu terroir xistoso.
Produzido a partir da casta Syrah, estagiou por 16 meses em barricas de carvalho francês e americano. Apresenta uma cor muito concentrada, notas quentes e intensas a frutos pretos e especiarias. Na boca é encorpado, equilibrado e com taninos bem presentes e redondos.
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Philip Mollet, atual proprietário e gestor da herdade revolucionou a estratégia da quinta e plantou vi
A história dos vinhos Luís Pato começa quando João Pato inicia o engarrafamento dos seus vinhos, provenientes da vinha própria, em 1970.
Após tornar-se o primeiro produtor engarrafador na região da Bairrada, depois da sua demarcação, o seu filho Luís Pato dá continuidade ao trabalho do pai e assim, em 1980, inicia-se uma nova Era no negócio de família.
Atualmente, a empresa conta com 60 hectares de vinha, distribuída entre solos arenosos e argilo-calcários, e com uma variada gama de vinhos prestigiados.
Este vinho tem uma bela cor amarelo citrino. No nariz é elegante, fino, cheio e complexo. Na boca é muito fresco e frutado, com notas de pêra, marmelo e baunilha. Com a madeira bem integrada, quando está no copo, aromas de especiarias e nozes são liberados e torná-lo rico e muito interessante.
Com Quintas no Douro Superior, em redor de Almendra, a Casa Agrícola Roboredo Madeira está ligada à viticultura na região, desde o final do século XIX.
Atualmente, a vinha mais antiga remonta a 1966, e desde então, foram introduzidas novas castas tradicionais, reconvertidas a modo de produção biológica. Com a construção da adega, desde 2004 que se produz vinhos que são o reflexo da paixão pela terra e do respeito pela natureza, que cheiram e sabem à terra, ao xisto, à esteva, às flores e aos frutos silvestres.
Este icónico tinto da Niepoort tem um bouquet complexo, atraente e refinado, onde delicadas notas florais de violeta se entrelaçam com frutos escuros, com um toque vivo de ervas frescas, nuances de grafite que acrescentam mineralidade e um toque de baunilha que confere alguma doçura, complementado por especiarias. O paladar estruturado e complexo revela notas de especiarias que realçam a profundidade do sabor, conduzindo a um final longo e redondo que se prolonga graciosamente no palato, deixando uma impressão duradoura.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que
Aroma muito exuberante com predominância de características florais, casca de limão, leve vegetal e notas suaves de buxo. Elegante com uma acidez muito presente e um final muito fresco.
Na boca é volumoso mas fresco, com notas cítricas, fruta de polpa branca e untuoso, com um final prolongado.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada.
O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Amarelo palha Brilhante. Aroma a frutos secos e mel, com ligeiro toque citrino. Excelente acidez, fresco, com boa persistência. Final intenso, longo e persistente.
Descubra o Vinho Luis Pato Quinta Do Ribeirinho Sercialinho Branco 2022, uma obra-prima do enólogo Luis Pato. Este vinho branco distingue-se pela sua complexidade e elegância, fruto de uma vinificação cuidadosa e de um estágio em barricas de carvalho.
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
Cor ruby fechada, intenso e jovem no aroma, notas de frutos vermelhos maduros, marcado com ligeiras notas tostadas. Complexo, com excelente volume de boca, taninos firmes e final persistente.
A marca Cartuxa é um dos principais ativos da Fundação Eugénio de Almeida e atual marca “umbrela” da Adega Cartuxa. A insígnia traduz a identidade dos vinhos Vinea, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e do mítico Pêra-Manca. Excelência, qualidade e individualidade, num estilo muito próprio que marca a diferença e define um clássico do Alentejo. A aposta da Fundação Eugénio de Almeida na criação de produtos de excelência tem sido reconhecida ao longo dos últimos anos com diversos prémios.