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Vinho Reynolds Reserva 2018

16,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Foco principal na qualidade da uva. Produção integrada com vários desbastes selectivos para reduzir o rendimento até 4.000kg/ha. Vindima nocturna e separada por castas. Fermentação dos bagos, limpos e por castas separadas e sem esmagar, em balseiros de carvalho francês Seguin Moreau, com temperatura controlada e durante um longo período. Leveduras próprias. Fermentação maloláctica em barricas Estágio em barriscas de carvalho francês Seguin Moreau por castas, durante 12 meses. Aplicação minima de sulfitos. Mistura das castas, engarrafamento e estágio do vinho na garrafa durante 2 anos, na herdade.
02260

Ficha informativa

Colheita
2018
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Reynolds Wine Growers
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
16-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13.5

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Muito puro e elegante de cor rubi aberta com nuances violetas. O nariz delicado mas complexo, com notas de frutos do bosque acompanhadas de um leve toque floral e nuances de especiarias. Ao abrir, surge um leve toque terroso. Com boa estrutura, acidez equilibrada, elegância e precisão. O sabor é frutado e fresco, com taninos suaves e bem integrados. De persistência longa com um final agradável e ligeiramente balsâmico. Pode ser consumido jovem, mas também tem um bom grande potencial de envelhecimento, desenvolvendo mais complexidade ao longo do tempo.
O Casal de Vale Pradinhos é uma exploração agrícola com 450 hectares, estabelecida em 1913 e propriedade da família Pinto de Azevedo desde então. Os vinhos aqui produzidos são uma combinação de castas indígenas como a Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Amarela e Malvasia Fina, e reputadas castas internacionais, nomeadamente Cabernet Sauvignon, Gewürztraminer e Riesling. Maria Antónia Pinto de Azevedo Mascarenhas, bisneta do fundador Manoel Pinto de Azevedo, é a atual proprietária do Casal de Vale Pradinhos. Tem vindo a implementar a sua visão nos vinhos que aqui se vinificam desde que assumiu o controlo da propriedade em 1994. A sua filha, Maria, será a 4ª geração de mulheres diretamente envolvidas na gestão da propriedade.
O Mil Reis Grande Reserva Syrah, produzido apenas em anos de excelência, é um vinho monovarietal Syrah com estágio de 18 meses em barricas novas de carvalho francês e americano, seguido de 6 meses em garrafa. Produzido a partir da primeira parcela de Syrah da Herdade da Maroteira, plantada em 2000, este vinho apresenta um carácter robusto e profundo, com notas vivas e intensas de frutos vermelhos, estrutura firme, complexidade e notável persistência. A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca
A Vieira de Sousa - Vines and Wines, Lda é uma empresa familiar com tradição secular na produção de vinhos do porto. Na Quinta do Roncão pequeno surgiu a marca Vieira de Sousa, honrando o nome da família que de geração em geração aprendeu a bem fazer os nossos vinhos, aproveitando o melhor que o douro e as suas gentes têm para oferecer. Temos como filosofia manter o estilo clássico e tradicional do vinho do porto, sempre com o sabor e saber familiar como base a todo o processo. As nossas quintas estão situadas ao longo dos rios douro e pinhão com diferentes altitudes e diferentes exposições solares, o que nos permitem a produzir vinhos equilibrados e de grande qualidade todos os anos.
Com Quintas no Douro Superior, em redor de Almendra, a Casa Agrícola Roboredo Madeira está ligada à viticultura na região, desde o final do século XIX. Atualmente, a vinha mais antiga remonta a 1966, e desde então, foram introduzidas novas castas tradicionais, reconvertidas a modo de produção biológica. Com a construção da adega, desde 2004 que se produz vinhos que são o reflexo da paixão pela terra e do respeito pela natureza, que cheiram e sabem à terra, ao xisto, à esteva, às flores e aos frutos silvestres.
Edição limitada de 962 garrafas, feito com Arinto. Aroma discreto com leves notas citrinas e alguma fruta branca, tudo um pouco escondido. Na boca sente-se uma acidez que espevita bem o vinho, o estilo é leve e será muito bom companheiro de peixe e marisco.
Mainova Mainada Trincadeira Preta Tinto 2022 é um vinho de cor rubi com toques de granada. Nariz de intensidade média, com notas de terra e pimenta preta. Ataque muito fino, elegante e fresco, final de boca longo e persistente.
Uma das Quintas com maior prestigio no Douro é a Quinta do Vallado, uma quinta que foi pertença da D. Antónia Adelaide Ferreira, a Ferreirinha, e que ainda hoje se mantém nas mãos de seus descendentes. Os vinhos Vallado injustamente andaram esquecidos e agora naturalmente recuperaram o tempo perdido. São vinhos de grande importância na história do Douro e que merecem estar nos lugares cimeiros. Construída em 1716, a Quinta do Vallado perfila-se com uma das mais antigas no Douro. Situa-se bem junto à Régua, nas margens do Rio Corgo. Os destinos desta emblemática Quinta estão nas mãos de João Alves Ribeiro e Francisco Ferreira, ambos descendentes da Ferreirinha, e responsáveis pela gestão da empresa e da Enologia, respectivamente.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
O vinho Palácio Palmeira Eminência branco, produzido a partir da casta Loureiro, irradia elegância e sofisticação, destacando-se pela fruta citrina de qualidade superior e pelos seus delicados toques florais. A sua textura untuosa e perfeitamente equilibrada em acidez, personifica a classe e distinção em cada gole.
Produzido na Herdade das Assentes de Baixo, a partir de uvas criteriosamente selecionadas e vindimadas à mão.
Aragonez, Syrah e Alicante Bouschet. Aroma vinoso com amoras, fumo, e uma ligeira doçura especiada/salgada da madeira. Um sedutor malandro. Na boca fica mais sério pelos taninos visíveis, que pedem comida. Termina longo e com ligeiros amargos que convidam a explorar uma tábua de queijos.
Os vinhos de Colares são um paradoxo sem igual em Portugal. Desde a vinha, que não sofreu com a Filoxera devido a estar plantadas em solos arenosos, à qualidade distinta que estes vinhos albergam. As características únicas do vinho de Colares devem-se às suas castas, solo e clima temperado e húmido no Verão e, ainda, ao facto de 80% da vinha estar instalada em solos arenosos, respeitando a prática tradicional de viticultura. O vinho de Colares só atinge a sua máxima qualidade passados vários anos, embora o estágio mínimo seja de 18 meses. Dado a este fator, a comercialização é muito limitada.
Castas: Bical e maria Gomes / bairrada
Vinificação do Vinho Quinta das Bageiras Pai Abel Branco: é um vinho de uvas adquiridas com cerca de 15 anos, as quais se reduz drasticamente a produção. Foi vinificado de bica aberta, sendo o mais colocado em pequenos decantadores de 1 m³, onde permaneceu entre 24 a 36 horas para fazer a decantação através da utilização natural. No final deste processo, fermenta em barricas usadas de carvalho francês e compra na região de Borgonha. Foi feita uma ligação e estagnada nas barricas até ficar completamente límpida, de forma natural. Engarrafado sem filtragem ou colagem.
Fiz referência a este número 2160, por ser a altitude da nascente do Rio Douro, este rio que se estende de Espanha a Portugal, dividindo em 2 distintas margens o Douro Superior, o Cima Corgo e o Baixo Corgo, de onde são selecionadas as uvas para fazer este vinho. Todas as uvas vêm de altitude e todo o Douro tem como Mãe a Serra de Urbión. Quis demonstrar a versatilidade da fruta e frescura da altitude, onde a acidez se torna a espinha dorsal destes vinhos. Assente em tons primários da fruta e em secundários da fermentação e contacto com as películas por 4 dias, mas acima de tudo pôr as mãos nesta magnífica região que é o Douro.
No nariz aromas intensos a frutos vermelho, morango e cereja. Suave aroma a cedro proveniente do longo estágio em barrica.
O Pardusco Private Tinto 2018 apresenta cor rubi aberta. No nariz sobressaem aromas intensos de morango e cereja, complementados por um suave toque de cedro vindo do estágio prolongado em madeira. Na boca é seco, com notas subtis de chocolate e couro, equilibrado por uma acidez vincada e fresca. Um tinto de grande originalidade, sedoso e com marcada mineralidade.