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Vinho Primo Pegos Claros

60,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Cor vermelho escuro. Aroma muito franco de ameixas pretas e frutos vermelhos maduros, mentol, moca e tabaco. Prova completa com acidez equilibrada e taninos vibrantes. Final de prova muito longo e persistente.
01431

Ficha informativa

Colheita
2017
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Herdade de Pegos Claros
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
16-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13

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Foco principal na qualidade da uva. Produção integrada com vários desbastes selectivos para reduzir o rendimento até 4.000kg/ha. Vindima nocturna e separada por castas. Fermentação dos bagos, limpos e por castas separadas e sem esmagar, em balseiros de carvalho francês Seguin Moreau, com temperatura controlada e durante um longo período. Leveduras próprias. Fermentação maloláctica em barricas Estágio em barriscas de carvalho francês Seguin Moreau por castas, durante 12 meses. Aplicação minima de sulfitos. Mistura das castas, engarrafamento e estágio do vinho na garrafa durante 2 anos, na herdade.
A inquietação e irreverência do projeto Monte das Bagas de Ouro, expresso em uma gama de qualidade incomparável que chamamos de SUPERIOR. A personalização do exotismo da primeira edição desenvolveu-se a partir da casta VIOGNIER, criando um vinho raro em uma edição especial - SUPERIOR. Este Viognier de grande intensidade e definição aromática nos envolve em um turbilhão de sensações mágicas, onde os frutos tropicais dominam. Na boca sentimos harmonia, o equilíbrio entre frescura e volume... entre acidez e persistência! Queremos tentar de novo, pelo prazer que nos dá... pela paixão que desperta em nós!
Arinto dos Açores Indígenas De António Maçanita é um vinho branco complexo, salino e mineral, com aromas a frutos tropicais e sabores cítricos intensos. É um vinho branco que apresenta uma estrutura aveludada, com enorme concentração aromática, corpo límpido e puro, com notas salinas e minerais e uma acidez cítrica impressionante.
Região: Dão.
Cor: Ruby profunda. Aroma: Intenso, com notas silvestres, fruta escura, resina e pimenta preta. Boca: Na boca tem grande complexidade, com taninos maduros bem presentes e um final longo e persistente.
Castas: Camarate, bastardo e pilongo
Existe opção caixa com 2 garrfaas.

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Com quatro castas de grande carácter, o Villae tinto é um lote diferenciador formando um conjunto que pode apelidar-se de “casamento perfeito”. A Tinta Roriz confere estrutura e músculo, o Jaen evidencia a sua garra natural, o Alfrocheiro traz a mineralidade e a Tinta pinheira demonstra os aromas de floresta e do bosque.
Legado é um vinho de homenagem que celebra a vida de uma vinha pré-filoxérica, onde 20 castas ancestrais continuam a sobreviver ao tempo, enraizadas nos sulcacos dos 8 hectares que a prefaz. Um vinho único, histórico e que remonta às origens durienses da forma mais deliciosa e complexa. A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção
No início do século XIX, nascia uma das mais interessantes páginas do Vinho Português, com o lançamento de um vinho que viria a tornar-se um ícone, alvo de cobiça, mas que sempre foi mantido, por vontade própria, fora das luzes da ribalta. O seu criador, Alexandre de Almeida, importou o conceito de aliar a hotelaria de luxo a uma adega e a um vinho próprio, criando desta forma, os raríssimos e históricos vinhos Buçaco, produzidos no belo Palácio do Bussaco, nas serras a norte de Coimbra. Estes são vinhos que não adotaram modernismos e que invocam um enorme potencial de guarda, podendo manter-se na garrafa por décadas.
Cor pálida, com tons de amarelo. Nariz apresenta-se mineral, de rocha basáltica. Fruta branca e tropical do género pera - melão, conhecido como melão-andino. Na boca, uma secura muito interessante, com sal que saliva durante toda a prova, com a mineral idade bem presente. Volume final agradável com acidez equilibrada.
Cor: Amarelo esverdeado, brilhante Aroma: Intenso, cítrico, com notas presentes de madeira nova. Paladar: Sabor intenso com grande complexidade e acidez perfeita: Concentrado na boca, frutos brancos, madeira, muito equilibrado com uma acidez fina, mineral e longo. Muita frescura com grande potencial de envelhecimento.

Um alvarinho elegante com aromas típicos da
casta, predominando os aromas a frutos tropicais e
a estrutura suave conferido pela madeira de
carvalho francês durante 3 meses.

A harmonia e delicadeza do sabor frutado, pouca
acidez, fresco e estruturado, fazem deste vinho um
vinho singular no mundo dos vinhos.

Os vinhos Almaviva são o resultado de uma parceria entre a Viña Concha y Toro, um dos maiores produtores de vinho chileno com prestígio histórico, e Château Mouton Rothschild. O objetivo desta parceria, seria criar um vinho Premium Franco-Chileno de qualidade excecional, que se viria a chamar Almaviva. O primeiro vinho a ser lançado com este conceito foi em 1998, e logo de seguida, ascenderam ao sucesso internacional. Este é um vinho produzido a partir das castas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Carménère dos 50 hectares de vinha que Concha y Toro possui em Puente Alto, seguindo a enologia clássica francesa. Nesta área, o terroir é excecional para produzir vinhos de grande caráter, prontos para competir com os melhores vinhos tintos do mundo.
Vinho de cor rubi, aroma intenso e fresco marcado por fruta vermelha, ligeiramente balsâmico e bem integrado com as leves notas de barrica. Corpo médio, acidez muito bem equilibrada com a frescura da fruta na boca.
A Casa Agrícola Brites Aguiar estende-se por 200 hectares de terra xistosa, distribuidos pelas encostas do Rio Torto e da Ribeira de Galegos. Rodeados pelo microclima duriense, cada cultura tem o seu lugar de eleição, pois até aos finais da década de 60, o suporte económico da Casa Agrícola, era o Olival. Com o decorrer dos anos, a cultura passou para segundo plano, priorizando a Vinha até aos dias atuais. Outras culturas continuam a ser exploradas, no entanto o foco é cultura de vinha para produção de vinho. Os vinhos da Casa Agrícola Brites Aguiar são apresentados com a gama Bafarela e Brites Aguiar, sendo este último, o expoente máximo do seu portfólio, apenas produzido em anos excecionais.