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Pai Abel Branco

42,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Castas: Bical e maria Gomes / bairrada
Vinificação do Vinho Quinta das Bageiras Pai Abel Branco: é um vinho de uvas adquiridas com cerca de 15 anos, as quais se reduz drasticamente a produção. Foi vinificado de bica aberta, sendo o mais colocado em pequenos decantadores de 1 m³, onde permaneceu entre 24 a 36 horas para fazer a decantação através da utilização natural. No final deste processo, fermenta em barricas usadas de carvalho francês e compra na região de Borgonha. Foi feita uma ligação e estagnada nas barricas até ficar completamente límpida, de forma natural. Engarrafado sem filtragem ou colagem.
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Porta da Ravessa, uma marca inspirada na icónica porta do secular Castelo de Redondo. Este vinho tinto Grande Reserva e é obtido pelas castas Touriga Nacional, Syrah, Cabernet Sauvignon e Touriga Franca e apresenta-se de cor rubi muito intensa e profunda, com aromas de fruta preta e bagas maduras bem integradas com nuances das barricas de carvalho francês, onde estagiou cerca de 12 meses. Na boca, apresenta-se denso, profundo e estruturado, com um final de grande persistência, conferindo um perfil distinto e cheio de carácter. Desde 1956 que a Adega Cooperativa de Redondo se dedica aos vinhos alentejanos. Após 65 anos, situada em pleno coração do Alentejo, tem-se vindo a modernizar, adaptando-se também às novas exigências do mercado. Os vinhos produzidos são oriundos das uvas de cerca de
A Ervideira é uma empresa produtora de vinhos de qualidade e excelência na região do Alentejo, em Portugal. O seu passado e a sua tradição familiar, na produção de vinhos, remontam ao final do século XIX, e com 160 hectares de vinha divididos pela Vidigueira e por Reguengos de Monsaraz, a administração da Ervideira é assegurada pela matriarca da família, Dona Maria Isabel Leal da Costa, e pelos seus seis filhos, sendo Duarte Leal da Costa o diretor executivo.
Existe um vinho mais típico da Sardenha do que o Cannonau? Com o seu Costera, a famosa adega Argiolas deixa-nos saborear os aromas e sabores mais autênticos da ilha. Um vinho profundo, equilibrado e com estrutura, que recomendamos para acompanhar pratos ricos e, se possível, da cozinha local.
Cor Rubi intenso. Aroma Profundo, denso e complexo. Destacam-se os frutos vermelhos e pretos maduros, notas especiadas e sugestões de tabaco. Nariz com grande precisão. Paladar com ataque guloso, muito perfumado em boca, taninos presentes que conferem uma boa estrutura, amplo, acidez equilibrada e com um final muito longo.
Uma das Quintas com maior prestigio no Douro é a Quinta do Vallado, uma quinta que foi pertença da D. Antónia Adelaide Ferreira, a Ferreirinha, e que ainda hoje se mantém nas mãos de seus descendentes. Os vinhos Vallado injustamente andaram esquecidos e agora naturalmente recuperaram o tempo perdido. São vinhos de grande importância na história do Douro e que merecem estar nos lugares cimeiros. Construída em 1716, a Quinta do Vallado perfila-se com uma das mais antigas no Douro. Situa-se bem junto à Régua, nas margens do Rio Corgo. Os destinos desta emblemática Quinta estão nas mãos de João Alves Ribeiro e Francisco Ferreira, ambos descendentes da Ferreirinha, e responsáveis pela gestão da empresa e da Enologia, respectivamente.
A Vieira de Sousa - Vines and Wines, Lda é uma empresa familiar com tradição secular na produção de vinhos do porto. Na Quinta do Roncão pequeno surgiu a marca Vieira de Sousa, honrando o nome da família que de geração em geração aprendeu a bem fazer os nossos vinhos, aproveitando o melhor que o douro e as suas gentes têm para oferecer. Temos como filosofia manter o estilo clássico e tradicional do vinho do porto, sempre com o sabor e saber familiar como base a todo o processo. As nossas quintas estão situadas ao longo dos rios douro e pinhão com diferentes altitudes e diferentes exposições solares, o que nos permitem a produzir vinhos equilibrados e de grande qualidade todos os anos.
O Royal Palmeira Loureiro Sur Lies Fines 2009 é um vinho branco icónico da região do Minho, em Portugal, produzido pela Quinta da Pedra. Elaborado exclusivamente com a casta Loureiro, destaca-se pela sua técnica de produção "sur lies" (estágio sobre as borras finas), que lhe confere uma longevidade e complexidade invulgares para um vinho desta região.
Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto, foi fermentado parcialmente em barricas de carvalho francês e depósito de inox. A totalidade do lote passou depois por um estágio de 12 meses sobre borras finas com batonnage periódica, com um estágio final de 12 meses em garrafa. Pera-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
Fermentado em barricas usadas, o vinho mostra uma surpreendente juventude para a idade, apenas com natural evolução e a discreta barrica a conferir complexidade e requinte à fruta, laranja bem madura, geleia de pêssego Untuoso, profundo, com viva acidez a aligeirar o corpo cheio, cheio de presença e sabor.
Uma das Quintas com maior prestigio no Douro é a Quinta do Vallado, uma quinta que foi pertença da D. Antónia Adelaide Ferreira, a Ferreirinha, e que ainda hoje se mantém nas mãos de seus descendentes. Os vinhos Vallado injustamente andaram esquecidos e agora naturalmente recuperaram o tempo perdido. São vinhos de grande importância na história do Douroe que merecem estar nos lugares cimeiros. Construída em 1716, a Quinta do Vallado perfila-se com uma das mais antigas no Douro. Situa-se bem junto à Régua, nas margens do Rio Corgo. Os destinos desta emblemática Quinta estão nas mãos de João Alves Ribeiro e Francisco Ferreira, ambos descendentes da Ferreirinha, e responsáveis pela gestão da empresa e da Enologia, respectivamente.